terça-feira, 13 de agosto de 2013

CADEIÃO


O Brasil possui 23.086 km de fronteiras, sendo 7.367 km marítimas e 15.719 km terrestres. A fronteira com o oceano Atlântico estende-se da foz do rio Oiapoque, ao norte, na divisa do Amapá com a Guiana Francesa, até o arroio Chuí, ao sul, no limite do Rio Grande do Sul com o Uruguai. Com exceção do Chile e do Equador, todos os países da América do Sul fazem fronteira com o Brasil. Ao norte estão Guiana Francesa, Suriname, Guiana e Venezuela; a noroeste, Colômbia; a oeste, Peru e Bolívia; a sudoeste, Paraguai e Argentina; e ao sul, o Uruguai.
Com tantas denúncias de corrupção, não seria o caso de providenciar a construção de 23.086 kms de grades altas e reforçadas, eletrificadas pela Usina de Itaipu.
Anônimo

BOM PARA A REGIÃO

Pouso Alegre está perto de anunciar mais um grande investimento em seu parque industrial. Desta vez, o grupo argentino Envase vai aportar cerca de R$ 300 milhões na construção de uma fábrica destinada à produção de tubos para desodorantes, produzidos pela Unilever Brasil Alimentos Ltda.
Quando entrar em operação, a unidade do grupo argentino vai gerar 500 empregos diretos. Para atrair a inversão, o governo de Minas Gerais promoveu a redução de 12% para aproximadamente 3% na alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS).
As informações foram dadas pelo secretário de Desenvolvimento Econômico de Pouso Alegre, Rafael Prado dos Santos, durante o evento "Rotas para o Futuro", promovido ontem pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), na sede da Regional Sul da entidade.

 Diário do Comércio

SENTA A PUA !

Tomou o barco hoje, aos 94 anos, o brigadeiro Rui Moreira Lima, herói da Segunda Guerra Mundial. Era era o último piloto sobrevivente que participou do 1º Grupo de Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira (FAB), completou 94 missões sobre a tropa e objetivos alemães.
Lima nasceu na cidade de Colinas (MA) e aos 20 anos tornou-se cadete da escola militar de Realengo, no Rio. Ingressou na FAB quando a instituição foi criada, em 1941. Na Itália, durante a Segunda Guerra, cumpriu 94 missões de combate e recebeu a Cruz de Combate (Brasil), a Croix de Guerre avec Palmes (França) e a Distinguished Flying Cross (EUA) por heroísmo.
Escreveu o livro "Senta a Pua", publicado pela Editora Itatiaia, com 466 emocionantes páginas sobre a atuação da Força Aérea Brasileira nos céus da Europa.
Li o livro em 2003 numa tacada só. Encontra-se à disposição para empréstimo.
Herói brasileiro.

ER


MEU PASSADO ME CONDENA

Deu na BBC - Outros casos Siemens
Japão, 1914: A empresa alemã foi pega em um escândalo de pagamento de propinas a militares japoneses, em troca por contratos para construir navios de guerra.
Nigéria, 1998: Uma força-tarefa de 200 policiais alemães investigou desvios de 200 milhões de euros para comprar contratos na Nigéria durante o regime de Sani Abacha (1993-1998)
Argentina, 1998: A Siemens admitiu ter pago US$ 40 milhões em propinas a autoridades argentinas por um contrato para fornecer um sistema de carteiras de identidade. O governo argentino desistiu da licitação, mas a empresa alemã pagou propina para reabri-la.
Grécia, 2004: A empresa pagou propina por diversos contratos das Olimpíadas de Atenas. Em 2012, em meio à crise da dívida pública grega, a Siemens concordou em pagar 90 milhões de euros de indenização ao governo grego, ao longo de cinco anos.
Alemanha, 2006: Uma grande investigação sobre pagamento de propinas em todo o mundo levou a multas de US$ 1,4 bilhão nos EUA e Alemanha e à queda do presidente da empresa, Klaus Kleinfeld.
 
