sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

BOMBARDEIO DE INFORMAÇÕES


Deu na Veja:

Institutos de pesquisas não conseguirão mais prever com precisão os grandes pleitos eleitorais sem recorrer à análise de dados que circulam nas redes sociais e na web.

Afinal, vivemos todos na era da tecnologia em mutação e do big data, expostos, portanto, a um enorme volume de dados. Tal combinação tem implicações na formação e na informação da opinião pública.

Cerca de 2,5 bilhões de novos dados são gerados diariamente na internet. Em um minuto, as pessoas enviam 204 milhões de e-mails, realizam 3.300.000 publicações no Facebook, trocam mais de 29 milhões de mensagens de WhatsApp e assistem a 4 milhões de vídeos no YouTube. Em um mês, são transferidos cerca de 30 exabytes de informações na internet.

Hoje, já são mais de 3,4 bilhões de pessoas conectadas. No Brasil, já são mais de 100 milhões, segundo o IBGE. O volume de dados criados nos últimos dois anos é maior do que a quantidade produzida em toda a história da humanidade. Só no Google, 3,5 bilhões de buscas são feitas por dia.

Diante disso, é bem plausível afirmar que o ambiente digital e a produção exponencial de dados interferem diretamente na maneira de formar, informar e desinformar a opinião pública. E mais: a interferência se dá em espaços de tempo cada vez mais curtos.

Viver é Perigoso

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