quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

ERRAMOS !


Certamente preocupada, a reportagem do Itajubá Notícias foi saber como andam três obras da atual administração que ainda estão em andamento (?). São elas: Teatro, Parque Municipal e Aeroporto.

Blog, ajudando esclarecer sobre "as obras da prefeitura em andamento":

1 - O Aeroporto, imaginava-se que todos sabiam, não é obra da atual administração. É obra do Estado de Minas. As obras estão paradas, na certa, por falta de recursos. Procurado pela reportagem o Secretário de Planejamento da prefeitura, Sr. Pedro de Moraes esclareceu que o Governo de Minas é que tem acesso e informações sobre o andamento das obras. Praticamente afirmou que isso não é problema nosso. Deve sair lá pelo ano de 2018.

2 - O Teatro foi construído pela Plasinco, dona da Cabelauto, em troca das instalações da Cabelte. Como bons negociantes, os empresários deixaram os administradores municipais falando sozinhos. Não constou do contrato itens fundamentais de um teatro, como iluminação, som e infraestrutura de palco. A prefeitura está comprando e gastando mais ou R$ 1 milhão. Seria um negócio. Deve sair dentro do prazo permitido pela Lei Eleitoral.

3- O Parque Municipal foi anunciado como doação da Helibras para a cidade. Acabou, devido a crise, virando uma doação do projeto. Deve ser construído por uma empresa local, vencedora da licitação, que deve pagar R$ 300 mil pela exploração da área (120.000 m2) por 25 anos, prorrogáveis por mais 25 anos. O serviço de infraestrutura, água, luz, esgoto, etc, será por conta da prefeitura. Quando começa ? já seria querer demais.

Viver é Perigoso   

19 comentários:

Anônimo disse...

Bastiaozinho quer desapropriar o DA Unifei, procede ?
Vespeiro se agitando...

Edson Riera disse...

Anônimo das 14:57 horas,

Não ouvi falar do assunto e adiantando, não gostei.

Zelador

Anônimo disse...

Tem mais, o Yuracam vai mudar de dono tbem.

Anônimo disse...

O "independente" Rodrigo Marqez Marinho Ribeiro, anda pras bandas de sao paulo, encontro com o tio Gerarrrdddooooo.A$$unto$ diversos. Ta feia a coisona.

Anônimo disse...

Como um veículo de comunicação informa que a obra do aeroporto é da prefeitura, sendo que todo mundo sabe é do Estado.
Quando isso vem do site da prefeitura, tudo bem (nem tanto), por que é jogo político, mas de um veículo que se diz independente. É feio demais.

Anônimo disse...

Mensagem AD-UNIFEI:
Caros alunos e ex-alunos, há um tempo surgiram boatos de que a Prefeitura de Itajubá tem a intenção de desapropriar o prédio em que hoje funciona nossa Sede Social, o Bar Cultural.
Para quem não conhece essa prática, a desapropriação consiste em um procedimento em que o Poder Público despeja os proprietários de um bem móvel ou imóvel adquirindo-o para si, justificando previamente a ação por utilidade ou necessidade pública e interesse social. No caso de desapropriação, o antigo proprietário é indenizado com um valor equivalente do imóvel para suprir a perda de sua propriedade. Esse ato do Poder Público tem caráter compulsório, isto é, não cabe ao proprietário aceitar ou não a desapropriação, depende apenas dos fins pelos quais ela foi estabelecida e do cumprimento das etapas do procedimento.
Bem, vamos ao nosso caso...
No dia 18 de novembro de 2015 o Presidente do DCE UNIFEI em reunião com o Prefeito de Itajubá tomou ciência da verídica intenção de desapropriação de nossa Sede. Até o momento, a declaração de desapropriação não foi efetivada e não há data prevista para ser, portanto, ainda não há nenhuma certeza de que essa venha a acontecer (e caso aconteça, o processo é demorado).
Porém, a partir dessa informação, a Diretoria do DCE tem discutido, estudado e se dedicado ao assunto para compreendê-lo melhor e traçar um planejamento para tratar do assunto de forma preventiva. Assim, a diretoria discutiu e estabeleceu o que - para nós - são pontos positivos e negativos em relação à desapropriação:
● Pontos Positivos: possibilidade da construção de um novo prédio com melhor infraestrutura;
● Pontos Negativos: perda do patrimônio histórico do Diretório e do corpo discente da UNIFEI; incertezas em relação as garantias financeiras para a construção de um novo prédio, considerando um futuro e desconhecido cenário econômico.
Diante desses pontos e da falta de informações exatas, até o presente momento, o posicionamento da atual Diretoria do DCE UNIFEI (Gestão 2015/16) é CONTRÁRIO a desapropriação.
Há ainda muitos questionamentos em relação ao assunto (e por isso, até o momento ,dificilmente conseguiremos responder algo além do exposto nesse texto) e desconhecimento do que virá a acontecer, no entanto, acreditamos que o assunto tem imensa importância para a comunidade UNIFEI e por isso a necessidade de expor o fato a todos vocês. Achamos justo que todos saibam dessa possibilidade para que possamos conhecer os pontos de vista, estabelecer novos pontos positivos e negativos e quem sabe unir forçar para lutar por aquilo que for a vontade dos alunos.
Assim, pedimos para que expressem suas opiniões através do link: http://goo.gl/forms/Iw3rDrEkht e periodicamente iremos atualizar as vantagens e desvantagens sobre o assunto através da página.
Faz parte também do nosso planejamento a discussão aberta e presencial do assunto assim que as aulas voltarem. Durante as férias estudaremos melhor o caso e continuaremos consultando especialistas e ouvindo as opiniões dos alunos e ex-alunos da nossa UNIFEI.

