terça-feira, 25 de novembro de 2014

CANTINHO DA SALA

 
Um Volpi raro vai ser leiloado nesta terça-feira, 25, pela Canvas Galeria de Arte, junto a outras 130 obras de artistas como Bonadei, Di Cavalcanti e Tomie Ohtake.
Vista pela última vez na retrospectiva dedicada ao pintor modernista Alfredo Volpi (1896- 1988) pela galeria Almeida & Dale, em março, a tela, cujo lance mínimo foi fixado em R$ 2 milhões, está registrada no Projeto Volpi, responsável pela catalogação da obra do artista, sob número 2385.
Pintada no início da década de 1970 e assinada no verso pelo artista.
Pouco usual é a cor, mas também a textura aveludada dessa tela, proveniente da casa de um colecionador mineiro, em que predomina o vermelho e se destacam bandeirinhas e mastros, figuras automaticamente associadas ao mestre modernista. 
 
Estadão
 
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SEMENTES DO ÓDIO

Diferença fundamental entre uma simples raiva e um triste acesso de ódio.
Cansado depois de um dia de labuta, um banho reparador e um suculento prato - feito esquentado do micro-ondas, o elemento (como sempre diz a polícia) recolhe-se ao seu leito.
O esgotamento físico não o permite que derrote uma única folha do livro que tenta ler há medidos 6 meses. Corajosamente já alcançou a vigésima sexta página do total de quatrocentos e vinte de duas.
A raiva:
Com a luz apagada, o pernilongo passa zunindo em um rápido e explorador mergulho. Alerta geral.
Segundo voo, luz acesa e o sacrifício do inseto com uma certeira toalhada ainda úmida.
A raiva esvai-se.
O ódio:
Nem bem pegou no sono e os sinos, pior ainda, eletrônicos, da Igreja São José, anunciam a chegada das seis horas. Pulo da cama.
Necessidade premente de vingança. Ódio extremo ao ver na parede branquinha o gordo, ou melhor a gorda e abastecida pernilonga (só as fêmeas picam).
Questão de vida ou morte,
Azar para o relógio, para o ônibus, para o tempo.
A pesada pernilonga, com tanque cheio de sangue vermelho (a citação é válida, uma vez que na terrinha existem alguns que acreditam, pelos narizes empinados, que o possuem na cor azul), mal tem forças para um único deslocamento.
A chinelada é certeira  e violenta.
Também anda acontecendo com relação a polítca e políticos.
Raiva e ódio.
Raiva no dia a dia. Ódio somente quando sugam o sangue, o que vem acontecendo com certa frequência.
Dessa vez, o chinelo, quase sempre não usado, é o voto.
 
É a vida.

ER    

MEDICINA FEDERAL NA UNIFEI

Ainda sobre a possível implantação do Curso de Medicina na Unifei.
 
Quem analisa, discute e decide sobre os destinos da Universidade Federal de Itajubá. 
 
O Conselho Universitário é o órgão superior máximo de deliberação coletiva da Universidade, em matéria de política universitária e de administração.
Se não errei na conta o CONSUNI tem 47 membros.
 
Além dos Professores, participam dois representantes dos alunos, dois representantes dos funcionários, um representante da Comunidade (Prof. Fredmark Gonçalves Leão) e um representante dos ex-alunos (Luiz Fernando Verdini Salomon).
 
Dentro dos novos tempos vividos na terrinha, como membro da Comunidade e ex-aluno, não sei de nada.
 
Relembrando, em longa reunião acontecida ontem, em Itajubá, o Conselho deliberou favoravelmente por encaminhar ao MEC proposta de criação do curso de medicina para o campus de Itabira.
 
A deliberação da proposta de encaminhamento ao MEC de criação do curso de medicina para o campus de Itajubá foi também discutida e não aprovada na reunião.
 
Será debatida novamente na próxima segunda-feira, (01/12/2-14).
 
Oremos !
 
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E VAMO QUE VAMO !


RUMO AO ATRASO

 
O Conselho da Unifei aprovou ontem a liberação para o avanço das tratativas para implantação do Curso de Medicina.
Calma !
Em primeira decisão, tão somente para o Campus de Itabira.
A comunidade daquele rico município entrou com vontade no projeto. Doação de área e etc.
Aqui, de acordo com a filosofia implantada há tempos, os estudos para implantação de uma nova Escola de Medicina, desta vez Federal, seguiu firme rumo ao atraso.
O assunto foi salvo pelo Senhor Reitor, que com o seu voto de Minerva jogou a decisão para uma nova reunião.
Ressalte-se a determinação com a qual os segmentos da terrinha defendem o espaço ocupado.
Pelo histórico de relacionamento imagino que a atual administração permanece firmemente protegendo a cidade de novidades.
Tudo nos leva a crer, que vivendo nos dias de hoje, o nosso Theodomiro estaria dando aula em um cursinho do Enen, com todo o respeito aos professores dos cursinhos. 
Estamos lascados.

ER