sexta-feira, 30 de maio de 2014

MALUF SE EXPONDO !


Maluf decidiu dar seu apoio ao petista Padilha para o governo de São Paulo. Agora vai !

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ROMÂNTICOS DE CUBA

Pimentel em Havana
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) confirmou ao Congresso em Foco que o Tesouro repassou recursos a fundo perdido, uma espécie de subsídio, sem necessidade de ser pago, para o governo de Cuba modernizar o porto de Mariel.
Alegando sigilo, o ministério não revela o total gasto pelo Tesouro na operação. Entretanto, valores do programa que usa recursos públicos para incentivar exportações brasileiras – que existe desde o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) – mostram que Cuba recebeu US$ 107 milhões (o equivalente a R$ 239 milhões) no período da reforma do terminal.
 Antes do empreendimento, Cuba quase nada recebia do programa de incentivo.
O empreendimento teve um financiamento de US$ 692 milhões (R$ 1,5 bilhão) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ao todo, o porto custou US$ 957 milhões.
Um documento inédito, assinado pelo ex-ministro Fernando Pimentel e revelado pelo Congresso em Foco esta semana, mostra que, quando o Brasil fez acordo com Cuba, em 2008, o combinado era emprestar US$ 600 milhões, que seriam “utilizados durante quatro anos”.
O MDIC diz que não pode explicar o aumento do valor do financiamento, alegando sigilo, decretado por Pimentel por período de 15 a 30 anos.
A assessoria do ministério informou ao site que a ajuda prestada a Cuba na construção do porto de Mariel é dada pelo Brasil a outros países há muito tempo.

Blog: Presentinho de R$ 240 milhões dado pelo governo petista aos Castros. Bom questionamento para fazermos para o candidato ao governo mineiro, Fernando Pimentel, através do Deputado Ulisses.
Pimentel era o Ministro responsável na ocasião do presente aos cubanos.

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MOÇA BONITA

Emmy

PRÁ PENSAR


MOMENTOS MÁGICOS

Post publicado no "viver é perigoso" de 10 de junho de 2011
Extraordinário movimento que chega a nos emocionar pelo envolvimento de tantas pessoas numa causa tão nobre e que tantos benefícios trouxe e vem trazendo a todos.
 
(O texto extraído do livro “História da Medicina – Curiosidades & Fatos” de autoria do Dr. Lybio Martire Junior, Editora Astúrias, 2004