Anônimo disse...

* Mensagem DA Unifei

Anônimo disse...

Ex alunos e alunos vão soltar o slogan:
" Se o DA fechar, no RR não vamos votar".
Merece uma nota da prefeitura urgente, do tipo "Panos Quentes"

Edson Riera disse...

Anônimo das 15:46 horas,

O campo do Yuracan é excepcionalmente bem localizado. Não tem e creio que não terá mais uso co mo campo de futebol. Os tempos mudaram.

Com um projeto bem feito (o que não é o forte da atual administração) a prefeitura poderia estudar uma troca, construindo outro campo para o Yuracan num local mais retirado e que servisse de arena para shows, proporcionando renda para o clube. Numa parceria PPP, TRANSPARENTE, poderia ser construído um centro comercial a céu aberto, com lojas, restaurante e até escolas.

Zelador

Anônimo disse...

Parque Municipal é absolutamente inviável economicamente.

Caso houvesse, atualmente, interessante fluxo de pessoas que justificasse a instalação de bares e afins, ainda assim não se pagaria.

O investimento previsto para todo o projeto chega perto de 7/8 milhões. Recuperar tudo isso em 15 anos, com bilheteria, bares e aluguel de quadras e pistas não me parece atrativo. Bem, isto é do ponto de vista econômico normal.

Vai que tem coisa por ai que não sabemos.

Ps1. A prefeitura vai custear toda infraestrutura necessária antes da empresa iniciar seus trabalhos. Sabe quando vai sair ? Depois que o aeroporto ficar pronto. Com que dinheiro ?

Ps2. Restaurante popular a R$ 2,00, Quantos meses a prefeitura aguenta ? Como vai bancar o subsídio ?

Ps3. Como diz o Zelador: eles estão lascados.

Edson Riera disse...

Anônimo das 19:26 horas,

Pode ser que tudo o que aprendemos na escola e na vida estava errado. O ganhador da licitação (?) do parque, de imediato teria que cercar com alambrado o perímetro da área total de 120 mil m2 . Se for a área que fica atrás do teatro, um aterro se faz necessário. Sei lá...

Zelador

Edson Riera disse...

Anônimo das 16:35 horas,

Vamos verificar se procede o interesse da Prefeitura em desapropriar o nosso DA.

Zelador

Anônimo disse...

Nossa gente!!! Bastiãozinho está a milhões de quilometros a frente de você. Enquanto vocês ficam discutindo quem vai plantar o milho, bastiãozinho já está com o bolo (licitação) pronto. kkkk

Edson Riera disse...

Anônimo das 10:03 horas,

Bolo de milho vá lá. Não pode é de laranja.

Zelador

CHRISTIAN DA FINAUTO disse...

"Caros alunos e ex alunos da EFEI, este post tem como objetivo explicar e desmentir boatos sobre a desapropriação do D.A.EFEI, peço que leiam com atenção, pois vou explicar a história sem espaço para mal entendidos.

