sábado, 11 de janeiro de 2014

ATÉ A SEGUNDA !

Alô Pessoal:

Não sou Fluminense, mas até a segunda.

Zelador

GRANDE LIÇÃO

 
 
Disso tudo ficou a lição: a família Sarney aprecia lagosta, champagne e whisky 12 anos.

Clarin da Boa Vista

FICOU NA POEIRA

Um dia, quando jovens, todos tivemos vontade de sair pelo mundo. Só com algum no bolso de uma  Lee azul desbotada, um par de camisetas Hering, calçando um tênis All Star. Mochila leve. Sem agasalhos pesados, sem guarda-chuva e sem relógio.
Pequenas pedras ? Só as dos caminhos.
Desafiador caminhar contra o vento e não temer o anoitecer.
A coragem vinha da certeza de ter para onde voltar e ter sorrisos esperando.

John Chair


   

É DISCO QUE EU GOSTO


DIÁLOGO CRUEL


Ouvido outro dia:

- Cara, estive pensando: Amy Winehouse tomou o barco com 27 anos. Com a mesma idade, também embarcaram, Jim Morrison, Janis Joplin, Jimi Hendrix, Brian Jones e Kurt Cobain. 
Ufa ! Dessa eu escapei,
 
- Escapou ? Com que idade estava quando casou  ?
 
- Sai fora "meu". Eu sou feliz.

ER

MOÇA BONITA

Jennifer

QUAL É A SUA PRAIA ?


Deu no El País

"...Percorrer as praias de Ipanema e Leblon é um exercício revelador do que acontece no espaço mais turístico e frequentado do Rio de Janeiro. A subdivisão é bastante clara: no posto 7, localizado na praia do Arpoador, abundam os surfistas e as famílias de baixa renda provenientes das vizinhas favelas do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo. Também costumam desembarcar nesta praia os habitantes dos subúrbios da deprimida Zona Norte do Rio, a quem as classes mais ricas chamam depreciativamente de “farofeiros”, por seu hábito de levar comida à praia.
A 800 metros do posto 7 se localiza o trecho onde o coletivo gay se fortaleceu. Ele é facilmente identificável pelas bandeiras do arco-íris que são visíveis à distância e decoram os quiosques de bebidas. Diariamente, centenas de homossexuais de múltiplas nacionalidades se agrupam aqui para conversar e se enturmar.
A poucos metros do posto 9 fica o quiosque de comida e bebida do uruguaio Milton González, uma autêntica lenda na praia de Ipanema. Há mais de 30 anos ele vê desfilar a fina flor do Rio por essa área tradicionalmente considerada como um ponto de encontro de gente jovem e moderna. “O público que temos aqui é variado, do médico ao artista”, diz Milton, conhecido pelos deliciosos sanduíches de calabresa que fornece nesse trecho considerado como um dos focos das novas tendências no Rio.
No posto 11, já no sofisticado bairro do Leblon, onde as imobiliárias identificam o metro quadrado mais caro do Brasil, a fotografia social é radicalmente diferente. As famílias de alto poder aquisitivo reinam na areia, e há pouco espaço para a farra desenfreada que se vive em certas áreas de Ipanema. “Este é o trecho de praia menos divertido do Rio. Aqui vêm muitos poderosos que não permitem nada que saia das regras”, conta Reginaldo, um vendedor de mate gelado que percorre diariamente de ponta a ponta as praias de Ipanema e Leblon."

El País