sexta-feira, 11 de outubro de 2013

SOB A LUZ DE VELAS

 
Um homem que aspira a coisas grandes considera todo aquele que encontra no seu caminho, ou como meio, ou como retardamento e impedimento, - ou como um leito de repouso passageiro. A sua bondade para com os outros, que o caracteriza e que é superior, só é possível quando ele atinge o seu máximo e domina. A impaciência e a sua consciência de, até aqui, estar sempre condenado à comédia – pois mesmo a guerra é uma comédia e encobre, como qualquer meio encobre o fim -, estraga-lhe todo o convívio: esta espécie de homem conhece a solidão e o que ela tem de mais venenoso.
Friedrich Nietzsche,

CINE EDNA


Ontem, dia 10 de outubro, queria dizer, no 10 de outubro de outubro de 1951, portando há 62 anos, era inaugurado na Rua Dona Maria Carneiro (na Boa Vista, é claro) o Cine Edna, de propriedade do Sr. Álvaro Mandolesi.
Foi exibido na inauguração o filme "Se Eu Fora Rei". Foi numa quarta-feira.
Segundo o Virgílio Machado, foi um filmaço, como diziam na época. Filme americano em P&B, rodado em 1938. Dirigido por Frank Lloyd e tendo com estrelas, Ronald Colman e Basil Rathbone.
A película recebeu quatro indicações para o Oscar.
(Aventura passada no século XV na França).
Não tenho certeza, mas creio que o nome do Cinema (Edna), foi dado em homenagem a filha do Sr. Álvaro, Edna Mandolesi, nossa amiga casada com o Eng. Aylor.

ER

MOÇA BONITA


DEU NO SITE DO JORNAL DO BRASIL

Mikio Kawai Jr

Mesmo em época de grande avanço tecnológico, ainda vivemos a preocupação com o racionamento de energia e, o pior, com grandes apagões, como o que atingiu boa parte da Região Nordeste no último mês de agosto. A questão é que um país como o Brasil precisa tanto de fontes previsíveis de energia, como carvão e gás, quanto de fontes sustentáveis, como vento, luz solar e etanol. E isso, obviamente, ainda não ocorre da maneira correta.
Embora muito abundantes nas regiões Centro-Oeste e Norte e no interior de São Paulo, insumos como etanol e bioenergia elétrica são ainda duas das opções menos defendidas por especialistas, enquanto é muito comum ouvirmos sobre as energias eólica e solar. De alguns anos para cá, no entanto, o setor sucroalcooleiro tem se tornado uma excelente alternativa aos problemas em nosso sistema energético.
Desde o início da década, o bagaço da cana-de-açúcar tem sido utilizado como fonte para a produção de energia, tanto térmica quanto elétrica, e impulsionado a economia dos estados em que marca maior presença. Ao produzirem energia elétrica como subproduto, as usinas de açúcar e álcool se tornam autossuficientes e ainda conseguem fornecer parte da eletricidade que gera para comercialização no mercado livre com outros geradores ou comercializadoras. Ou seja, elas não só deixam de gastar com conta de luz como conseguem lucrar com a venda do insumo.
A maior vantagem da utilização das usinas sucroalcooleiras para a geração de energia é que elas complementam perfeitamente o sistema hidrelétrico nacional. Coincidência ou não, o período mais forte da safra de cana de açúcar é entre abril e novembro, justamente a época mais seca na Região Sudeste, onde está localizada a maior parte de nossos reservatórios de água.
Além de ser uma opção nos períodos de menor nível de água nas hidrelétricas, as usinas sucroalcooleiras atendem perfeitamente às preocupações com a natureza, pois produzem energia a partir de fontes renováveis que praticamente não oferecem danos ao meio ambiente. É fundamental que as precauções ambientais existam, porém a falta de energia em nossos lares e indústrias também é uma questão importantíssima. Por conta disso, é necessário voltarmos as atenções às mais diversas fontes disponíveis em nosso sistema energético.

* Mikio Kawai Jr., economista, iniciou a carreira no mercado financeiro em bancos de investimentos e é  gerente de operações na Openlink (Nova York e SP).

JB

PHOTOGRAPHIA NA PAREDE


ENQUANTO ISSO...