BBC

ERRO TÉCNICO CUSTARÁ 100 MILHÕES


Um erro na conexão entre a linha de transmissão e as duas usinas hidrelétricas do Rio Madeira - Jirau e Santo Antônio - vai pesar no bolso dos consumidores brasileiros. Eles terão que pagar cerca de R$ 100 milhões, mesmo recebendo somente uma parte da energia gerada pelas usinas.
Segundo cálculo feito por um especialista do governo, se as obras da usina de Jirau não tivessem atrasado, o prejuízo poderia ser ainda maior, de mais R$ 500 milhões, porque, mesmo que a energia não chegue às casas dos consumidores, ela teria que ser paga. O problema de incompatibilidade entre os sistemas foi revelado em reportagem publicada nesta segunda-feira pelo jornal “Valor Econômico”.
  • O Edital de licitação do complexo de linhas de transmissão, que liga as hidrelétricas do Rio Madeira, em Rondônia, até Araraquara (SP), com cerca de 2.375 quilômetros de extensão, não estabeleceu nenhuma especificação sobre os equipamentos que deveriam ser utilizados. As empresas tiveram liberdade para escolher o tipo de material a ser utilizado. Com isso, os sistemas das usinas e do complexo de transmissão são incompatíveis.
O ministério informou, por meio de nota, que “não houve erro” do órgão. Segundo o MME, nos editais de licitação de Santo Antônio e Jirau estava claro que as empresas deveriam obedecer aos procedimentos de rede e às outras exigências do ONS.
Segundo a nota, já para o leilão das linhas, realizado em novembro de 2008, foram disponibilizados aos agentes “quatro relatórios técnicos que tratam do processo de planejamento”, onde está prevista a instalação do Master Control (Controle Mestre). Este é o equipamento que faz as linhas de transmissão e as usinas se comunicarem.
O ministério afirma ainda que “o requisito do GSC (Generator Station Coordinators), que envia informações necessárias ao Master Control” de quantas turbinas estão em operação, só poderia ser dimensionado após o leilão de transmissão para integração do complexo Madeira.
“Uma vez identificada a necessidade do GSC, os agentes geradores deveriam tomar as providências para o cumprimento dos Procedimentos de Rede”, completa a nota do Ministério. A Usina de Santo Antônio e o consórcio Energia Sustentável do Brasil, que controla Jirau, não quiseram se pronunciar.
O Globo
Blog: Do jeito que as coisas andam pro nosso lado...oxalá...
ER


SABOR A MI



Quem já entrado nos sessenta, que não sentiu em algum momento o coração disparar com Eydie Gormé e o Los Panchos, não viveu.

Tomou o barco no último sábado, em Las Vegas, Edith Gormezano, simplesmente Eydie Gormé, cantora americana integrante da dupla Steve&Eydie e que participou de gravações históricas com o Trio Los Panchos.
Eydie nasceu em Nova York em em 16 de agosto de 1928, filha de sefarditas de ascendência espanhola.
Começou a cantar no rádio num programa infantil aos 3 anos de idade. Não parou mais. Trabalhou como crooner da Orquestra de Glenn Miller
Em 1952, começou sua carreira como solista. Conheceu seu futuro marido, Steve Lawrence, quando foram convidados a participar de um programa bastante famoso na época: "The Tonight Show", em horário nobre.
Eydie e Steve se casaram em 1957 tiveram 2 filhos, um dos quais se tornou escritor e compositor, e é o autor do musical "High Scholl". O outro filho do casal, morreu prematuramente, aos 23 anos, em 1986, durante uma partida de tênis.
As apresentações do casal são famosas, tanto no rádio, como na televisão, nos cassinos e principalmente em Las Vegas e Atlantic City, onde assistir um show deles, virou um clássico do showbizz americano; quase uma obrigação.
O primeiro grande sucesso mundial de Eydie, aconteceu em 1963, quando ela gravou “Blame it on the Bossa Nova”, e com esta música ela passou a ser conhecida inclusive no Brasil, onde foi feita uma versão para o português gravada pelo Trio Esperança como “Ensinando a Bossa Nova”. Ainda nos anos 60, Eydie consegue um sucesso considerável no mercado fonográfico, quando gravou alguns discos em espanhol junto com o Trio Los Panchos. Quem nunca se emocionou com "Sabor a mi", "Nosotros", "Amor " e outros hits ?

