sábado, 5 de março de 2016

GESTO PEQUENO


Hoje, de forma quase oficial, a Dona Dilma, despiu-se da Faixa Presidencial. Admite-se que já vinha pedalando aos trancos e barrancos.

Deixou a presidência, ao deslocar-se pateticamente para transmitir solidariedade a um cidadão suspeito de usufruir de bens originados de corrupção.

Cidadão, que dentro das formas da lei, como aconteceu com centenas de outros, foi conduzido  para prestar esclarecimentos ao Ministério Público do país por ela governado.

Que pedisse licença do cargo, tomasse um avião de carreira seguido de um táxi até São Bernardo do Campo e, de preferência, incógnita, apresentasse os seus sentimentos. Ainda assim, seria um gesto equivocado.

Ao contrário do que teimam em afirmar, não temos dois brasis.

A atitude escalafobética confirmou o que milhões de brasileiros já suspeitavam. Estamos falando apenas da inquilina do Palácio do Planalto.

Viver é Perigoso

LÍMPIDO, CLARO E CRISTALINO !

Nota de esclarecimento da força-tarefa Lava Jato do MPF em Curitiba

Após a deflagração da 24ª fase da Operação Lava Jato na última quinta-feira, dia 3 de março de 2016, instalou-se falsa controvérsia sobre a natureza e circunstâncias da condução coercitiva do senhor Luiz Inácio Lula da Silva, motivo pelo qual a força-tarefa da Procuradoria da República em Curitiba vêm esclarecer:

Houve, no âmbito das 24 fases da operação Lava Jato (desde, portanto, março de 2014), cerca de 117 mandados de condução coercitiva determinados pelo Juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba.

Apenas nesta última fase e em relação a apenas uma das conduções coercitivas determinadas, a do senhor Luiz Inácio Lula da Silva, houve a manifestação de algumas opiniões contrárias à legalidade e constitucionalidade dessa medida, bem como de sua conveniência e oportunidade.

Considerando que em outros 116 mandados de condução coercitiva não houve tal clamor, conclui-se que esses críticos insurgem-se não contra o instituto da condução coercitiva em si, mas sim pela condução coercitiva de um ex-presidente da República.

Assim, apesar de todo respeito que o senhor Luiz Inácio Lula da Silva merece, esse respeito é-lhe devido na exata medida do respeito que se deve a qualquer outro cidadão brasileiro, pois hoje não é ele titular de nenhuma prerrogativa que o torne imune a ser investigado na operação Lava Jato.

Trata-se de medida cautelar muito menos gravosa que a prisão temporária e visa atender diversas finalidades úteis para a investigação, como garantir a segurança do investigado e da sociedade, evitar a dissipação de provas ou o tumulto na sua colheita, além de propiciar uma oportunidade segura para um possível depoimento, dentre outras.

Superada essas questões, há que se afirmar a necessidade e conveniência da medida.

Após ser intimado e ter tentado diversas medidas para protelar esse depoimento, incluindo inclusive um habeas corpus perante o TJSP, o senhor Luiz Inácio Lula da Silva manifestou sua recusa em comparecer.

Nesse mesmo HC, o senhor Luiz Inácio Lula da Silva informa que o agendamento da oitiva do ex-presidente poderia gerar um “grande risco de manifestações e confrontos”.

Assim, para a segurança pública, para a segurança das próprias equipes de agentes públicos e, especialmente, para a segurança do próprio senhor Luiz Inácio Lula da Silva, além da necessidade de serem realizadas as oitivas simultaneamente, a fim de evitar a coordenação de versões, é que foi determinada sua condução coercitiva.

Nesse sentir, apesar de lamentarmos os incidentes ocorridos, poucos, felizmente, mas que, por si só, confirmam a necessidade da cautela, há que se consignar o sucesso da 24ª fase, não só pela quantidade de documentos apreendidos, mas também por, em menos de cinco horas, realizar com a segurança possível todos os seus objetivos.

Por fim, tal discussão nada mais é que uma cortina de fumaça sobre os fatos investigados.

É preciso, isto sim, que sejam investigados os fatos indicativos de enriquecimento do senhor Luiz Inácio Lula da Silva, por despesas pessoais e vantagens patrimoniais de grande vulto pagas pelas mesmas empreiteiras que foram beneficiadas com o esquema de formação de cartel e corrupção na Petrobras, durante os governos presididos por ele e por seu partido, conforme provas exaustivamente indicadas na representação do Ministério Público Federal.

O Ministério Público Federal reafirma seu compromisso com a democracia e com a República, princípios orientadores de sua atuação institucional.

