sábado, 2 de agosto de 2014

PEDRA NO SAPATO

 
Todas, mais todas a mazelas do setor público no país, foram averiguadas e denunciadas pelos jornais, rádios, televisão e pela internet. Se dependesse daqueles que foram eleitos e indicados para fiscalizar, todos os absurdos que vem acontecendo no Brasil continuariam seguindo na sombra.
Estaria sendo injusto se não reconhecesse que em alguns casos, ocorreu a "patriótica" intervenção de ex-esposas, amigas próximas e sócios deixados de lado.
Sempre ficou claríssimo a razão do interesse de administradores de republiquetas controlar a chamada mídia.
O Congresso, Assembleias e Câmaras, com jeito, custos adicionais e agrados, tem dado para controlar.
Na terrinha não tem sido muito diferente.
Alguns distraídos podem não reparar, mas os alertas de uma emissora FM e de um jornal da  Cidade, de alguns críticos abnegados e de atuantes grupos do facebook, têm levado à mudanças de decisões importantes.
Intervenção no preço das passagens dos ônibus, aumento na área de proteção da várzea do Ribeirão Piranguçu, suspensão do aumento absurdo do IPTU, seletividade no reajuste do ISS, reestudo do projeto de revitalização do centro e algumas outras.
No episódio da regulamentação dos rodeios aconteceu o confronto desnecessário e a derrota do Executivo.
Tudo tem acontecido com muito desgaste. Desnecessários.
Anda faltando humildade e sobrando arrogância.
Os grupos do Facebook, a Jovem FM, o Sul de Minas e os chamados de "velhos pessimistas e invejosos", nos quais o Zelador tem sido enquadrado, salvo alguns exageros, têm prestado um bom trabalho para a cidade e por que não, para a própria administração.
Não foi uma e nem duas vezes que o alcaide e alguns dos vereadores têm admitido equívocos.
Aos trancos e barrancos a coisa caminha.
É a vida.
 
ER 

DIFICULDADE