sábado, 18 de outubro de 2014

SEM SAÍDA


ROUBAMOS MAS VAMOS RESSARCIR !

Candidata

MAIS UM CRIME

 
Hoje, a Governanta confessa que aconteceram desvios na Petrobrás. Disse que dará o melhor de si (sic) para ressarcir. (são bilhões e bilhões de dólares)
O "viver é perigoso" publicou em março/2104, o escrito pelo Cony (Folha).
Pergunto: E agora ?

"Não era, por natureza e vontade, um jornalista investigativo. Sempre bem informado, culto e o mais inteligente em sua época, Paulo Francis morreu quando estava sendo processado nos Estados Unidos, morte quase súbita, após um período de depressão.
Ele vinha fazendo severas acusações ao pessoal da cúpula da Petrobras, que estaria enriquecendo por conta de negócios criminosos relativos à compra de equipamentos na área do petróleo.
Não sendo investigativo, não juntou provas, mas, de alguma forma, sabia de escândalos assombrosos naquela estatal.
O processo corria na Justiça norte-americana, famosa por sua rigidez em casos de multa por infâmia e ofensas morais.
Todos sabíamos que Paulo Francis, apesar dos bons e merecidos salários que recebia, não teria recursos para pagar a astronômica indenização que eficientes advogados de Nova York, pagos pela Petrobras, haviam pedido por conta das suas acusações. Acabrunhado, sem cobertura na mídia, mal atendido por um médico brasileiro radicado nos Estados Unidos, o coração de Paulo não aguentou.
Março de 2014. Mal refeita do escândalo do mensalão, a sociedade toma conhecimento de um escândalo maior e mais imoral. Apesar de dona Dilma ocupar à época a Casa Civil e presidir o Conselho de Administração da Petrobras, tal como Lula no caso do mensalão, não sabia de nada. A refinaria de Pasadena comprada por preço absurdo –mais de oito vezes o seu valor no mercado– deu para enriquecer muita gente dentro e fora da Petrobras.
Nos anos 90, Paulo fez um comentário sobre o enriquecimento de alguns funcionários da nossa maior empresa estatal em um programa de televisão. Repito: Paulo não era investigativo, mas era inteligente e bem informado. "

Carlos Heitor Cony
Viver é Perigoso

DESESPERO


O SEM NOÇÃO

O Lula esteve hoje em BH e no mais puro desespero atacou e insultou com toda a categoria que possui, o mineiro e candidato Aécio Neves.
Em ato organizado pelo comitê da sigla em Minas Gerais, os ataques pessoais ao candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, chegaram a níveis extremos. Os adjetivos empregados contra o tucano foram: "coisa ruim", "cafajeste", "playboy mimado", "moleque" e "desprezível".
Enquanto esperava a chegada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para um comício a favor de Dilma, o mestre de cerimônias contratado para o evento leu um texto escrito pela psicóloga Neide Pacheco, que se auto intitula "especialista em direitos humanos".
O texto é repleto de ataques violentos ao tucano: insinua que Aécio já fez uso de drogas, diz que o candidato do PSDB é “acostumado a agredir mulheres”, já foi “flagrado dirigindo bêbado” e “prevaricou em vários processos de corrupção".
A psicóloga petista, então, "diagnostica" Aécio como portador de megalomania e volta a relacioná-lo ao uso de drogas. "Megalomania é um transtorno psicológico, no qual o portador tem ilusões de grandeza, poder e superioridade. É uma característica do transtorno afetivo bipolar. O uso de drogas exacerba e potencializa esse quadro". A militância presente ovacionou a leitura do texto.
Aplaudido e bajulado pela petezada local, inclusive, lamentavelmente, o nosso conterrâneo Ulysses Gomes, que aparece na foto com o gesto característico do Zé Dirceu e Genoíno, quando de suas prisões.
Mas fazer o quê ? Temos que aguentar mais um tempo até caírem todos no inevitável ostracismo.

ER

JÁ QUE A DILMA TOCOU NO ASSUNTO...

Além do irmão Igor Rousseff, o ex-marido da presidente Dilma Rousseff, Cláudio Galeno de Magalhães Linhares integrou o quadro da Prefeitura de Belo Horizonte como funcionário comissionado. Ele exerceu cargo de confiança por cinco anos durante a administração do petista Fernando Pimentel, recém-eleito governador de Minas, e de seu sucessor e então aliado Marcio Lacerda. Galeno atuou como consultor técnico especializado, nomeado para atuar diretamente no gabinete do prefeito, com salário que chega hoje a R$ 13.569,68.
A nomeação do ex-marido de Dilma ocorreu em maio de 2005. Quatro anos depois, em janeiro de 2009, quando o mandato de Pimentel se encerrou, ele foi exonerado do cargo. Galeno voltou à prefeitura em abril de 2009, já na administração do recém-eleito Lacerda, dessa vez como gerente de 1º nível da Gerência de Acompanhamento de Colegiados. O salário para esse cargo atualmente é de R$ 8.544,04.
Na gestão de Lacerda, que em seu primeiro mandato era apoiado pelo PT e pelo PSDB, Galeno integrou o Comitê Governamental de Gestão Participativa e também o Conselho Fiscal da Belotur, empresa municipal de turismo. Ele saiu da prefeitura em 5 de julho de 2010, data da publicação de sua exoneração no Diário Oficial do Município.
Dilma Rousseff, Cláudio Galeno e Fernando Pimentel, que foi também ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior da presidente, eram amigos da época de juventude em Belo Horizonte. Na década de 1960, eles militavam no Comando de Libertação Nacional (Colina), organização de esquerda que combateu a ditadura militar.

Galeno e Dilma se casaram em 1967, em um cartório civil com a presença de familiares e poucos amigos. O casamento não durou mais de dois anos. Em 1969, os dois militantes, já na clandestinidade, fugiram da capital mineira para o Rio. Pouco depois, Galeno foi para o Rio Grande do Sul, a pedido do Colina, e Dilma continuou no Rio. O militante participou no ano seguinte de sequestro de avião em Montevidéu, Uruguai, e ficou refugiado em Cuba. Assim como Dilma, Galeno se casou novamente.

Estado de Minas



O ÚLTIMO DESEJO

Foto Web
 Numa pacata cidadezinha do interior por capricho, ou sei lá o quê, dos Administradores foi decidido o assassinato das árvores que viviam na Praça Central. Protestos e mais protestos aconteceram dos moradores.
Pressionado, o responsável determinou que algumas fossem poupadas do sacrifício e que algumas outras fossem condenadas e marcadas para morrer.
Se elas falassem, teriam nomeado uma porta-voz, talvez aquela mais altaneira e experiente que morava em frente ao Grande Hotel.
Cientes da impossibilidade de conseguir reverter a situação fizeram um último e derradeiro pedido:
- Coloquem-nos abaixo somente depois da primeira chuva. 
Ontem à noite choveu em Itajubá.
Mantendo a palavra e o combinado, foram mortas hoje pela manhã.
 
É a vida.
 
Viver é Perigoso