quarta-feira, 17 de agosto de 2016

VENTOS DE GUERRA


Dentre todas as críticas que cercam a Administração Rodrigo Riera o desemprego, melhor dizendo, a não criação de, praticamente, nenhum emprego e o pior, a ausência de mobilização para a manutenção dos então existentes, deve ser a mais sentida.
Em termos nacionais, os números divulgados hoje pelo IBGE são trágicos.   

O desemprego subiu em todas as grandes regiões do país no segundo trimestre deste ano em relação mesmo período de 2015. Considerando todos os locais, a taxa ficou 11,3%, conforme pesquisa. No Sudeste foi observada a taxa de 11,7%.
Quanto ao gênero, a taxa de desocupação ficou maior para mulheres (13,2%) do que para os homens (9,9%). 
Independentemente do sexo, a maior taxa de desocupação foi registrada entre pessoas com ensino médio incompleto (20,6%). Para o grupo de pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi estimada em 13,2%.
“A taxa cresce para todo mundo, a taxa do jovem é mais alta, mas quando se olha em termos de variação de taxa, percentuais, a taxa cresce na população de 40 a 59 anos 43,2% (em um ano). Isso é preocupante porque um adulto que você demita você acaba arrastando parte da família dele para a desocupação.”

Falar para desempregados, e quem não conhece vários, de praça com fontes luminosas, asfalto e rotatórias tipo meia-boca, não cai bem. 
Os números, desta vez, do TSE mostram a composição do quadro de eleitores de Itajubá. Dos 71.828 eleitores, 37.412 são do sexo feminino. 
Jovens, de 16 a 24 anos, totalizam 10.663 eleitores.
São 47.019 os eleitores na faixa de 25 a 59 anos. Acima de 60 anos, são 13.605.
Depois de tantos anúncios e  promessas da implantação de empresas (curiosamente sempre em lotes de três), quem acreditará em novos anúncios.
Um assessor do atual governo afirmou que estavam com dificuldades para atender a quantidade enorme de empresas interessadas em se instalar na cidade.
Terão a oportunidade de explicar. Justificativas, tipo dólar, marolas, crise global, estão batidas demais.  A crise existe, sem dúvida, mas deixaram de fazer o dever de casa.  

Viver é Perigoso










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