domingo, 19 de novembro de 2017

AS DUAS FACES DA GLÓRIA


Repórter desde os 16 anos de idade, William Waack foi correspondente de guerra em nove conflitos e cobriu alguns dos maiores conflitos e cobriu alguns dos maiores eventos internacionais das últimas décadas: Revolução do Irã, a queda do Muro de Berlim, o fim da União Soviética, entre outros. Durante mais de duas décadas atuou como correspondente internacional na Alemanha, na Grã-Bretanha, no Oriente Médio, na Rússia e nos Estados Unidos.
Passou por algumas das principais redações do país, como Veja, Jornal do Brasil e O Estado de São Paulo. Na Rede Globo, desde 1996.
Duas vezes ganhador do Prêmio Esso de jornalismo por sua cobertura da Primeira Guerra do Golfo, em parceria com Helio Campos Mello, e pelas revelações dos arquivos em Moscou sobre a Intentona Comunista de 1935 no Brasil, tema de seu livro "Camaradas".
William Waack formou-se em jornalismo na USP e em ciências políticas, sociologia e comunicações pela Johannes Gutenberg Universitãt de Mainz, Alemanha, com mestrado em relações internacionais.

Interessante de ler o livro "As duas faces da glória - A FEB vista pelos seus aliados e inimigos", escrito pelo William Waack, que faz um relato original e polêmico sobre a participação dos brasileiros na 2ª Guerra Mundial. Fugindo das velhas verdades oficiais e do ufanismo nacionalista, Waack apresenta a visão dos outros a respeito dos brasileiros.

Waack, um admirado jornalista que, nos bastidores da TV, cometeu um erro ao fazer um comentário desnecessário e ofensivo. Errou, como todos erram.

Não merecia passar por esse fuzilamento. Que se desculpe e siga adiante.

Viver é Perigoso 

7 comentários:

Anônimo disse...

"Linchamentos atuais são parte de uma economia de mercado e marketing digital" Luiz Felipe Pondé na folha. Concordo. Pedido de desculpas e vamos em frente. Rede Globo morre de medo da repercussão.

Anônimo disse...

parece o texto da tenista no caso do dopping, difícil defender o indefensável, observador da mantiqueira

Edson Riera disse...

Observador da Mantiqueira,

Boa lembrança. A tenista voltou e hoje vejo que a punição foi justa. Caso não tivesse acontecido teria virado uma bagunça geral. Quanto ao jornalista, imagino que aconteceu um burro desabafo sem atentar inclusive para o que estava dizendo.
O maior chateado com tudo isso deve ser ele mesmo.
Só o tempo e olha lá.
Da mesma forma, a bala de prata que acertou o Aécio foi o diálogo telefônico dele com o Sr. Joesley. De uma vulgaridade espantosa.

Temos que ter cuidado.

Zelador

Anônimo disse...

Se a vulgaridade destruísse os políticos certamente na nossa câmara e no executivo da terrinha estariam todos mortos!

Anônimo disse...

Caro Zelador,

Tanto no caso do Aécio quanto no do reporte, não acredito ter sido um simples erro.
Ninguém diz o que foi dito, por ambos, sem que já seja um hábito!
Não são pessoas "normais" e sem compromissos de "credibilidade"...Por motivos diferentes, mas iguais, eles tem a obrigação de serem dignos e "parecerem" dignos, como se dizia das mulheres dos senadores romanos.
Colega de 87

Edson Riera disse...

Todos Mortos,

Temos pessoas de bem e alguns entrando agora na política, ainda com sonhos. Mas, já caindo na real.

As mudanças necessárias têm que bruscas e radicais. Aí é que a porca torce o rabo. Alguns já entenderam o momento mas aceitam mudanças de forma bastante lenta e gradual.

Difícil encontrar um novo rumo.

Zelador

Edson Riera disse...

Colega de 87,

O caso do Aécio foi infinitamente pior por se tratar de um homem em quem depositamos confiança. O Waack errou feio. Mas imagino quantos pensam absurdos e ainda não foram pegos numa gravação em off.

Zelador