quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

PRESENTE DE AMIGO


Muito bom de ler o livro "Direto de Paris - Coq au vin com feijoada" do jornalista Milton Blay, correspondente do Grupo Bandeirantes, em Paris.
Blay conta em crônicas leves as entrevistas e encontros que teve na Cidade Luz com figuras de todo o mundo. Em especial com brasileiros.
Está vivendo em Paris desde 1978.
Dá para a gente conhecer um pouco mais da cidade mais espetacular do planeta.
Editora Contexto - 222 páginas.
Obs. Ao adquirir o seu exemplar verifique se a ordem de numeração das páginas está correta.

ER

PREOCUPANTE

Mais da metade dos recém-formados em Medicina no Estado de São Paulo foi reprovada no exame do Conselho Regional de Medicina (Cremesp) de 2014, segundo resultados divulgados pelo órgão na manhã desta quinta-feira, 29. Dos 2.891 egressos de escolas médicas paulistas que fizeram a prova, 55% não conseguiram atingir o porcentual mínimo de acertos, de 60%.
"É uma surpresa desagradável saber que os alunos saem da faculdade sem saber coisas básicas. E, ao mesmo tempo, nos dá uma sensação de impotência porque não podemos impedir que esse profissional incompetente exerça a profissão", diz Braulio Luna Filho, presidente do Cremesp. Ele se refere ao fato de que, pela legislação brasileira, para conseguir o registro do órgão, basta que o recém-formado participe do exame, independentemente do seu desempenho.
Para o conselho, a principal causa do desempenho ruim dos egressos é a baixa qualidade da formação médica. "As escolas nem sempre têm corpo docente qualificado, hospital escola, laboratórios, biblioteca", diz Renato Azevedo, diretor primeiro-secretário do Cremesp.
As áreas de conhecimento com o maior número de erros foram clínica médica, ciências básicas e pediatria. "São exatamente as áreas que esses novos médicos vão trabalhar quando saem da graduação. Esses profissionais mal formados geralmente não passam na prova da residência e vão atender em pronto-atendimentos ou pronto-socorros", diz Luna Filho.
O órgão defende um exame nacional que condicione a emissão do registro ao desempenho do profissional e estuda adotar um monitoramento anual dos reprovados no exame.
Os alunos vindos de universidades públicas tiveram melhor desempenho no exame do que os que estudaram em escolas particulares. Enquanto no primeiro caso, o índice de reprovação foi de 33%, no segundo, chegou a 65,1%.
Das 30 escolas médicas existentes no Estado, 20 não atingiram a pontuação mínima - a maioria privada. Das dez faculdades que tiveram desempenho aceitável, sete são públicas. O Cremesp não divulga o resultado por escola.

O Estadão

AGORA VAI !


JOANA DÁRC DOS PAMPAS


A pindaíba administrativa/econômica/moral que toma conta  no país caminha célere para a irreversibilidade. Vésperas do caos.
Nenhum petista inteligente (existem), por mais sacudido pelas lembranças dos tempos de seriedade (passaram rápido) deixa de enxergar a proximidade do abismo.
Os que ainda defendem a calamidade instalada o fazem por uma razão única: de uma forma ou de outra usufruem do poder.
A comprovação da existência do mensalão e condenação dos dirigentes petistas como quadrilheiros, assustou mas não desanimou o exército petista.
Não dá mais para jogar a culpa nas "zelites", na mídia comprada, nos americanos, no raio que os parta.
E agora ?
Anotem e aguardem. Os petistas já têm a saída.
São mestres em atirar um companheiro ao mar para tentar salvar a própria pele.  
Se preciso for e tudo indica isso, empurrarão para a fogueira a "Joana Dárc" de Porto Alegre.
Dilma, adeus.

Viver é Perigoso

O BALANÇO !