ER  

 

MEDALHAS MINEIRAS

Deu no Estadão
 
Hábil na costura política, Aécio Neves esbanjou homenagens a autoridades políticas quando governou Minas Gerais. Nos dois mandatos de Aécio Neves e durante a gestão de seu sucessor, o também tucano Antonio Anastasia, o governo mineiro desembolsou R$ 6,4 milhões com a concessão de 11 diferentes tipos de medalhas e comendas para autoridades.
Aécio conduziu, a partir de 2003 - quando assumiu a administração estadual -, cerimônias de grande pompa, mas os tucanos, em especial os paulistas, hoje assediados pelo mineiro, não tiveram muito espaço nas maiores condecorações. Na primeira solenidade que presidiu, o mineiro agraciou, em Ouro Preto, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o Grande Colar da Inconfidência, a maior honraria concedida pelo Estado.
Criada por Juscelino Kubitschek em 1952, essa é a principal comenda do Estado e, nos últimos onze anos, consumiu investimentos de R$ 3,9 milhões. Nos últimos dez anos, também receberam o Grande Colar o ex-vice-presidente José Alencar e a presidente Dilma Rousseff, oradora oficial do evento em 2011, além do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, entre outros.
A situação não foi muito diferente com a Grande Medalha da Inconfidência, segundo maior grau dos quatro que existem na comenda, e que já foi concedida a petistas como os ministros Alexandre Padilha (Saúde) e José Eduardo Cardozo (Justiça), o ex-ministro Antônio Palocci e o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (RS). Neste grau, foram agraciados integrantes do PSDB, mas principalmente deputados estaduais e federais aliados de Aécio. O tucano paulista de maior destaque condecorado com a comenda foi Alberto Goldman, que havia acabado de assumir o governo paulista com a renúncia de Serra para disputar a eleição presidencial de 2010, na última cerimônia presidida por Aécio - que também renunciou para concorrer ao Senado.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso recebeu a honraria, mas 1985, das mãos do ex-governador Hélio Garcia. José Serra também foi condecorado com a medalha, mas a homenagem foi feita em 1995, pelo ex-governador e atual deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB), quando o paulista ocupava o cargo de ministro do Planejamento e Orçamento na gestão de FHC.

 Estadão


E SEGUE O JOGO...

Em pronunciamento ontem, segunda-feira, o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) disse que protocolou requerimento para que o ex-diretor da BR Distribuidora João Augusto Henriques possa esclarecer denúncia publicada pela revista Época sobre a existência de um suposto esquema de corrupção na Petrobras, o qual teria favorecido parlamentares, partidos políticos e campanhas eleitorais. Protocolado na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), o requerimento é subscrito pelo senador Aloysio Nunes (PSDB-SP).
Em aparte, o senador Humberto Costa (PT-PE) disse que o fato de existirem denúncias não significa que as acusações sejam verdadeiras. Ele também recomendou que Álvaro Dias estendesse a convocação a Adilson Primo, ex-presidente da Siemens no Brasil e hoje secretário da Prefeitura de Itajubá (MG), "que sabe muitas coisas sobre escândalo que supostamente envolveria empresas multinacionais e agentes públicos do governo de São Paulo".
Em resposta, Álvaro Dias disse está satisfeito com as providências adotadas pelo governo paulista para tratar da questão, e com as investigações da Polícia Federal e o Ministério Público Estadual sobre o caso, que envolve o fornecimento de trens para o metrô.
 
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Blog: Isso ainda vai longe.
 
ER


 

MOÇA BONITA


OPOSIÇÃO