domingo, 2 de fevereiro de 2014

O QUE É ISSO COMPANHEIRO ?

 
O presidente de Bolívia, Evo Morales, cobrou da Petrobrás, uma das mais importantes operadoras na Bolívia após a espanhola Repsol, uma dívida pendente pelo “gás rico” incluído nas exportações ao Brasil.
O chefe do Estado inaugurou, na sexta-feira, a planta de processamento de gás natural no campo de San Alberto do município de Caraparí, no sul boliviano. A planta do Itaú é operada por uma sociedade integrada pela francesa Total, com quarenta e um por cento das ações; pela Petrobras –trinta por cento-, British Gás, com 25 por cento, e a estatal YPFB Chaco com quatro por cento das ações.
Morales destacou a continuidade dos investimentos, que estão todas garantidas, no discurso de inauguração que abriu um parêntese para lembrar que “A Petrobras do Brasil tem uma dívida conosco. Que nos paguem a dívida”.
No ato de inauguração, participaram os executivos da Petrobras Bolívia, Erick Portela, da Total Bolívia, Ignacio Sanz, e da British Gás, Orlando Vaca. Olhando a Portela, Morales assegurou que “para uma empresa tão grande, o que nos deve é seu cabelo branco, colega”.
“Quanto nos deve? Não é muito. Não é possível que a Petrobras nos pechinche 20, 30, 40 milhões de dólares; se eu fosse a Petrobras, já teria pago isso”, assegurou o presidente boliviano.
A Petrobras deve para a Bolívia o pagamento de gás rico (com conteúdos de etano, butano, propano, pentano, hexano e heptano) que exportava com o gás natural até a instalação de onze plantas de processamento de gás em território boliviano.
 
El País

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O novo prefeito de Nova York, Bill de Blasio, prometeu acabar com as charretes do Central Parque, alegando que o tratamento dado aos cavalos é cruel. Seu projeto é substituir as charretes por carros elétricos, de estilo "vintage".  
Após a posse de Blasio , em 1º de janeiro, o debate se acirrou entre as organizações pelos direitos dos animais e os donos de estábulos. Os dois lados se mobilizaram, com campanhas incentivando a população a falar com os parlamentares tanto para aprovar como para barrar a ideia.
"Os cavalos trabalham em uma das situações de tráfego mais perigosas do mundo, com muito congestionamento. As leis raramente são aplicadas, e não é incomum ter as carruagens sobrecarregadas ou longos expedientes", afirma Elizabeth Forel, presidente da Coalizão para Banir as Charretes.
Curiosidade: os brasileiros estão entre os 150 cocheiros que conduzem 220 cavalos nas 68 charretes autorizadas a trabalhar no parque. Cada animal possui um número de registro no casco e nas rédeas e deve passar ao menos duas vezes por ano por um veterinário.  
Mas os ativistas acham que a cidade é nociva. "O uso de cavalos em charretes na Nova York do século 21 não é natural ou necessário e traz uma tensão inegável à vida dos animais", diz Bret Hopman, porta-voz da Sociedade Americana para a Prevenção de Crueldade contra Animais.

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