quarta-feira, 29 de outubro de 2014

QUE VÃO COÇAR MACACOS !

 
Todo mundo sabe. Os alunos do Grupo Escolar Rafael Magalhães, na Boa Vista, é claro, estão plenamente conscientizados do sonho petista de bolivarizar o Brasil.
O famigerado Decreto 8.243 da Dilma diz claramente:

"...os órgãos da administração pública federal "deverão considerar" as novas regras, entre elas o desenvolvimento de mecanismos de participação dos "grupos sociais historicamente excluídos" e a consolidação "da participação popular como método de governo". E mais:
 
"...a norma instituiu a chamada Política Nacional de Participação Social (PNPS), com o objetivo de "consolidar a participação social como método de governo" e aprimorar "a relação do governo federal com a sociedade".

Ainda bem que a Câmara dos Deputados, talvez não pensando no bem do país, mas considerando a sua diminuição, derrubou a tentativa do governo petista.
 
E vem hoje o, tristemente famoso, Ministro Gilbertinho Carvalho lamentar a decisão patriótica dos Deputados, afirmando:
 
"... Nada mais anacrônico, nada mais contra os ventos da História, nada mais como uma tentativa triste que se colocou contra uma vontade irreversível do povo brasileiro que é a participação social. Acho que no Congresso, aqueles que votaram a favor do decreto legislativo que derruba o decreto de participação social fizeram exatamente contra uma lógica que eles jamais segurarão, que é a da participação social"
 
Papo furado. Querem e têm o compromisso de transferir o poder para os MST´s da vida.
Aqui não violão. Levarão, com certeza, outra cacetada no Senado.
 
Que vão coçar macacos !

ER

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TOMOU O BARCO

 
Tomou o barco repentinamente hoje na terrinha o amigo Joel Braga. Há anos se dedicando ao desenvolvimento equilibrado e sustentado de Itajubá. Homem de opinião, bem informado e culto.
Secretário importante da Administração BPS e participante ativo, como colaborar e crítico das administrações seguintes.
Já divergimos no tocante as ideias e já caminhamos juntos na defesa de outras tantas.
Sempre com educação, respeito e principalmente classe.
Conversamos longamente, dias atrás, sob aspectos preocupantes da nossa cidade. Demonstrou não estar animado com momento.
Perdemos um batalhador sério.
É a vida.

ER

FOGO PESADO

 
 

Minas produz 1º fuzil 100% nacional para equipar o Exército  
 
Deu no Jornal:
O primeiro fuzil 100% brasileiro foi desenvolvido e produzido em Itajubá, no Sul de Minas, pela estatal federal Indústria de Material Bélico do Brasil (Imbel) e já se encontra em testes pelo Exército e Força Aérea Brasileira (FAB). Um contrato inicial, de R$ 7,8 milhões, foi firmado entre o Ministério da Defesa e a Imbel para uma encomenda de 1.500 unidades do fuzil de assalto IA2, que substituirá o FAL. Esse primeiro lote está em uso pelas Forças Armadas em uma fase de avaliação. A previsão é a de que as encomendas futuras cheguem a 200 mil fuzis. Caso se confirme a projeção e o custo médio da arma do primeiro contrato, de R$ 5,2 mil, as receitas com a venda podem ultrapassar R$ 1 bilhão.
O montante tem potencial para aliviar o caixa da Imbel e aumentar sua capacidade de investimento. A empresa está em recuperação de sua situação financeira desde 2008, quando se tornou empresa pública dependente – recebe transferências diretas do Tesouro Nacional. O Relatório de Gestão do ano de 2013 revela que as duas unidades da Imbel em Minas Gerais (Itajubá e Juiz de Fora) não cumpriram suas metas de faturamento com vendas em virtude do reduzido número de contratos firmados.
No caso da unidade do Sul de Minas, a meta de faturamento foi fixada em R$ 55,9 milhões e as receitas atingiram R$ 39,1 milhões no ano passado, ou seja, 70% do objetivo. Na planta baseada na Zona da Mata, o faturamento previsto foi de R$ 27,9 milhões, porém entraram no caixa apenas 53% desse valor – R$ 14,7 milhões.
A assessoria de imprensa da fabricante de armamentos informou que o IA2 coloca a empresa em um “novo momento”, dada as perspectivas favoráveis em torno de sua aceitação no mercado, tanto o interno como para exportações.
 
Blog: Como sempre dizem, as armas produzidas na terrinha não são de ataque mas sim de defesa. Característica que nos alivia um pouco. E segue a vida.
 
ER 

 

EMBAIXADOR NA ITÁLIA


MOÇA BONITA

Luana