Em 1966, com o hospital já praticamente pronto, embora ainda não em funcionamento, Rosemburgo Romano aproveitando o momento, bem como, a história e tradição de Itajubá no ensino, lançou a idéia da criação de uma Faculdade de Medicina, a qual foi, na época, vista, por muitos, como visionária, como um sonho impossível.
A idéia germinou e pessoas das mais variadas profissões, além de médicos, foram contatadas para somarem esforços.
Rosemburgo acompanhado de Sebastião Osvaldo da Silva e do farmacêutico, mais tarde médico, Expedito Magalhães Ribeiro, foram à casa do Prof. Dr. Eurípedes Garcia em São Paulo, que havia sido professor em Uberaba e era médico do Hospital das Clínicas e da Beneficência Portuguesa, para elaborar o estatuto da futura Faculdade.
O Prof. Eurípedes Garcia conseguiu estatutos de várias faculdades como Uberaba, Escola Paulista, Campinas e USP para servirem de modelo.
Muitos médicos de São Paulo tornaram-se amigos e apoiaram a idéia da interiorização da medicina incentivando-a, como Dr. Dante Pazzanese, Dr. Adib Jatene entre outros.
Nessa época foi novamente procurado o apoio do Sr. Laudo Natel, então governador de São Paulo que novamente solícito mostrou toda a boa vontade em ajudar. Sua influência seria fator vital no processo de autorização da faculdade.
Embora só existindo no papel a Faculdade, Rosemburgo intitulou-se diretor e nomeou Sebastião Osvaldo da Silva secretário geral. Foi feita grande divulgação da Escola pelos meios de comunicação, contando com a inestimável ajuda do jornalista Sebastião Inocêncio Pereira, redator e diretor do jornal “O Sul de Minas”. A divulgação atingiu os meios de comunicação não só de Minas, mas, também de São Paulo, do Rio de Janeiro e de outros estados, chamando a atenção para novo vestibular que em breve seria realizado.
Era necessário também, por normas governamentais, para a criação de uma Faculdade isolada, que ela estivesse ligada a um órgão público, a uma fundação, a uma sociedade ou associação.
Foi constituída uma comissão integrada pelos senhores: Dr. Basílio Pinto Filho, Dr. Sebastião Rezende Monti, Sr. Sebastião Osvaldo da Silva e o farmacêutico Expedito Magalhães Ribeiro que, em abril de 1967, procuraram pela Fundação Theodomiro Santiago ligada à Faculdade de Engenharia, na pessoa de seu Presidente Pedro Mendes dos Santos a quem foi feito o apelo da incorporação da Faculdade de Medicina de Itajubá por essa Fundação. Havia ainda memoriais assinados por diretoras de treze escolas de 2º grau, pela Diretoria do Lions, por médicos, odontologistas e vários outros, em um grande movimento liderado por Rosemburgo Romano, conforme consta em ata.
Assim, em 23 de abril de 1967, a Fundação Theodomiro Santiago torna-se Mantenedora da Faculdade de Medicina de Itajubá, considerando que o patrocínio da criação da Faculdade de Medicina de Itajubá representaria inestimável serviço prestado ao Estado de Minas e ao país no campo do ensino de nível superior. Ficou designado o nome do Dr. Rosemburgo Romano como diretor da Faculdade na ata dessa reunião.
Em 1970 a Fundação Theodomiro Santiago deixaria de ser mantenedora e seria criada a Fundação Universidade Regional de Itajubá (FURI), em 27 de agosto de 1970, pelo diretor Dr. Rosemburgo Romano, passando a ser a nova mantenedora. Em 1972 foi extinta a FURI e criada a Associação de Integração Social de Itajubá (AISI), como nova mantenedora da Faculdade, na gestão do Dr. Ítalo Mandolesi Filho como diretor, tendo como administrador o Sr. João Aldano da Silva, que organizou toda a parte administrativa da instituição. A Associação de Integração Social de Itajubá (AISI) permanece como Mantenedora da Faculdade até o presente tendo-se tornado entidade de utilidade pública pela lei No 6.734 de onze de dezembro de 1975, assinada pelo então governador Dr. Aureliano Chaves de Mendonça.
Voltando ao ano de 1967, já com todos os papéis prontos, uma comitiva de cerca de 40 pessoas, entre os quais: Rosemburgo Romano, José Ribeiro Filho, Dr. Walter Cabral (Juiz de Direito), Sebastião Osvaldo da Silva, Dep. Euclides Cintra, Dep. Luiz Fernando Faria de Azevedo, Dr. Amarílio Barreto Costa, Dep. Aureliano Chaves entre outros, dirigiu-se ao Conselho Federal de Educação no Rio de Janeiro para protocolar o projeto de criação da Faculdade.
O então prefeito de Itajubá Tigre Maia, neto do escritor Bastos Tigre, também integrante da comitiva e que deu grande apoio a todo processo de criação da Faculdade, preparou o campo para a entrevista com o diretor do Departamento de Educação, Sr. Epílogo Gonçalves de Campos.
Rosemburgo Romano e Sebastião Osvaldo da Silva  conseguiram, após uma longa conversa, protocolar o projeto.
A partir daí, o caminho seria descobrir quem eram os conselheiros e travar contato com os responsáveis por avaliar o projeto para possível aprovação.
