segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

DESPENCANDO !


PORQUE NÃO JUNTOS ?


Do Celem, para pensar.

Já postamos algumas vezes aqui nossa opinião sobre a falência dos nossos sistemas político e administrativo público. 

"No caso da administração pública existe uma luz no fim do túnel. Tratar-se da iniciativa Juntos pelo Desenvolvimento Sustentável que une ações das prefeituras, sociedade civil e empresas com a adoção de conceitos da iniciativa privada na gestão pública. 

A organização do arranjo é da Comunitas (comunitas.org.). 

Exemplos de empresas participantes do grupo de governança (madrinhas): Itaú – Unibanco com Ricardo Vilela Marino, Votorantim com José Ermírio de Moraes Neto, Grupo Cosan com Rubens Ometto, Grupo Globo com José Roberto Marinho, CPFL com Wilson Ferreira Jr. etc. 

Requisitos para a parceria: político ficha limpa, em 1º mandato, técnicos nas secretarias municipais, aceitar o equilíbrio das receitas/despesas, abertura da gestão, compartilhamento das experiências. Municípios com resultados palpáveis: Campinas, Curitiba, Pelotas, Teresina, Juiz de Fora, Paraty, Santos e um consórcio de 5 cidades liderado por Itirapina – SP.

Áreas de atuação: pilar “zero” é o equilíbrio fiscal, mais saúde, educação, saneamento, recadastramento dos imóveis, capacitação de funcionários, etc. 

Em vista da crise já instalada e a certeza da piora do quadro, não seria uma saída? Será que toparíamos aqui na terrinha ?"


Celem

Blog: Um político de visão veria como uma saída. Quase a única. Os políticos antigos jamais aceitarão. Julgarão ser um intrometimento na seara que julgam ser de sua propriedade.

Grato, Celem.

Viver é Perigoso

CODIGO VOYNICH


Pela primeira vez, e além das reproduções mais ou menos bem-sucedidas elaboradas no passado, o "Código Voynich" terá sua cópia.
A editora espanhola Siloé, com sede em Burgos, foi escolhida pela Universidade Yale entre aspirantes de todo o mundo para clonar o manuscrito. Siloé, uma editora especializada há 20 anos em clonar com igual zelo em sensibilidade e rigor livros de épocas medievais, volumes miniaturizados, códigos, cartulários de toda espécie.
Os segredos do Código Voynich permanecem sem respostas. 
Há mais de um século o código, descoberto de forma casual em 1912 pelo livreiro lituano Wilfrid Wojnicz entre as prateleiras da Villa Mondragone, uma mansão perto de Roma que pertenceu à família Borghese, continua passando por cima da lógica científica e ocasionando a mesma dose de hipóteses descabeladas e tentativas sérias de resolução. Não se sabe quem o escreveu nem quem o ilustrou, nem com que intenção. Não se sabe em que idioma está escrito.
Trata-se de um enigma em forma de livro antigo e desordenado de 234 páginas e 22,5 por 16 centímetros, que há 50 anos dormita nas estantes da Biblioteca Beinecke, da Universidade Yale, à espera de que alguém desvende seu mistério.
Caderno botânico de plantas inexistentes? Tratado cosmológico? Obra de iniciação esotérica? Código élfico? Livro cabalístico? Relato bélico? Catálogo de poções para magia? Solução anticoncepcional para mulheres medievais pecadoras? O diário de um extraterrestre? Estudo sobre a transmutação da pedra filosofal?
Paradoxalmente, o caso do "Código Voynich", um livro de 600 anos de idade, tem o poder de nos fazer voltar à infância por sua indecifrabilidade; por não poder ser lido, é meramente contemplado, do mesmo modo que uma criança contempla um gibi ou um livro quando ainda não aprendeu a ler. E é isso: o mundo ainda não aprendeu a ler o Voynich. E veremos se um dia aprenderá...
El País

