terça-feira, 9 de agosto de 2016

FAZENDO O DIABO


Filme antigo de final imprevisível. Autoridades buscando a reeleição, como disse a ex-presidente Dilma Rousseff, em 4/3/2013 em João Pessoa, na Paraíba, podem não ter limites:

"Podemos fazer o diabo quando é hora de eleição".

Como todos sabem, o final daquele filme foi em princípio alegre para ela e seus aliados e se mostrou triste para os brasileiros. Comprovadamente, mentiu e fez o diabo para ser reeleita.

Não deixa dúvidas, que no Brasil de hoje, reeleições são as raízes de todos os males. Em busca delas passam quatro anos fazendo o diabo.

O engôdo se evidencia por ocasião do ano eleitoral. 

Temos por costume, guardamos uma reserva para os festejos do natal e do ano-novo. Filhos fazem provisões para adquirir uma lembrança para os dias do Pais. Namorados poupam para providenciar um mimo para os amados.

Políticos com cargos não costumam economizar para providenciar enfeites, camadas finas de asfalto, pinturas de ruas, rotatórias improvisadas, flores e sinais de trânsito, para impressionar os eleitores, para quando chegar o dia do voto. Impressiona os distraídos.

Muitas das providências são úteis. Por que não foram providenciadas antes ?

Sempre acontece e continuam nos tratando por bobos. Só têm olhos para o nosso voto e para consegui-lo, fazem o diabo.

Devem rachar de rir, quando entre eles.

É a vida...

Viver é Perigoso  

    

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