quarta-feira, 8 de abril de 2015

BATERIA PRINCIPAL



Vale a pena ouvir e ver uma mágica bateria como protagonista. Raro.

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I´M NO ANGEL




Blog: I'm no angel em referência aos anjos da Victoria's Secret. Para nós também são anjos.

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ASFALTAMENTO SEM EMPREITEIRAS

 
Informações dão conta que a Prefeitura de Itajubá está avançando com a montagem de uma Usina de Asfalto na terrinha.
A notícia dada hoje nos jornais de Belo Horizonte pode ter tudo a ver ou nada a ver.
Veremos.
 
"Um dos primeiros programas de destaque que o governador Fernando Pimentel irá apresentar será o de asfaltamento de estradas. O projeto terá o diferencial de não ter a contratação de empreiteiras. As obras serão executadas em parceria com prefeituras e associações microrregionais dos municípios.
Afirmou o Secretário Helvécio Magalhães, que os detalhes do programa de pavimentação serão divulgados em maio, por Pimentel, durante um encontro com prefeitos de Minas.
“Nós vamos utilizar, no sentido adequado, as estruturas das associações microrregionais de prefeitos. Isso vai resultar em consórcios públicos, vai dar um dinamismo microrregional muito grande, otimizar recursos, e vamos entrar com todos os insumos”, afirmou.
De acordo com o secretário, os prefeitos – que, assim como o Estado, passam por dificuldades financeiras – não terão grandes despesas na parceria. “Vão (os prefeitos) usar pequenos recursos mais para ajudar as associações”, afirmou.  
De acordo com o secretário, o formato “vai baratear muito hoje o custo dos quilômetros de asfalto”.
Político. Pimentel não deve ter dificuldades para implementar o projeto. A Associação Mineira de Municípios (AMM) é comandada pelo aliado Antônio Júlio (PMDB), prefeito de Pará de Minas. "
 
Como os poderes públicos federal, estadual e municipal estão completamente desacreditados, ficamos sem saber se funcionará ou não. De certa forma é um retorno à estatização.
 
ER

PMDB ASSUME

 
Decidido em Brasília: Dilma cuidará do Ministério da Pesca e o PMDB tocará os outros.

Clarin da Boa Vista

LIVRO, PRESENTE DE AMIGO

Símbolo do arbítrio e dos crimes de um regime, o Destacamento de Operações de Informações - DOI, ocupava (de 1969 a 1991), em São Paulo, um terreno entre as Ruas Tutóia e Tomas Carvalhal, no Paraíso (só o nome do bairro). Ganhou dos militares e policiais que lá trabalharam o codinome de "Casa da Vovó".
O outro lado da história,  contada por 25 homens e mulheres que trabalharam no DOI e testemunharam as atrocidades ocorridas nos porões da Ditadura Militar. Trabalho do jornalista Marcelo Godoy (Editora Alameda) - 612 páginas importantes para se conhecer um pouco mais do país. 66 pessoas foram mortas, das quais, 39 sob tortura após a prisão e outras 27 depois de gravemente baleadas.
Um rápido balanço: A ditadura foi responsável pela morte de 400 pessoas em combate, executadas ou em consequência da tortura. Os grupos de esquerda teriam feito uma centena de vítimas. Houve ainda 6.016 denúncias de tortura contra os órgãos de repressão. Nos anos que se seguiram ao golpe de 1964, 50 mil pessoas foram presas. Dez mil conheceram o exílio durante a ditadura, 6.592 militares foram punidos - a maioria por defender a democracia e a legalidade constitucional -,  4.862 pessoas tiveram seus direitos políticos cassados, 130 pessoas acabaram banidas do país e houve quatro condenadas à morte (as sentenças não foram cumpridas).
Terríveis momentos.
É a história. Quando fui comprar o livro em Niterói, a atendente questionada sobre a sua localização, indicou-me o setor de literatura infantil. A obra ficaria bem localizada no setor de horrores. 

ER

MOMENTOS MÁGICOS


SAIU NO VENTO PERDEU O ASSENTO