terça-feira, 22 de julho de 2014

SOB A LUZ DE VELAS

 
Na política tudo pode estar nos conformes, mas se precisou de muita explicação a vaca já foi para o brejo. 

Bigodinho

PHOTOGRAPHIA NA PAREDE

Catherine Deneuve

VENTOS DE GUERRA


Ao contrário dos candidatos, os chamados cabos eleitorais se fazem presentes também nos períodos fora de eleições. Na entressafra eleitoral não costumam defender nomes e sim ideias. Quando os pleitos vão chegando, definem os seus candidatos, quase sempre na defesa de algum interesse particular. Juntam argumentos para defesa dos seus nomes e para ataque e desconstrução dos adversários.
Defesa de candidatos não está adiantando muito. A classe política está mais suja que poleiro de galinheiro. A desconstrução de candidaturas é facilitada pelo noticiário.
Hoje, em todos os segmentos a palavra de ordem é "mudança". Até na seleção brasileira.
Os sempre escorregadios cabos eleitorais do interior mineiro se encontram, nesta campanha, em palpos de aranha.
Todos pregam mudanças !
Os petistas pedem mudanças na administração estadual e continuidade na federal. Querem Pimentel e Lula (perdão, Dilma). Os tucanos exigem mudanças em âmbito federal e julgam que, no tocante ao Estado, não se deve mexer em time que está ganhando.
Em Minas Gerais, a situação e a oposição nunca estiveram na história defendendo nomes tão próximos: Ou Pimenta ou Pimentel. Quero dizer, no  item letras.
As mudanças na política tendem a ser saudáveis. No caso federal, as informações disponíveis dão conta, que não seria o caso de saudável, mas de sobrevivência da pátria.
No caso estadual, inclusive por questão de coerência, aparenta ser difícil ver o Fernando Pimentel como uma mudança saudável. 
Partidos, há muito, já não dizem nada. Porém, no caso do PT, diz muito. O petistas rezam na mesma cartilha.
É a vida.

ER  



 

VENTRILULAQUO