segunda-feira, 9 de março de 2015

SUSPENSÃO DA FRICI


Deu no editorial do jornal "Itajubá Notícias" sobre a não realização, este ano, da FRICI - Feira Regional Industrial e Comercial de Itajubá " sempre organizada pela Associação Comercial (ACIEI) 
"... em seus 12 anos de realização, às vezes criticada por alguns maus itajubenses em virtude do auxílio prestado pela municipalidade..." 
O blog, nesse caso específico, sempre esteve entre os chamados pelo Jornal de "maus itajubenses.
Na nossa maneira de ver, a prefeitura deve participar do evento providenciando e bancando a estrutura mínima e não prover financeiramente o evento.
A ACIEI tem capacidade e cabeças pensantes que possibilitariam a realização da feira dispensando o chamado pelo editorial, "de auxilio prestado pela municipalidade".
Nos últimos tempos, por comentários recebidos de comerciantes e industriais conhecidos, a Feira teria fugido dos seus objetivos.
Isso prova: Um mercado em crise não poderia ser motivo para a sua não realização, mas sim a principal razão pela sua realização.
Os parcos recursos públicos precisam ser priorizados e no presente caso, se é que a Administração Municipal negou a ajuda, ela acertou. A municipalidade já está promovendo a revitalização do Centro Comercial (demorando, mas está).
Com publicidade, cobrança de ingressos, participação de artistas locais, praça de alimentação, etc, o evento poderia ser viabilizado, como sempre, em local improvisado.
E segue a vida...
ER

PRÁ PENSAR



O silêncio tem custo, e a transparência, valor.

Jorge Camargo

QUEREM QUE EU TENHA VERGONHA

Texto de 2006 do Luciano Pires
  
Vergonha de ter um bom emprego.Vergonha de morar numa bela casa em um bairro classe “A”. Vergonha de ter educação superior. Vergonha de viajar em férias para o exterior. Querem que eu tenha vergonha de ter amigos “bem de vida”. Vergonha de falar inglês. Vergonha de ter mais de dois aparelhos de televisão em casa. Vergonha de sair pra comer em restaurantes, de ir ao teatro quando quero. Vergonha de comprar livros importados.
Não tenho sobrenome famoso, não herdei coisa alguma e não tenho pai milionário. Faço parte de um grupo de brasileiros que, a partir do trabalho honesto, construiu seu patrimônio. Tenho uma vida muito diferente da vida dos milhões de miseráveis que habitam “estepaíz”. Sou “dazelite”. E por ser “dazelite” sou considerado diferente dos “outros” brasileiros. Querem me responsabilizar pela miséria dos desafortunados. Chamam-me de burguês, explorador dos proletários. Querem que eu me envergonhe de ter o que nem todos têm. Querem me punir pelo meu sucesso. Insinuam a meus filhos que eles são “do mal”. A cada dia, taxam mais e mais meus ganhos e meus gastos, como que punindo minha capacidade de consumo. Baixam a qualidade dos bens e serviços de que preciso. Querem que eu me envergonhe de meu sucesso.
Mas eu sei de onde vim e como vim. Sei quanto vale e quanto custou o que tenho. E sei o que quero para meu país. Quero um país onde o sucesso seja celebrado. Um país no qual as pessoas que trabalham duro conquistem seu lugar ao sol. Um país onde cada um vença por mérito próprio. Um país que não dê espaço para os vagabundos. Um país onde as leis tenham um só peso, uma só medida. Um país onde as ideologias jamais sejam colocadas acima do bem comum. Um país onde a ignorância nunca seja celebrada. Um país no qual a inteligência seja cultuada, o profissionalismo seja exigido e a educação seja prioridade. Um país onde ninguém jamais tenha que se envergonhar de ser bem sucedido.
Por isso, prefiro ter orgulho de ter um bom emprego. De ter um bom carro. De morar numa bela casa em um bairro classe “A”. Orgulho de ter educação superior. De viajar em férias para o exterior. De usar roupas de marca. De ter amigos “bem de vida”. De manter meus filhos em escolas particulares. Orgulho de falar inglês. De sair pra comer em restaurantes, de ir ao teatro quando quero. Tenho orgulho de pertencer à “zelite”. De ter chegado onde cheguei, por meus méritos. De ter criado as oportunidades. De ter cultura para reconhecer os que tentam me manipular.
Sou diferente, sim. Diferente dos que, em vez de celebrar o mérito, tentam fazer com que eu tenha vergonha de ser o que sou.
 
 Luciano Pires -  do livro " Nóis...que invertemos as coisas"
 
Viver é Perigoso

DESMANCHANDO NO AR, PISANDO EM OVOS

"...Somos espectadores. Somos atores e roteiristas. As nuvens cada hora formam um desenho e a luz incide sobre algo criando novos ângulos e visões. Neste teatro, a peça é interativa, e estamos sendo chamados para subir ao palco, ou mesmo opinar de onde estivermos. Se quiser ser espontâneo, participar, falar da plateia, será bem-vindo. Levanta, não fica sentado, pede o microfone, chame as luzes dos holofotes para si. Faremos um jogral. Chama todo mundo.
Vamos tentar fazer uma apresentação inesquecível, impecável, orgulhosa e bem-humorada. No final seremos aplaudidos de pé."

Marli Gonçalves

PHOTOGRAPHIA NA PAREDE

Brigitte

O TEMPO PASSA E NÃO CRIAM JUÍZO


E volta o PT com o "papo furado" de criar 17 conselhos populares (número mágico) espalhados pelo Estado. Tem muito "companheiro" esperando a nomeação.  Para que serviriam os deputados estaduais ?
"O governador petista Fernando Pimentel enviará à Assembleia Legislativa projeto de lei que cria conselhos populares e regionais. A proposta chegará ao Legislativo tão logo os deputados estaduais aprovem o orçamento para este ano e a Reforma Administrativa.
A criação de conselhos foi uma das principais promessas de campanha do petista e depende apenas da aprovação da peça orçamentária, que permite a aplicação de investimentos na empreitada.
A ideia é que o Estado seja dividido em 17 regiões metropolitanas, e em cada uma delas será instalado um conselho."
Caso a maluquice bolivariana seja aprovada, os itajubenses, na certa, frequentarão a sede de Pouso Alegre.
Viver é Perigoso

AGORA VAI !




DILMA COLOCADA DE AVISO PRÉVIO !

Clarin da Boa Vista

BULA DE REMÉDIO


Voltando para a terrinha hoje e observando o grande avanço no aterro da várzea do Ribeirão Piranguçu. 
Provado que a PPP funciona (parceria público-privada).
Deu para ver e não para ler a plaquetinha com autorizações. Letrinhas como as de bula de remédio.
Se der "zebra" vai ser muito difícil retirar a cordilheira de terra colocada e compactada no local.
Mais fácil será retirar a Mahle.

É a vida...

Viver é Perigoso