MPF

Viver é Perigoso

COM A CORDA NO PESCOÇO


Ouvido hoje na Rua Nova:

O prefeito jamais deixaria de concordar com o reajuste salarial nos níveis oficiais, principalmente, num ano de eleições. Jamais.
Acontece que ele está impossibilitado por uma simples razão:
Lei de Responsabilidade Fiscal. Na certa o gasto com remuneração de servidores ultrapassou os 49% da receita corrente líquida, o tolerável pela LRF.

Blog: Pode ser. Alô Peter, enquanto está isso ?

Viver é Perigoso

JARARACA


COLOCANDO OS PINGO NOS IS


Bom dia Edson, 

Como leitor frequente de seu blog e de comentários que derivam de suas postagens, deixo-lhe alguns esclarecimentos sobre as eleições a ocorrer na ACIEI para a escolha de sua próxima Diretoria e conselhos, bem como sobre outros comentários que surgiram no entorno deste assunto : 

1- Eleições marcadas para o dia 15/04/16 , 19 hs, na sede da ACIEI. Informações a respeito serão divulgadas conforme determinação do estatuto. 

2- O candidato à presidência da diretoria, por indicação minha e aprovação da diretoria atual será o sr. Carlos Eduardo Alves , proprietário da Casa América. Até o presente momento não há manifestação de interesse de outros associados em pleitear este cargo e os demais, não havendo nada que impeça qualquer um de fazê-lo. 

3- O Sr. Carlos Eduardo é sim um amigo , como o são, os demais diretores e conselheiros, estando participando com importante auxílio nos últimos 4 anos do dia a dia da entidade. 
É um empresário de muito arrojo e inteligência , em quem , a atual diretoria aposta ser capaz de dar novo ânimo e vitalidade a entidade. Tem sua indicação exclusivamente pelo mérito . 

4- Por quê não há outras chapas ? O que (quem) impede a formação das mesmas ? Respondo : 
Nada nem ninguém impede a formação de outras chapas . 
É muito mais fácil reclamar o tempo todo do que se disponibilizar ao trabalho voluntário. Você participou ativamente da ACIEI e sabe que é trabalhoso para quem quer de fato contribuir com seriedade. É mais fácil. 
Para a velha guarda se queixar sob o anonimato do que se colocar em ação para modificar os pontos com os quais discordam. Todos são valentes e muito competentes sob o anonimato, poucos dão a cara e os braços para o trabalho. 
Há prazo hábil para a inscrição de chapas concorrentes . É necessário, no entanto , sair do conforto. 

5- Há evidente má vontade e mau caratismo , pois a crítica é sempre pesada e sem identificação, de um de seus leitores anônimos, com o gerente da ACIEI sr.José Geraldo Nadur .
Tem sido ao longo de muitos anos um excepcional funcionário , respondendo com seriedade sob as coisas ao seu alcance. Diferente do que tenta evidenciar este anônimo, gerente é gerente, diretor é diretor e presidente é presidente, não sendo esta ordem desrespeitada de forma alguma na Aciei. 

6- Aciei e Cdl tem mantido excelente relacionamento , lutando juntas e conciliando posições frente ao poder público. 
Se há mais de trinta anos deixaram de ser uma para serem duas, é responsabilidade dos que consentiram e foram inábeis em evitar a ruptura. Não faço parte desta época e desconheço o contexto e motivos. Penso que seriam mais fortes se fossem uma única entidade. 
Fato é que temos buscado a maior proximidade possivel a fim de assegurar uma representatividade única nas necessidades dos assuntos relacionados a nossos associados e assim desejamos continuar.
 
Obrigado, 
Um abraço 
Remy

Blog: Grato Remy por considerar o nosso espaço. Por mais singelo que seja o veículo, você dá um exemplo esclarecendo questionamentos diversos, mesmo que oriundos de comentaristas não identificados. 
Conheço o José Geraldo, sei de capacidade e dedicação. Pessoa de bem. 
Conheço o Carlos Eduardo desde o início da Cabelauto. Criativo e empreendedor. 
O clima eleitoral na Aciei é o mesmo desde a época do patrono Didi Pereira. Penso que a Cdl e Aciei podem e devem caminhar bem próximas e não necessariamente juntas. Os objetivos são comuns.
Mais do que nunca a cidade precisa de suas instituições empresarias. Iniciamos a travessia de um deserto árido com o sol a pino. 

Abraço.

Edson  

FIM DE FEIRA


Já assisti reunião de Associação de Bairro mais animada do que essa. Entrevista coletiva não foi, uma vez que o orador sucumbiria a primeira pergunta. A gente entende o aparente cansaço, após proferir uma palestra de 3 horas para a Polícia, Receita Federal e Ministério Público.
Mas atentem para a fotografia. Prestem atenção na galera que cerca o líder. Reparem na fisionomia. De onde teria saído esse povo numa sexta-feira à tarde. 
Uma quase certeza: Por enquanto, estão todos garantidos.

É a vida...

Viver é Perigoso