quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

SOB A LUZ DE VELAS

 
Ao avaliar o nosso progresso como indivíduos, tendemos a concentrar-nos nos fatores externos como a nossa posição social, a influência e a popularidade, a riqueza e o nível de instrução. Como é evidente, são importantes para medir o nosso sucesso nas questões materiais, e é bem compreensível que muitas pessoas se esforcem principalmente por alcançar todos eles. Mas os fatores internos podem ser ainda mais cruciais para determinar o nosso desenvolvimento como seres humanos. A honestidade, a sinceridade, a simplicidade, a humildade, a pura generosidade, a ausência de vaidade, a prontidão para servir os outros - qualidades que estão facilmente ao alcance de qualquer criatura -, formam a base da nossa vida espiritual.

Nelson Mandela,

É A VIDA...


MOÇA BONITA

Angela

ÍNDICE DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

Três cidades do Sul de Minas estão entre as 10 primeiras da lista com as cidades  que mais se destacaram no Índice de Responsabilidade Social em Minas Gerais nos últimos dois anos. A lista foi divulgada pela Fundação João Pinheiro.
 
Extrema aparece como a cidade com o melhor índice mineiro de responsabilidade social.
Congonhas, na Região Metropolitana, ficou em segundo lugar; Brumadinho (MG) foi a terceira. São João Batista do Glória (MG) e Itanhandu dividem a 10ª posição no ranking.
O índice de responsabilidade social varia de zero a um. Nesta pesquisa, foram avaliados ítens como acesso aos serviços de saúde, emprego e renda, qualidade de ensino e respeito ao meio ambiente.
 
Confira abaixo os índices IMRS:
1º - Extrema - 0,701
2º - Congonhas - 0,695
3º - Brumadinho - 0,692
10º - São João Batista do Glória / Itanhandu - 0,682
 
Na nossa região aparecem:
Varginha - 0,673
Itajubá - 0,667
Poços de Caldas - 0,666
Brasópolis - 0,656
Lavras - 0,642
Pouso Alegre - 0,633
 
Mais detalhes no site da Fundação João Pinheiro. Dados interessantes e que precisam ser analisados com profundidade.
 
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VAI NESSA !

 
 
 
"A presidenta Dilma está preparando o País para um novo salto"

Lula

TÁ RUIM MAS JÁ ESTÁ BOM

Universidade de Pequim - Biblioteca
 
O primeiro ranking mundial que avaliou as 100 melhores universidades de países emergentes tem apenas quatro instituições brasileiras, segundo os dados divulgados no fim da tarde de ontem (4/12).
 
A Universidade de São Paulo -USP é a instituição do país mais bem colocada, na 11ª colocação do Ranking Brics e Economias Emergentes 2014, divulgado pela revista britânica Times Higher Education (THE), com 41,1 pontos.
 
As demais brasileiras no ranking são a Universidade Estadual de Campinas - Unicamp, na 24ª posição (34,7 pontos), a Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, empatada na 60ª colocação com duas instituições húngaras e uma de Taiwan (24,8 pontos), e a Universidade Estadual Paulista (Unesp), que ficou no 87º lugar, com 20 pontos.
 
O ranking foi feito a partir de dados coletados pelo Projeto Global de Perfis Internacionais da Thomson Reuters em 22 países, entre integrantes do grupo dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e outros países de economia emergente.
 
O Brasil é o sétimo país em número de instituições que figuram na lista, atrás de China, Taiwan, Índia, Turquia, África do Sul e Tailândia. Quatro nações acabaram sem participar da lista final, porque nenhuma de suas instituições ficou entre as 100 primeiras: Indonésia, Paquistão, Peru e Filipinas.
De acordo com Phil Baty, editor do ranking da Times Higher Education, a metodologia usada na análise é a mesma do ranking mundial, no qual a USP caiu da 159ª posição em 2012 para o grupo entre a 226ª e a 250ª colocação na edição divulgada em 2013.
 
São 13 indicadores de desempenho que cobrem os cinco aspectos considerados pela revista como centrais para as universidades modernas: renda proveniente de pesquisa, ambiente de ensino, influência da pesquisa, volume de pesquisa e posição no cenário internacional.
 
G1