segunda-feira, 23 de outubro de 2017

COMOVENTE


O pequeno Charly Keane chegou ao mundo em agosto de 2017. Porém até há poucos dias jamais havia escutado a voz de sua mãe.

A razão: nasceu surdo

Agora a ciência permitiu que o bebê, através de um aparelho, escutar a voz da mãe.

Nunca tinha visto essa cara antes, disse a mãe ao ver a reação do seu filho, que primeiro sorri e logo esboça um um pequeno choro.

O vídeo, publicado pelos pais, se converteu num fenômeno viral com mais de 16 milhões de reproduções. 

HuffingtonPost

Viver é Perigoso

NOSSA ESCOLA

Sinceramente, feliz não fiquei assistindo a jovens alunos da nossa Escola de Engenharia, literalmente, correndo os chapéus nos semáforos do centro da cidade no último sábado. Pediam qualquer quantia, inclusive moedas. Até contribui sem interesse em saber a razão.  Quebrar o orgulho bom, realmente, não pega bem.
Um amigo comemorando com os colegas 55 anos de formado, matando a saudade da terrinha, me questionou sobre.
De pronto lhe disse que não eram da nossa Escola.

Ainda sobre a nossa Escola, quando alunos, passamos de 1969 a 1973, ouvindo falar sobre o então famoso blecaute acontecido no nordeste dos EUA e sudeste do Canadá, que durou 12 horas e deixou 36 milhões de pessoas às escuras. Afinal, estávamos entrando no segmento de eletricidade e análises e principalmente palpites não faltavam.

Penso que vem aí uma novidade (na prática) que tomará muitas aulas do pessoal de eletricidade. Vem a ser a determinação do Operador Nacional do Sistema - ONS na aplicação da redução de até 1.600 megawatts do potencial total  das usinas de Jirau e de Santo Antonio. Descobriu-se uma falha técnica que deverá limitar boa parte da geração de energia das hidrelétricas por uns bons tempos. 
Sério questionamento técnico no sistema de aterramento do sistema de transmissão de energia.   Mais uns dois anos de obras e investimentos adicionais de R$ 60 milhões.

Colegas expliquem aí o que aconteceu.

Viver é Perigoso

DILMA TRAIU O SEU ELEITORADO


Palavras do "companheiro" Lula da Silva ao jornal espanhol El Mundo:

El Mundo : Pero han reconocido errores del Gobierno de Dilma Rousseff ?

Lula da Silva : Sí, claro que fallamos. Nuestra mayor equivocación fue exagerar en las políticas de exoneración de las grandes empresas. El Estado dejó de recaudar para devolver a los empresarios y en 2014 salía más dinero del que entraba. Entre 2011 y 2014 se exoneraron 428.000 millones de reales [114.000 millones de euros] y cuando Dilma intentó acabar con esa ayuda el Senado no lo permitió. 

El segundo error vino cuando la Presidenta anunció el ajuste fiscal y traicionó al electorado que la había elegido en 2014, al que le habíamos prometido que mantendríamos los gastos. Así empezamos a perder credibilidad. 

El año 2015 fue muy parecido a 1999 cuando Fernando Henrique Cardoso tenía una popularidad del 8% y el país había quebrado tres veces. Pero en esa ocasión el presidente de la Cámara era Michel Temer y él sí le ayudó a gobernar. 
Nosotros teníamos a Eduardo Cunha que se encargó de rechazar cada reforma que proponía Dilma. 
Fue quien sacó adelante un impeachment ilegítimo. Teníamos al enemigo en casa.

Blog: Deram espaço e lá vieram as abobrinhas

Viver é Perigoso

COMES & BEBES

Viver é Perigoso