quarta-feira, 23 de agosto de 2017

FUNCIONA MESMO !



Viver é Perigoso 

É A VIDA...


Conforme estávamos acompanhando, aconteceu ontem a confirmação da condenação do ex-governador Eduardo Azeredo

A pena, no entanto, teve uma pequena redução de nove meses. Depois de 11 horas de julgamento, por 2 votos a 1, os desembargadores entenderam que o tucano cometeu os crimes de peculato e lavagem de dinheiro.

Azeredo havia sido condenado, em primeira instância, a 20 anos e 10 meses de prisão pelo desvio de R$ 3,5 milhões das estatais mineiras Copasa, Bemge e Comig para sua campanha à reeleição em 1998. O desembargador Pedro Vergara, revisor do processo, decidiu pela manutenção da condenação de primeira instância, mas reduziu a pena em nove meses, passando para 20 anos e um mês. 

Na conclusão do julgamento, ficou decidido que Azeredo só poderá ser preso depois de esgotados os recursos no TJMG. Contra a decisão da câmara criminal, ainda cabem embargos declaratórios e infringentes para que o julgamento seja feito por cinco e não três desembargadores. A defesa vai usar os recursos. A condenação também inclui pagamento de 88 dias multa, sendo um salário mínimo em cada.

Embora ainda ocorram tantas injustiças neste País, teoricamente ela foi feita para todos.

Viver é Perigoso

FELIZMENTE ESTÁ DIMINUINDO


Viver é Perigoso

FAZER O QUÊ ?


Tem gerado muitos comentários na Internet as observações feitas pelo atento e participante cidadão, Christian Marcel. Bastante questionador  no acompanhamento das licitações feitas pela Prefeitura Municipal de Itajubá.

Tem acontecido preços unitários estratosféricos, quando comparados com os de produtos similares encontrados no mercado. Algumas vezes justificados e outras vezes,  objeto de ensurdecedor silêncio.

Em pauta, compras de cones de sinalização, sabonetes e coletes.

Zapeando na TV na última segunda-feira deparei com a transmissão ao vivo da reunião da Câmara Municipal, justamente no momento em que um Vereador explicava a diferença técnica entre um produto, no caso um cone, como o ora adquirido pela PMI e outro mais (bem mais) em conta à disposição no mercado.

Explicações lógicas. Surpreendente porém, a exposição, em local de destaque, das duas unidades "inimigas".

Um cone robusto, com pintura nova e exibido como um fisicultor de concurso. Fortão e quase amedrontador. Era o representante das unidades adquiridas pela Prefeitura.

Ao seu lado, sujinho, pintura desgastada pelo tempo, tortinho em decorrência de possíveis mini-atropelamentos, um cone humilde, desses que a gente encontra diariamente em estacionamentos e até mesmo em eventuais desvios de trânsito.

Pela impressionante diferença de preço (quase 10 vezes) e considerando a finalidade e os tempos bicudos, eu ficaria com o baixinho esforçado.

Quanto aos coletes, a explicação não ficou muito claro. Deve ser mesmo questão de grifes.

Sobre o sabonete Pom-Pom, nada foi dito.

Viver é Perigoso