segunda-feira, 29 de agosto de 2016

BOLERÃO


Não diria que não sei dançar para não desrespeitar a minha primeira professora, a cara amiga Fátima Sarlas. Comecei com o Ray Connif. Mais ou menos um tipo de bolero. Dois prá e dois prá cá.
Daí em diante, na minha vida de dançarino, passou a existir somente o famoso 2x2. Conforme o rítmo, ia mais rápido ou mais lento. Valsa, samba, rock e até mesmo bolero, sempre no 2x2.
Enquanto necessário dançar, fui bem.
Afirma, o às vezes linguarudo Virgílio, que até twist eu dancei certa vez no Nova Aurora, no estilo 2x2.
Fazendo analogia: 
Mesmo com outras atividades, estou desde a manhã desta segunda-feira, ouvindo o questionamento e as respostas da Dilma no processo de Impeachment.
Quanto as respostas da ex-presidente, todas acontecem no estilo bolero. Dois prá lá e dois prá cá. Todas iguais. Umas aparentando calma e outras mais nervosismo. Umas curtas e outras longas.
Um bolerão ultrapassado.

Viver é Perigoso

TEMPERATURA ALTA EM MARIA DA FÉ


O povo da vizinha e aprazível Maria da Fé não pode reclamar. Com pouco mais de 12 mil eleitores, concorrem ao cargo de prefeito, nada mais e nada menos, que nove candidatos.

Participam do pleito: Alexandre, Carlinhos Braga, Dr. Antônio, Dr. Paulo, Patrícia, Paulo Francisco, Prof. Antônio Big Boy, Tete e Valdecir da Silva.

O nosso amigo, Dr. Antonio Dias, que durante muitos anos atuou como Delegado Regional é candidato pelo PPS.

Sucesso.

Viver é Perigoso

CAMPANHA ELEITORAL DENTRO DE IGREJAS


Avaliação e estudo do advogado Renato Almeida, sócio do escritório Renato Ribeiro de Almeida e professor de Direito Eleitoral da Faculdade Anhembi Morumbi, entrevista ao site JOTA.

Os políticos têm, agora, uma nova prática para conseguir votos e serem eleitos aos cargos que estão disputando: abusar religiosamente dos eleitores.

A prática, que não é tipificada na legislação eleitoral, geralmente é travestida de abuso de poder econômico.

Quando um líder religioso sede seu espaço para o político falar, é abuso econômico, e deve ser punido por isso. Ao mesmo tempo, configura um abuso religioso, já que há fiéis no local.

Outro modo que o candidato tem de abusar do eleitor é verbalmente. O político diz: " se votar você votar no candidato A, ele é maligno, tem pacto com o demônio e representa o mal, e quem faz isso merece o inferno'”. Essa maneira de abuso pode ser configurada como “grave ameaça. O eleitor teme a Deus, pressupõe por verdadeiras suas crenças, vai acreditar que votar no candidato vai trazer consequências à sua vida, e aí acaba votando em quem está ameaçando.

A falta de fiscalização, favorece que haja mais abuso religioso em eleições municipais, principalmente em cidades do interior. Os fiscalizadores da prática têm sido os próprios eleitores.

Na maioria das vezes o Ministério Público e o candidato adversário não está dentro do recinto religioso, e isso pode ferir os fiéis. É papel do eleitor que identificar o abuso procurar ou o promotor eleitoral ou o adversário para que haja denúncia. (Site Jota)

Viver é Perigoso

PARTICIPANDO DO VELÓRIO A CARÁTER


Viver é Perigoso

SINTOMAS DE DESONESTIDADE


O momento está a exigir um certo cuidado. Interessante leitura o livro "Decifrar Pessoas" - Jo-Ellan Dimitrius e Mark Mazzarella.

Os sintomas de desonestidade são:
  • Olhos que se movem muito e não se fixam.
  • Qualquer tipo de inquietação.
  • Fala rápida.
  • Mudança na voz.
  • Balançar-se para frente e para trás sobre os próprios pés ou na cadeira.
  • Qualquer sinal de nervosismo.
  • Uma versão exagerada do "estilo sincero, de sobrancelhas franzidas"
  • Suor.
  • Tremor.
  • Qualquer movimento que esconda os olhos, o rosto ou a boca, como colocar a mão sobre os lábios enquanto fala, esfregar o nariz ou piscar os olhos.
  • Passar a língua sobre os lábios.
  • Passar a língua sobre os dentes.
  • Inclinar-se para a frente.
  • Familiaridade inadequada, como bater nas costas, tocar outra parte do corpo e ficar perto demais (invadir o espaço pessoal).
Viver é Perigoso