A amizade de Rosemburgo com Dona Iolanda, esposa do Presidente Costa e Silva e da família Bustamante com ambos, bem como e especialmente, a influência e o apoio do Governador Laudo Natel, seriam decisivos.
O presidente Costa e Silva, após transferir um conselheiro, nomeou Peregrino Junior como conselheiro substituto, ficando este como responsável pela aprovação do projeto. Após vários outros contatos, nos quais pesou a participação e a influência política de Laudo Natel, foi dada a aprovação.
No gabinete de Peregrino Junior, quando de sua anuência, estavam presentes: Rosemburgo Romano, o prefeito Tigre Maia e o Sr. Sebastião Osvaldo da Silva.
O Conselho Federal de Educação, em 01 de abril de 1968, autorizou o funcionamento da Faculdade de Medicina de Itajubá, sendo esta a data oficial de sua criação.
Foi convocado o primeiro vestibular.
A Faculdade começou a funcionar no prédio do Hospital das Clínicas, onde as aulas eram ministradas. Assim nascia a quinta Faculdade de Minas Gerais.
O corpo docente foi constituído, a convite de Rosemburgo Romano, por professores renomados com o intuito de oferecer o melhor em ensino e também dar nome à escola que se iniciava.
Integraram o quadro de professores: Prof. Samuel Pessoa, Prof. Luigi Boigliolo, Prof. Adib Jatene, Prof. Edmundo Chapadeiro, Prof. Lauro Solero, Prof. Oswaldo Castro, Prof. Waldemar de Carvalho, Prof. Tasso Ramos de Carvalho, entre muitos outros luminares da medicina brasileira.
Não havia, entretanto, ainda, o prédio da Faculdade e aqui cabe uma curiosidade: na época da aprovação, veio a Itajubá uma comissão do Conselho Federal de Educação do Rio de Janeiro, para fiscalizar o patrimônio físico da Faculdade.
Rosemburgo conseguiu que fosse feita a cessão do prédio de propriedade do médico radiologista Dr. José Lourenço de Oliveira, localizado à rua Dr. Pereira Cabral, no centro, e do edifício do “Instituto Padre Nicolau” no bairro Avenida, para a Escola, entretanto, a Faculdade nunca funcionou nesses locais.
No hospital, na parte inferior isolada, hoje próxima ao estacionamento, funcionaria a anatomia no princípio. O patrimônio apresentado impressionou a comissão.
O terreno onde hoje é o campus da faculdade, foi doado pela Sra. Sinhá Moreira e pelo Sr. Luis Carlos Carneiro, de Santa Rita do Sapucaí que eram donos de grande loteamento no local e este último, dono da agência de veículos onde hoje é a Itavel.
A doação foi efetivada constando de dois lotes de 5.000 m² cada, entremeados por uma rua.
A rua da Faculdade, R. Cel Renó Junior, foi aberta a mando da própria direção da Faculdade com auxílio do Dr. Pedro Fonseca Paiva chefe do DER e foi também, realizado, pela direção, um aterro de um metro e meio em toda a área.
Na planta do loteamento havia ainda um espaço reservado para uma praça ao término da rua da Faculdade (R. Coronel Renó Junior) cuja doação seria solicitada ao prefeito Tigre Maia. O Prefeito concedeu a doação do terreno que viria tornar-se a praça de esportes do diretório acadêmico, que leva o nome do Prof. Ítalo Mandolesi Filho, segundo diretor da Faculdade que empenhou-se em sua construção. A praça de esportes abriga hoje o complexo esportivo do diretório acadêmico e sua discoteca “Albatroz”.
O Diretório Acadêmico foi fundado pelos alunos da primeira turma em junho de 1968 e estes em votação resolveram dar o nome ao diretório de “Rosemburgo Romano”, entretanto, este reuniu os alunos e declinou da honra agradecendo, preferindo que fosse dado o nome de Laudo Natel como agradecimento a todo apoio recebido do então Governador de São Paulo, possibilitando a autorização da Faculdade.
O diretório acadêmico passou a ser denominado: “Diretório Acadêmico Laudo Natel” (DALANA), conforme consta na ata de sua fundação.
Em 1986, entretanto, haveria um movimento estudantil liderado pelos membros do diretório da época pleiteando a eleição de diretor pelo voto direto dos corpos docente e discente. A desejada eleição deveria ocorrer no dia 08 de outubro daquele ano, mas jamais foi realizada, ainda porque, contrariaria os estatutos. Aquele grupo de alunos, idealistas, mas, certamente desconhecendo a história da instituição, o nome de seus benfeitores e o ideal dos alunos da primeira turma, mudaria o nome do diretório para 08 de outubro, uma data em que, na verdade, nada se concretizou.
Às vezes, o excesso de idealismo de alguns menospreza as razões do ideal de outros que os antecederam, sem as quais, eventualmente, poderiam sequer existir os motivos dos ideais presentes. O prédio da Faculdade foi inaugurado em 1970.
Em outubro de 1970, Dr. Rosemburgo Romano deixou a diretoria e com ele sairia também o secretário geral Dr. Sebastião Osvaldo da Silva. Nesse ano assumiria a direção o Prof. Dr. Ítalo Mandolesi Filho que, entre outros feitos administrativos, como a construção da Praça de Esportes do Diretório Acadêmico que leva seu nome, colocou o hospital em funcionamento definitivo e obteve o reconhecimento da Faculdade em 1974.
 
