terça-feira, 8 de março de 2016

DIA INTERNACIONAL DA MULHER


Falo da Dnª Gaby, ou com mais respeito, da Sra. Gabriela de Moura Fonseca, filha do Sr. Braz Moura e da Sra. Maria Severina.
Casada com o Sr. José Fonseca, proprietário da afamada Casa Fonseca.
Vinda de Paris, sob as recomendações do seu filho Euclides Fonseca, chegou de navio ao Rio de Janeiro.
Foi conduzida imediatamente para Itajubá, onde lhe esperava a sua morada definitiva.
Desde essa época é vista entrando em sua capela, com fisionomia austera, figurino sério e cabelos em coque.
Nunca ninguém a viu sem estar portando um guarda-chuva, sempre fechado, pendurado nos braços.
Oficialmente jamais deixou a sua moradia, embora os mais idosos relatam que já foi vista, em madrugadas gélidas de inverno, caminhando nas proximidades da Igreja Matriz de Soledade. Sempre lentamente, envolvida pela densa neblina.
É uma mulher de peso. Pudera, é de bronze.

Viver é Perigoso

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