IMPORTANTE DECISÃO


Muito embora, inexplicavelmente, não tenha sido considerada como uma importante player na comunidade itajubense, pela atual Administração Municipal, a Unifei é fundamental para nossa cidade.
Pobre governo que despreza o conhecimento.
Quase simultaneamente com as eleições municipais, realiza-se a eleição interna para a indicação do Reitor da nossa Escola.
Concorrem a reeleição, o atual Reitor Professor Dagoberto Almeida, e os Professores Paulo Shigueme e Paulo Waki.
Falamos de um orçamento anual, para a Escola de Itajubá e para o Campus de Itabira, beirando os R$ 200 milhões.
A atual Administração Municipal, colocou-se em rota de desacertos com a Unifei, no caso da incubadoras, do monitoramento de cheias e na dispersão de esforços no Parque Tecnológico.
O jornal "O Sul de Minas" conseguiu, de forma interessante, entrevistar dois dos candidatos. O atual Reitor, segundo o jornal, não quis participar da entrevista.
O Professor Shigueme foi Vice-Reitor do Professor Renato Nunes e tem como companheiro o Professor João Batista Turrione..
O Professor Paulo Waki, foi Vice-Reitor do Professor Dagoberto Almeida e tem como companheiro o Professor Luiz Antonio Alcântara Pereira.
De todos os conceituados candidatos, conheço melhor e há muitos anos, o Professor Shigueme, desde os tempos do Reitor Renato Nunes.
Da mesma forma expressada pelo Professor Shigume na entrevista, torna-se imprescindível a cooperação do Professor Renato Nunes.
Vamos ver. 

Viver é Perigoso

CANTINHO DA SALA

Ed Moses
Viver é Perigoso

PUXÃO DE ORELHAS


Você reclama dos deputados em Brasília. Com razão. Diz que o processo de impeachment foi um circo a céu aberto. E foi. Era voto pra mulher, voto pro filho, pros "corretores de seguro", pra "paz de Jerusalém". Para você, quase ninguém tem moral naquele lugar. E você está certo.
E a sua avaliação não termina por aí. Você também não suporta o Senado. Renan Calheiros, Fernando Collor, Jader Barbalho. A lista é infindável. E o cenário é o mesmo. Apenas 9% da população brasileira aprova o Congresso Nacional. Não é por acaso. A gente não bota a mão no fogo por ninguém nas duas casas.
E ainda há os prefeitos e governadores. Você vive reclamando deles. Não suporta o Eduardo Paes e o Pezão. Odeia o Alckmin. Faz piada com o Beto Richa. E isso pra não falar dos outros, menos conhecidos. Se nós juntarmos todos os prefeitos, de todos partidos, de todas as cidades, apenas 26% da população aprova suas gestões. Menos de um terço. Quase metade (43%) acredita que eles são ruins ou péssimos. É um circo dos horrores.
Agora, você sofre com as eleições. Celso Russumano, Marcelo Crivella, Marta Suplicy. É o fim do mundo. Você vive reclamando do absurdo que é o voto ser obrigatório, das propagandas intermináveis na televisão, da sujeira que essa turma deixa nas ruas.
Reparou? Você odeia esses caras e provavelmente passará os próximos quatro anos reclamando de quem for eleito. Vai dizer o óbvio: que a saúde não funciona, que a educação não presta, que a segurança é ineficiente, que o saneamento básico não existe, que as ruas são esburacadas.
O problema é que, como diz o Thomas Sowell, esses caras não chegam a essa condição à toa: o fato de que muitos deles alcançam sucesso eleitoral mentindo não é exclusividade deles, é também um reflexo nosso; quando a gente quer o impossível, somente os mentirosos podem nos satisfazer.
E esse é o grande paradoxo aqui: por mais que você não vá com a cara dessa turma, ao mesmo tempo passa a vida toda esperando que eles cuidem de cada passo que você dá - do nascimento à morte - ao custo de praticamente a metade do que você ganha por mês. É você que subsidia isso.
Até quando? O que raios ainda é preciso acontecer pra você se dar conta que tem uma relação bizarra e insustentável com a política? Quanto tempo ainda é preciso pra você se tocar que está dando todos os incentivos possíveis para formar uma casta de parasitas, entregando todo poder do mundo a eles de mão beijada?
Lembre disso nessas eleições. Não existe nenhum messias na política. Pare de fingir que você só alcançará uma vida digna terceirizando ela aos cuidados de outra pessoa. Não eleja políticos interessados em aumentar seus poderes ao custo de mais burocracia e dinheiro. Quase todos são eleitos prometendo a mesma coisa. A frustração depois é sua. A conta também.
Você já é grandinho o suficiente pra ter se dado conta disso: chegou a hora de deixar os contos da carochinha para as estórias infantis.
Rodrigo da Silva (publicado pela Dalva Feitosa Santana )
Viver é Perigoso

CÂMARA FORTE E INDEPENDENTE


Numa passada de olhos no jornal "O Sul de Minas" deu para bons nomes na disputa à Câmara Municipal.
A lista será estudada com mais atenção. Na certa, seriam bons vereadores:

Angélica Marinho, Fabrício, Vladimir, Capitão Silva, Fernando Bissacot,  Leoni, Chico Marques, Humberto,  Paulo Cesár, Christian da Finauto, Jorjão, Douglas Jiu-Jitsu, Cleber David, Marcelo Krauss, Wandir, Célia Rennó, Paulo Salomon, Dinarte Lopes, Pedro Afonso, Raimundo Silva, Sueli Lorena, Aldo Martinez, Edna Faria, Ricardo Zambrana, Thales Berti,Tenente Melo.

Como se tratou de uma olhada rápida, na certa, outros bons nomes não foram relacionados. A lista será corrigida. Nenhum daqueles que buscam a reeleição foram citados.
Importante não esquecer que o Legislativo é tão importante quanto ao Executivo. 

Viver é Perigoso