terça-feira, 20 de agosto de 2013

SOB A LUZ DE VELAS



O que é que faz um cara quando não tem coragem suficiente pra enfrentar nem covardia bastante para correr ?

Millôr

QUEM TE CONHECE NÃO ESQUECE JAMAIS

O PAC para 44 cidades históricas de 20 estados diferente foi anunciado hoje por Dilma, em São João Del Rei. Ela prometeu um investimento de R$ 1,6 bilhão nessas localidades para serem aplicados em obras de infraestrutura urbana, recuperação de monumentos, sítios históricos e patrimônio. As ações, segundo a presidenta, devem ser desenvolvidas nos próximos três anos.
 
Sobre o tema, o senador Aécio Neves afirmou nesta terça-feira que a presidenta Dilma Rousseff, sem ter o que apresentar em Minas Gerais, lançou como se fosse novo um programa do ex-presidente Lula: o PAC das Cidades Históricas.
 
Completou Aécio:
É inacreditável até onde é capaz de ir o desrespeito do PT e da presidente Dilma com Minas e os mineiros. Em outubro de 2009, Lula disse que essa proposta – agora relançada por Dilma – era “ a maior ação conjunta pela revitalização e recuperação das cidades históricas já implantada no nosso país”. Na época, Lula prometeu um investimento de R$ 890 milhões até 2012, destes, R$ 140 milhões seriam investidos ainda naquele ano. Até hoje, quatro anos depois, nenhum centavo foi investido. O dia de hoje deve ficar marcado na nossa consciência como mais um dia em que o PT teve a coragem de zombar da memória e da inteligência dos mineiros.
 
Diário do Poder
 
ER

2014 - A DISPUTA PROMETE SER FEIA


CANTINHO DA SALA

Edvard Munchen

DE OUTRA PANELA


A antiga expressão voltou a tona em uma entrevista concedida pelo Secretário Adilson Primo, a uma revista ou jornal de grande circulação nacional. Disse ele:
- "Fomos contemporâneos de Escola, mas não fomos da mesma panela"
Hoje tive de explicar para um amigo de São Paulo esse negócio tradicional de formação de panelas na nossa Escola.
Saí de lá há séculos, mas no meu tempo (conversa de veterano) a instituição chamada "panela" era uma realidade. Não estamos falando de "panelinhas", que era pejorativo e não significada coisa muito boa.
"Panela" era "panela". Coisa séria e fundamental para sobrevivência na Efei e na cidade. A boa é tradicional panela, tinha de 6 a 10 membros. Tinha um líder nato.
Não necessariamente moravam na mesma "república". Tinham os mesmos gostos musicais, mesmas afinidades e quase sempre o mesmo padrão financeiro social.
Fundamental fazer parte de uma panela bem azeitada. Empréstimos de livros, companheiros das sessões de cinema, parceria (não muito legal) em relatórios, trabalhos em equipe, troca de informações nas provas, solidariedade quando dos foras das namoradas, companheirismo nos porres, confidências diversas e sonhos parecidos. Panela bem formada ia do primeiro ao quinto (não do jogo de bicho - dos anos de curso). 
A vida profissional, casamento, famílias e tomadas antecipadas de barco, acabaram por fragmentar brilhantes "panelas" que passaram pela terrinha.  
Interessante que "panelas" só funcionam bem na escola. Nos empregos, nas igrejas, na política e sociedade em geral é um desastre.
É a vida.

ER

PRÁ PENSAR




A verdade está caminhando e nada pode pará-la.

Émile Zola

ENGARRAFADO