segunda-feira, 22 de agosto de 2016

PANAMÁ


Viver é Perigoso

THE DAY AFTER


Dia seguinte após o Senado Federal votar o impeachment da Presidente Dilma. Por razões que a própria razão desconhece, mais meia dúzia de senadores, além dos 18 tradicionais, resolveram votar contra o impedimento da Dilma.
Para surpresa geral, até dela mesmo, ela reassume o mandato.
Equipe econômica se afasta.
Dólar vai para R$5,00. Bolsa cai 10%.
Mercadante assume o Ministério da Fazenda. Mantega volta para o Planejamento. José Eduardo reassume o Ministério da Justiça. Gleici é nomeada para a Educação. Lidbergh entra para a Casa Civil.
Petrobrás perde o presidente. Katia Abreu indica os novos responsáveis pelo Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.
Temer se refugia no Palácio do Jaburu.
Lula assume o Ministério das Relações Exteriores.
Agora vai !

Viver é Perigoso    

MOMENTOS MÁGICOS



Tomou o barco na manhã desta segunda-feira, aos 94 anos, o gaitista belga Toots Thielemans, um dos grandes nomes do jazz.
Acompanhou, Benny Goodman, Charlie Parker e tocou com outros grandes nomes do jazz, como Miles Davis, Ella Fitzgerald, Frank Sinatra, Paul Simon e Billy Joel.
Seus solos de gaita figuram em trilhas sonoras de filmes como "Perdidos na Noite", "Os Implacáveis" e "Louca Escapada".
O músico gravou um álbum com Elis Regina em Estocolmo, na Suécia, em 1969. Intitulada "Elis & Toots", a parceria tem canções como "Wave", de Tom Jobim.
O contato com a bossa nova foi decisivo para o gaitista belga produzir, em 1992, a coletânea "The Brazil Project", em que gravou MPB ao lado de Chico Buarque, Caetano Veloso, Edu Lobo e Milton Nascimento.

Viver é Perigoso

ASSIM CAMINHA A IMPUNIDADE

Para blindar Toffoli, Janot cede à pressão do STF e suspende delação de Léo Pinheiro, da OAS.

Viver é Perigoso

MOÇA BONITA

Nora Mork - Noruega Olimpíadas
Viver é Perigoso

A HORA É AGORA !


Dificilmente veremos as entidades ACIEI e CDL manifestando sobre política em Itajubá. Com relação a Administração Municipal, jamais. À Estadual, nem que a vaca tussa. À Federal, longe e no momento meio acéfala, ainda podem dar umas cutucadas.
Todas se uniram, recentemente, para tentar influenciar e impedir o aumento do número de vereadores.
Juntos com 93% da população levaram a maior "banana" da história municipal, dada pelo Prefeito. Todos sabem que a bancada fiel da Câmara é obediente ao Executivo.
Já esqueceram. Caso ocorra outra decisão parecida, assistirão outra banana caprichada.
Estão certíssimos em não tomar posição partidária eleitoral.
Mas o momento é de exigir correção de rumo e registrar compromissos.
Dizem os entendidos, que a cada emprego gerado na indústria, pelo menos outros três são gerados no setor de comércio e serviços.
Emprego é renda. É consumo. É reativação. Segue em cascata, gerando mais recursos para o próprio município.
Onde falhou a atual Administração, que além de não influenciar na criação de nenhum novo emprego no segmento industrial, ainda foi incapaz de usar de criatividade para impedir o fechamento de milhares ? Quais as providências a serem tomadas pelo candidato, que prega um sucesso inexistente e continuidade administrativa ?
Distritos industriais 2,3,4,5,6 ? Parques tecnológicos em duplicatas ?
Quais os planos visando a geração de empregos dos dois outros candidatos.
Fica a impressão que as questões municipais, acabam sendo apenas apenas murmuradas em baixos tons de voz, quando das reuniões.
Temor de represálias é inconcebível, dada a força e importância do setor.
Que façam uma carta/compromisso aberta a ser firmada pelos candidatos ao governo municipal.
É o mínimo.

Viver é Perigoso    
      

DESFILE DAS CAMPEÃS


Festa de encerramento das olimpíadas foi como o Desfile das Escolas de Samba Vencedoras. Morno, arrastado, improvisado, previsível e perfeitamente dispensável. 

Clarin da Boa Vista


TOMAR OU NÃO POSIÇÃO ELEITORAL

Lógico que a realidade é diferente dos grandes jornais e dos grandes centros. Mas tentamos trazer a questão para o interior mineiro, onde no caso de Itajubá, Os jornais "O Sul de Minas" e o "Jornal da Cidade", pertencentes a mesma empresa, declarou em editorais o seu apoio ao candidato a prefeito, Dr. Ricardo Mello.
O Outro jornal da cidade, "Itajubá Notícias", ainda não se manifestou a respeito.