Viver é Perigoso

BOCA NO TRAMBONE


Por mais estranho que soe, um dos maiores colabores da atual Administração Municipal, em princípio e aparentemente, atua na oposição. Falo do Christian Marcel Santos, ativo participante dos Grupos do Facebook da terrinha.
Esclarecendo: O Christian, com certeza atendendo a internautas, localiza, fotografa, publica sobre locais e também sobre serviços carentes de atenção e atendimento melhor por parte da Prefeitura.
A reação é imediata do pessoal mais próximo do poder. Descem a lenha no operante cidadão.
Passados poucos dias, com justiça e ironia, o Christian Marcel Santos, publica nova foto do local, desta vez, com os evidentes sinais das providências tomadas pela Administração.
Não está bom ?
A Prefeitura tem dificuldade de saber tudo o que passa e alguém se propõe a dar o alerta e botar a boca no trombone. Teria expectativas políticas ? Claro. O que teria de errado ?
Mantendo o estilo e a independência, já que também cobra transparência, questiona números e prioridades, poderia vir a ser um bom vereador.
Um dia, nesse Brasil varonil, a situação irá descobrir o valor da ajuda vinda pela critica.
Não sigo e não leio sempre, mas nunca vi nenhum desrespeito, exceto vindas dos contrariados.
É a vida...

Viver é Perigoso 

ENCERRAMENTO DA TEMPORADA


Sempre gostei de palcos. Desde o existente, em priscar eras, no Pavilhão da Iª Igreja Presbiteriana de Itajubá. Foi lá, quando as cortinas de veludo vermelho se abriram, menino ainda, fiquei encantado com a música Jambalaya (On the bayou), dublada por uma linda menina imitando, mais tarde vim a saber, a Brenda Lee. O encantamento foi tanto, que certa vez, em Nashville, de posse do endereço, pedi que o taxi passasse em frente da sua residência. Coisas de fãs antigos.
Esclarecendo, gosto de palcos a partir do ponto de vista da platéia. Jamais subi em um.
O mesmo parece acontecer com os rapazes da família. O João, já com seus bem vividos 7 anos, sempre fugiu das cerimônias das escolas e igrejas.
Na semana passada chegou a vez do Mateus. Até que adentrou ao palco junto com os colegas. Sob as luzes da ribalta, travou feio. Aparentemente sentiu-se no lugar errado e na hora mais ainda.
No último sábado estava programada a estréia do Luc. E não era pouco não. Direto do Teatro Elis Regina, no Anhembi.
Prudentemente, decidiram que ele participaria de um quadro, sem a utilização de nenhum traje especial. Vestido com roupas normais, como de hábito.
Imagino que os ensaios foram muitos. Em tempo, o Luc está com 3 anos.
Locutor profissional, luzes e som de primeiro mundo. Após um número para aquecer o enorme, atento e exigente público, registre-se, independente e crítico, constituído de implacáveis país, avós, tios e irmãos, fez-se silêncio.
Com sua bela voz, a locutora anunciou:
- Pedimos que a mãe do Luc Riera Rocha compareça ao camarim principal.
Murmurei baixinho para a Sonia, sentada ao meu lado:
- Sujou.
Dito e feito. Na hora do "pega prá capar", um dos nossos artistas prediletos empacou feio. Nem a Mãe, nem artifícios do Eduardo Cunha, nem o Japonês a serviço do Moro, o fariam mudar de opinião.
Definitivamente, nossos meninos não nasceram para brilhar sob a luz dos holofotes. Com certeza brilharão, mas não nos palcos.
Toda a esperança e os olhares voltaram para a doce Sofia. Mais desinibida, na certa provocará os nossos estocados aplausos.
Do Davi e do Tito, avessos ao grande público, em termos de palcos, não temos grandes esperanças. Sérios além da conta.
É a vida...

Viver é Perigoso    

MOÇA BONITA

Yasmin