quarta-feira, 21 de outubro de 2015

NOVO INQUILINOS À VISTA


Algo no ar sobre novos e importantes nomes a serem recolhidos em Curitiba. Limpeza acelerada em algumas celas.

Clarin da Boa Vista

PRÁ PENSAR




A violência da flecha dignifica o alvo.

Roberto Campos

VENTOS DE GUERRA


Como dizia o Dr. Magalhães Pinto, do alto de sua experiência: 
"Política é como nuvem. Você olha e ela está de um jeito. Olha de novo e ela já mudou."
As eleições municipais do próximo ano serão diferentes. Imprevisíveis, principalmente face as modificações da Lei Eleitoral e lógico, devido aos momentos que estaremos vivendo na ocasião.
Teremos fortes influências da situação econômica. Possívelmente, com a econômia no fundo do poço. Desemprego, comércio em baixa, indústria estagnada, recursos, federal e estadual, reduzidos.
Povo insatisfeito atirando a culpa nos políticos ocupando cargos. Desde prefeitos, até vereadores. Reeleições só com muita habilidade e grandes atuações em 2016.
Partidos, sem nada para dizer, aos montes. 35 legalizados. Quase a soma dos times de futebol participantes da 1ª e 2ª divisão do Campeonato Brasileiro.
Iremos precisar de lupa para identificar o nome (obrigatório) do Partido do candidato nos "santinhos" dos candidatos.
Gastos e tempos de campanha diminuídos. Proibição de financiamento empresarial. Caixa 2 correndo lascado com elevados riscos. A farra dos 17 vereadores.
Olhando para as nuvens hoje, reina solitário o Prefeito Rodrigo Riera. Talvez, não pelo apoio da maioria da população, mas por nenhum dos seus tradicionais adversários parecem ter disposição para o gasto inevitável de recursos e tempo.
Há muito não temos o surgimento de novas lideranças. Nada de novo entre os atuais secretários, vereadores, professores, industriais, médicos, economistas e comerciantes. Entre os últimos poderia emergir como esperança, o Remy, Presidente da Associação Comercial.
Se nuvens negras se acumularem em BH, sobre o Governador Pimentel, também citado em denuncias, pode surgir na terrinha e equilibrar o jogo, o Deputado Ulysses Gomes, desde que deixe o seu abatido PT em segundo plano.
Lembrem-se. Na terrinha não se vota em partidos, mas em nomes.
Dos atuais vereadores, imagino que apenas o Dr. Ricardo seria reeleito, com qualquer tipo de nebulosidade.
Muitos cidadãos já se movimentam como futuros candidatos a vereador. Alguns muito bons, em princípio. A internet tem mostrado gente nova, corajosa e participante.
Mais uma vez, esqueçam partidos. Não dizem, como aí estão, absolutamente mais nada.
A falta de recursos para a saúde, educação e segurança, dificultará a vida de muita gente.
O que fortaleceria a atual administração, além das obras de revitalização do Centro e da negociação do Teatro com a Cabelauto, seria uma forte demonstração de interesse na redução de custos. Abrir um procedimento de informações e transparência ainda não vistos, reconhecer o valor do trabalho de adversários, restabelecer a participação efetiva da sociedade nos Conselhos Municipais, passar a conjugar os verbos na primeira pessoa do plural, liberar a Câmara Municipal do jugo, impedir o leilão de bens públicos, soltar as amarras de BH e dos deputados da região, privilegiar empreendedores locais, aproximar-se de forma forte do segmento industrial local.
Primeiro, tentar salvar os empregos existentes, depois, buscar novos.
Fazer o que a Dilma não tem conseguido: Admitir erros.
Fácil.

Viver é Perigoso
  

SÓ BLUES

MOÇA BONITA

Yoná

ANÔNIMOS, UNI-VOS !



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Entendemos perfeitamente o direito do anonimato, mas sugiro que tentem, pelo menos uma vez, vir à tona.
Proporciona uma sensação boa.

Viver é Perigoso 

ENQUANTO ISSO...


IRRESPONSABILIDADE


"...nas favelas que se multiplicam por todo o País se encontram hoje barracos devidamente equipados com geladeira, televisores moderníssimos, às vezes até mesmo carros populares e outros objetos de consumo, mas quando saem porta afora as pessoas não encontram escolas, postos de saúde e hospitais decentes, transporte público eficiente e barato, segurança adequada, emfim, os bens sociais que são muito mais essenciais a um padrão de vida digno do que os bens de consumo que lhes oferecem a ilusória sensação de prosperidade. Essa política econômica populista e intervencionista, que, como hoje se constata, não tinha possibilidade de se sustentar sobre pés de barro e provocou a grave crise..."

Estadão 

Viver é Perigoso