segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

CRIME DE LESA PÁTRIA

 
Ainda não tinha completado 7 anos de idade quando o Getúlio Vargas forçou a tomada de barco em 1954.
Já lia as manchetes do jornal assinado pelo meu pai e escutava com atenção as conversas entre ele, admirador do Carlos Lacerda e o meu avô materno, Pio Gomes Ribeiro, funcionário da Fábrica de Itajubá (hoje Imbel) e getulista de quatro costados.
Era denunciado o tal de "mar de lama" existente no governo Vargas, que pressionado por todos os lados acabou por cometer o suicídio em agosto de 1954.
Lembro-me da comoção e dos detalhes da movimentação do exército nas ruas.
Pois bem, os possíveis desvios ocorridos na época, comparados com os rombos comprovadamente acontecidos agora no governo petista, possivelmente seriam enquadrados num tribunal de pequenas causas.
Ontem, lendo o Estadão, fiquei sabendo através do grande Miguel Reale Junior,  que um dos "absurdos" ocorridos no governo Vargas, foi a simples concessão da liberação do pagamento dos impostos na importação de dois automóveis Rolls Royce para servir a Presidência da República. 
Utilizando-se indevidamente dos mesmos benefícios, foram importados, ilegalmente, outros dois automóveis identicos para particulares milionários.
Um para o magnata Peixoto de Castro e outro, pasmem ! para a família do Paulo Maluf.
 
É a vida.

ER

MOÇA BONITA

Bárbara