No ano de 2012, eu era o atual presidente do D.A.UNIFEI, coincidentemente foi um ano de eleições municipais, e nós fomos procurados pelo então candidato a prefeito Rodrigo Riêra, o objetivo da conversa foi único e simples: Propor um modelo de Vila Universitária (Um condomínio construído na cidade, específica para alunos da UNIFEI), no entanto para viabilizar a construção do mesmo, seria preciso a desapropriação de algum terreno na cidade que fosse compatível com tal projeto.

Em outubro do mesmo ano, Rodrigo elegeu-se prefeito de Itajubá, consequentemente demos andamento à conversa sobre a construção de uma Vila Universitária. Estudamos diversas maneiras de colocar o projeto em prática, e dentro destas maneiras cogitou-se a desapropriação do D.A.UNIFEI, para que no espaço fosse feito um grande centro cultural e esportivo, em contrapartida a prefeitura doaria um terreno, com capacidade para a construção de 16 blocos de apartamentos, sendo 04 por andar e prédios de 03 andares, com capacidade para abrigar 1536 estudantes em fase inicial, os apartamentos seriam construídos pela iniciativa privada e locados para os alunos da EFEI, além disto seria construída ali também uma nova sede para o diretório e seria disposto também um terreno com estrutura para a realização de formaturas e shows ( A nova sede e o terreno seriam construídos e passariam a compor o patrimônio do diretório). No entanto isso só ocorreria mediante aprovação dos alunos e ex-alunos, sendo que também a mudança de local só se daria após a construção de todo o complexo.

Começamos então neste ponto a realizar a procura de terrenos compatíveis para abrigar toda a estrutura. Durante esta procura ficamos acordados que caso fosse encontrado terreno compatível a prefeitura elaboraria um projeto e então o diretório com este projeto em mãos o apresentaria para a comunidade EFEI (Alunos, ex alunos e dirigentes da universidade).

No entanto a cada dia passado ficava mais difícil arrumar algo com valores e tamanho viáveis, a prefeitura optou por interromper o projeto e buscou projetos que pudessem ser equivalentes em impacto esportivo e cultural. No caso do projeto esportivo, a prefeitura focou em obter a concessão do ITC (Clube localizado em frente ao D.A. e pertencente até então a UNIÃO) e para o complexo cultural a construção do teatro municipal. Ambos os projetos foram colocados a frente e se mostraram bem sucedidos. No final de 2013 a prefeitura fechou uma parceria de permuta com a empresa PLASINCO dando início a construção do teatro em troca de um galpão pertencente ao município e em 2014 foi obtida a concessão do ITC para a realização do projeto esportivo. Desta maneira o projeto da construção da vila universitária e da desapropriação do D.A. passou a não ser viável para o município.

Toda esta conversa não foi exposta na época para não gerar especulações e intrigas, só iríamos colocar isso em evidência para a comunidade EFEI caso houvesse viabilidade da execução do projeto, e reafirmo, este só seria executado se houvesse interesse da parte da comunidade EFEI.

Bom, a fim de confirmar tudo isto, me reuni com o Prefeito hoje pela manhã e ele reiterou o desinteresse do município pela desapropriação do diretório.

Qualquer dúvida sobre este assunto, podem entrar em contato direto comigo, que terei o prazer de explicar pessoalmente a cada um, sem deixar espaços para dúvidas. Garanto aos alunos e ex-alunos que as boas recordações daquele espaço, se encontram e encontrarão preservadas."

João Paulo Ferreira
Ex presidente D.A.EFEI

Anônimo disse...


Via ADUnifei:

"Prezados



Tomei conhecimento dessa possibilidade absurda e já me comuniquei verbalmente com o presidente do DA, com o qual me reunirei pessoalmente assim que o mesmo retornar das férias. Seguramente, a Unifei, por meio de sua reitoria, se manifestara oficialmente contra qualquer ação no sentido de desapropriação da sede de nosso DA. Aventar essa possibilidade ė desconsiderar nossa história.



Prof Dagoberto de Almeida

Reitor - Unifei "


Edson Riera disse...

Anônimo das 11:46 horas,

Não sabemos se procede a Nota do Professor Dagoberto, com a qual concordamos integralmente. Tomada de posição objetiva.

Que bom.

Zelador

Anônimo disse...

A nota do professor Dagoberto procede sim, enviada pelo email dele da reitoria aos milhares de ex-alunos da Unifei.

Edson Riera disse...

Anônimo das 21:24 horas,

Muito bom.

Zelador