Dr. Lybio
 
Blog: Onde entra o Instituto Padre Nicolau.
 
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EM OUTROS TEMPOS

O Padre Francisco da Costa Moreira nasceu em 22/2/1764, em Portugal. Veio para o Brasil e foi vigário da Paróquia de Guaratinguetá de 1801 até 1817. Tomou o barco, na mesma Guaratinguetá, em 1819.
Com Dona Maria teve dois filhos: Padre Lourenço da Costa Moreira, nascido em 15 de maio de 1778 e Madalena da Costa Moreira.
O Padre Lourenço, fundador de Itajubá, uniu-se a Inês de Castro Silva e tiveram os seguintes filhos:
Delminda Moreira da Costa e Dr. Domiciano da Costa Moreira.
Padre Lourenço tomou o barco, na terrinha, no dia 14/6/1855.

Blog: Só para esclarecimentos.

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SONHANDO

Um estudante e um padre viajavam pelo sertão, tendo como bagageiro um caboclo. Deram-lhes numa casa um pequeno queijo de cabra. Não sabendo como dividi-lo, mesmo porque chegaria um pequenino pedaço para cada um, o padre resolveu que todos dormissem e o queijo seria daquele que tivesse, durante a noite, o sonho mais bonito, pensando engabelar todos com os seus recursos oratórios. Todos aceitaram e foram dormir. À noite, o caboclo acordou, foi ao queijo e comeu-o.

Pela manhã, os três sentaram à mesa para tomar café e cada qual teve de contar o seu sonho. O frade disse ter sonhado com a escada de Jacob e descreveu-a brilhantemente. Por ela, ele subia triunfalmente para o céu. O estudante, então, narrou que sonhara já dentro do céu à espera do padre que subia, O caboclo sorriu e falou:

— Eu sonhei que via seu padre subindo a escada e seu doutor lá dentro do céu, rodeado de amigos. Eu ficava na terra e gritava:

— Seu doutor, seu padre, o queijo! Vosmincês esqueceram o queijo.

Então, vosmincês respondiam de longe, do céu:

— Come o queijo, caboclo! Come o queijo, caboclo! Nós estamos no céu, não queremos queijo.

O sonho foi tão forte que eu pensei que era verdade, levantei-me, enquanto vosmincês dormiam, e comi o queijo...

Gustavo Barroso