quarta-feira, 24 de julho de 2013

SOB A LUZ DE VELAS



Muitas vezes o que não está escrito diz muito mais que o que foi escrito. Para isso é fundamental que se conheça bem quem escreveu. Trata-se de questão de estilo, o esconder palavras. O óbvio é chato, irritante e costuma desagradar quem entendeu e muito mais, quem não entendeu.

John Chair

CANTINHO DA PAREDE


Henriette Theodora Markovitch (1907/1997), simplesmente Dora Maar. Fotógrafa, poeta e pintora francesa. Atraente, sedutora e passional. Foi a quarta das sete mulheres de Pablo Picasso. A relação entre eles durou nove anos. Tida como uma das mulheres que mais amou Picasso, foi também abandonada por ele.
Conservou durante toda a sua vida, em 16 de julho de 1997, 130 quadros do pintor, que após sua morte, foram para leilões.

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VERSOS DEFINITIVOS


“Traga-me um pouco d’água, tenho sede. E esta sede pode me matar. Minha garganta pede um pouco d’água e meus olhos pedem teu olhar”.

Anastácia e Dominguinhos

ROMÂNTICOS EM CUBA


O ministro Aldo Rebelo (Esporte) usou um avião da FAB (Força Aérea Brasileira) para ir a Cuba no Carnaval com a mulher, o filho e assessores.
Ele esteve em Havana em missão oficial e justificou a carona à mulher e ao filho dizendo que ambos também foram convidados pelo governo cubano.
Nenhum dos dois representou o governo brasileiro na missão. Quando o ministério publicou nota sobre a viagem de Aldo, em fevereiro, o nome deles não constava na lista oficial da comitiva.

Blog: Aldo. Comunista desde criancinha. E segue o jogo...

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COMPREI MAS NÃO FUI EU


Após longo silêncio, ontem à noite o deputado federal Aelton Freitas enviou nota aos jornais lamentando “profundamente a matéria veiculada pelo programa “Fantástico”, da Rede Globo, no domingo (21), e revoltado com a edição maldosa de fatos que envolvem meu nome. Sinto-me no dever de dirigir-me aos mineiros para repor a verdade”, coloca a nota.
" O deputado diz repelir qualquer insinuação de envolvimento na compra de votos. “Todos os votos que recebi em eleições nas quais participei foram frutos de minhas ações em benefício de Minas Gerais e na busca incessante de melhorias para as condições de vida de sua gente. Tenho primado pela transparência em toda minha trajetória política”, diz, explicando que a maior prova disto é ter sido escolhido pelo “saudoso” vice-presidente José Alencar para ser o seu suplente na disputa do Senado Federal. “O sucedi e dei continuidade ao seu mandato e ao trabalho em favor de Minas Gerais e dos mineiros. A confiança de José Alencar e a seriedade com que exerci o mandato de senador são fatos que me orgulham sobremaneira”, diz.
Em relação à gravação, diz ser revoltante constatar que frases ditas em reunião política “realizada com companheiros da cidade de Capetinga, em recinto fechado, no calor da campanha eleitoral de 2012, tenham sido flagrantemente descontextualizadas em uma edição tendenciosa que desvirtuou a realidade dos fatos verdadeiramente ocorridos. É também tortuosa a afirmação de uma suposta disseminação de ‘boatos’. Acredito que seja dever de todo homem público e agente do processo político numa democracia apontar erros e propor soluções. É direito da população saber as qualidades e defeitos dos candidatos. A criminalização da atividade política, empreendida com indisfarçável fúria por parte da mídia, é um desserviço à democracia e uma vertente para o fascismo”, ataca o deputado.
E reafirma que distribuiu entre os municípios onde obteve votação, obedecendo estrito critério de proporcionalidade, os recursos das emendas parlamentares ao Orçamento da União, “o que não constitui qualquer irregularidade”, e que é feito por ele e “rigorosamente todos os outros deputados e senadores da República”.
“A edição repulsiva do “Fantástico” quis transformar em crime o exercício de uma faculdade legal, que a cada ano se traduz em leitos hospitalares, salas de aula, quilômetros de estradas, pontes e obras de saneamento básico”, diz, relembrando as palavras ditas pelo ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral Arnaldo Versiani, no “Fantástico”, de que “não houve crime”.
E volta a lamentar que a emissora não mostrou a chantagem que teve, ao ser procurado para comprar um DVD “com as imagens agora reveladas. Repeli a negociata não aceitando o jogo sujo dos chantagistas. Não me arrependo, o faria novamente. Por qual razão a Rede Globo omitiu de seus telespectadores tão importante informação? Dias antes, meus adversários políticos e notas publicadas em colunas de jornais de Uberaba já anunciavam abertamente a realização dessa verdadeira “operação política” de assassinato de reputação, que agora se cobre de descrédito ao ser desmoralizada pela verdade dos fatos”, diz, agradecendo as manifestações de solidariedade e que “não me abaterei diante da calúnia e da mentira”.

(O Tempo)
Blog: O Deputado, que conforme registrado foi suplente do Zé de Alencar, atuou como titular do cargo. Senador por Minas. Ele sempre anda pela terrinha e caça aqui e ali uns votinhos. Talvez não apareça mais.
É a vida
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BARCOS PARTINDO



Muito movimento de barcos no dia de ontem. Tomaram seus respectivos barcos no dia de ontem, dois admirados e respeitados brasileiros. O grande lateral direita da seleção brasileira e o poeta, músico e cidadão participante, Dominguinhos.
Para quem não é da época, seria bom saber que Djalma Santos, foi convado pela seleção brasileira jogando pela Portuguesa de Desportos.
Confesso, que com dez anos de idade e ouvindo num domingo pela manhã, a transmissão da final da Copa do Mundo (1958) contra a Suécia, temi quando ele substituiu o De Sordi, lateral do São Paulo que, por estar contundido, não atuou na última partida.
O grande craque e cavalheiro Djalma Santos foi magnífico.
Para o Dominguinho, faltam palavras. Temos que ouvir suas músicas e atentar para a beleza e simplicidade.

É a vida.

ER

SPONHOLZ - O HOMEM QUE SAIU NO FRIO


AEROPORTO


Segundo o pessoal diretamente interessado, não correm às mil maravilhas as negociações para de compra/venda/desapropriações da parte da área onde deverá ser construído o aeroporto da Helibrás. Os proprietários antigos já teriam concordado com a proposta do Estado. Os outros relutam.
No final se acertam.
É a vida.

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