quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

MOMENTOS DE DECISÃO


Hoje na TV, Dilma contra o mosquito. Não tem como ir a favor do mosquito.

Clarin da Boa Vista

MOÇA BONITA

Paula

JOGADA ENSAIADA


Dando sequência a um comentário postado no "viver é perigoso", realmente a Câmara Municipal se reunirá, extraordinariamente, na próxima sexta-feira, véspera do carnaval.
Apreciará os Projetos de Lei 4.107 que trata do reajuste salarial dos funcionários do Legislativo Municipal. Será aplicado o índice de 11,28%.
Na mesma oportunidade será definido a reajuste, no mesmo índice de 11,28% sobre os salários dos Senhores Vereadores.
Segundo informações da internet as negociações entre o Executivo Municipal e os seus funcionários, ainda não foi definida. A Prefeitura teria oferecido de início, 3%. Parece que chegou a 5%, sem alcançar a concordância do pessoal.
Negociação difícil. Com a alegada falta de recursos poderia-se tentar manter o índice de 11,28%, aplicando-o de forma parcelada.
Quanto ao reajuste dos vereadores, em se tratando de ano eleitoral, podemos esperar de última hora uma concordância geral com reajuste zero. Sairão todos bem na fotografia.

Viver é Perigoso   

POR OPORTUNO...



"Há puxa-sacos que se esmeram tanto, com o passar do tempo se tornam tão hábeis em sua especialidade, que acabam vítimas de sua própria habilidade. Elogiam com tão profunda sinceridade, que o elogiado acredita piamente nas qualidades que lhe são atribuídas e, achando que o puxa-saco não está fazendo mais do reconhecer um mérito evidente, nem pensam em recompensá-lo pela puxada."

(Millor)

AGIR MAIS E FALAR MENOS


Ontem, terça-feira, cerca de 150 prefeitos ligados à Associação Mineira dos Municípios, se reuniram em um puxadinho na sede da entidade, em Belo Horizonte, para discutir uma fórmula para enfrentar a crise econômica. O mote do encontro foi “agir mais e falar menos”.
Os prefeitos transformaram o encontro na capital em um palanque de críticas voltadas ao governo federal.
Reclamaram bastante da queda de 22% de repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), do novo piso do magistério e do que classificaram como judicialização da saúde.
Atacaram ainda o veto da presidente Dilma Rousseff à proposta de repatriação de recursos e se posicionaram favoráveis à volta da CPMF, o imposto do cheque, se o recurso for repartido para os municípios. “Os municípios não têm dinheiro. A situação é de calamidade pública”, afirmou Antônio Júlio, presidente da AMM.
O prefeito de Pirapora, Leonardo Silveira (PSB), foi um dos mais ovacionados. Em discurso inflamado, “ensinou” os colegas a driblar a judicialização da saúde. Isso ocorre quando o cidadão procura e não encontra atendimento médico na rede municipal de saúde. Sem conseguir cirurgia, medicamentos e alimentações especiais, o cidadão tem procurado a Defensoria Pública e o Ministério Público. Esses órgãos, por sua vez, entram com ações na Justiça obrigando a prefeitura arcar com despesas.
Em Pirapora, no entanto, o prefeito Silveira tem se antecipado e a própria prefeitura vem patrocinando ações para incluir o Estado e União nas ações propostas. “É uma forma de compartilhamento de responsabilidade. Não podemos arcar com tudo sozinhos”, explicou o gestor, arrancando aplausos dos presentes. 

Blog: Não sei se o Prefeito da terrinha esteve presente no chororô. Por aqui ainda existe muita gordura para queimar.

Viver é Perigoso