Tempos atrás, deu no site "Negócios de Comunicação:

É grande a tentação de seguir o que já faz há tempos a imprensa de outros países, principalmente dos Estados Unidos e Inglaterra, onde grande número de jornais e revistas, em datas próximas às eleições, publica editoriais manifestando apoio a candidatos.

No Brasil, nas eleições de 2002, o jornal O Estado de S. Paulo e a revista Carta Capital, em uma atitude pioneira no país, explicitaram sua preferência entre os presidenciáveis e lançaram algumas dúvidas nos meios jornalísticos: seria o início de uma tendência? Isso ajuda a aprimorar a democracia ou é o contrário? Como fica a relação com os leitores?

Afirmou o diretor de Redação Sandro Vaia, do Estadão:
"A motivação do Estadão ao assumir a preferência não foi uma tentativa de agradar aos leitores. "Ao declarar a sua preferência política em editorial, o jornal está manifestando a sua opinião, baseada em princípios, e isso não está sujeito à verificação em pesquisas com os leitores, pois não é uma questão mercadológica".

Questão clássica nas campanhas eleitorais, o fato de grandes jornais em sólidas democracias assumirem em editorial seu candidato predileto "é perfeitamente legítimo desde que a posição do veículo não contamine ideologicamente a cobertura factual, de forma a distorcer os fatos". O exemplo mais evocado desse modelo é o da revista inglesa The Economist, que assume posição política em seus editoriais e ao mesmo tempo é respeitada no mundo inteiro pelo aprofundamento de suas reportagens e confiabilidade de suas informações.

Pouco antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos em 2004, o jornal The New York Times declarou, em editorial, seu apoio ao candidato democrata John Kerry, seguindo a tradição do jornal, mesmo com o seu oponente, George W. Bush, em vantagem nas pesquisas. Mas não se trata de um alinhamento partidário. Décadas atrás, o jornal apoiou o candidato republicano Dwight D. Eisenhower e, na eleição seguinte, o democrata John Kennedy.

A grande maioria dos jornais regionais americanos tem o mesmo hábito, e não se pode negar sua grande influência nas zonas em que circulam. Bush e Kerry colecionaram dezenas de editoriais favoráveis, mas o NYT, pela sua influência em todo o país, é o apoio mais cobiçado. Outros jornais de peso, como The Washington Post, The Wall Street Journal e The Los Angeles Times, nunca deixam de anunciar sua posição.

No ano passado, na Inglaterra, os influentes Financial Times, The Times, The Guardian, a revista semanal The Economist e os populares The Sun e Daily Mirror apoiaram Tony Blair, que buscava seu terceiro mandato, enquanto os diários Daily Mail, Daily Express e Daily Telegraph pediram voto para os conservadores. Só o jornal The Independent, que é de centro-esquerda, ficou em cima do muro, porque antes apoiava Blair mas vinha criticando o governo desde a invasão do Iraque.

O jornalista Maurício Azêdo, presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), uma das instituições brasileiras que mais se empenharam na defesa das liberdades democráticas, apóia a explicitação do voto pelos meios de comunicação. "Acho bom jornais e revistas terem um posicionamento aberto em relação às questões políticas, ressalvando: "desde que mantidas a ética, a verdade e a qualidade das informações". Ele vê como "algo natural e até desejável" a manifestação aberta em espaço editorial da opção político-partidária dos veículos.

Já o diretor-executivo da Associação Nacional de Jornais (ANJ), Fernando Martins, diz que esse assunto "é questão interna de cada veículo" e que não cabe à entidade se manifestar sobre a linha editorial das publicações, mas acrescenta que a ANJ cuida para que sigam o código de ética, que entre outros princípios defende a independência, a liberdade de expressão e o livre exercício da profissão jornalística.

A Associação Brasileira de Revistas e Jornais (Abrarj), uma das entidades que representam os proprietários de meios impressos, concorda com a atitude tomada em 2002 pelo Estadão e pela Carta Capital. "Essa tendência é válida porque acaba com a história de enganar o leitor, colocando a posição nas entrelinhas das matérias, o que não é o certo. Uma vez declarado o seu voto, a revista ou o jornal são claros com o seu público", ressalta Walter Estevam Junior, presidente da Abrarj. A melhor receita, segundo ele, é dizer "nós apoiamos o candidato fulano" e "fazer uma cobertura honesta".

Nada para se comparar, mas apenas para ver que o posição adotada pelo Eng. Luiz Antonio Santiago, Editor Chefe dos jornais citados, não é nenhum absurdo e talvez seja mesmo, uma tendência.

Viver é Perigoso