segunda-feira, 27 de maio de 2013

DEU NO JORNAL

 
O crescimento físico previsto para a cidade em quatro anos será de 192.000 toneladas !

Clarim da Boa Vista

DOCE DELEITE

 
Germaine Potter Bazzle, nasceu em New Orleans no dia 28 de março de 1932. Já lá vão 81 anos. Começou a  tocar piano com 12 anos. 
Uma das divas do Jazz. Uma Dama de New Orleans.
Ela está no Brasil pela primeira vez. Cantou e encantou ontem ao se apresentar no Bourbon Festival Paraty.
Apresentou clássicos do jazz e fez scats (improvisações vocais de fonemas em substituição a uma letra de música), uma das habilidades que a tornaram famosa, que levaram o público ao delírio.
Dedicou 50 anos de sua vida como professora de canto.
Paralelamente, durante 10 anos ela participou do coral da catedral de Saint Louis, com o qual cantava todo domingo. "Foi uma oportunidade única de viajar a muitos países e ter a chance de fazer canto gregoriano, interpretar Beethoven vocalmente", relembra.
Em entrevista ao iG, ela também falou sobre o começo da carreira e a descoberta do gosto por clubes de jazz: "Na verdade, comecei como baixista em pequenos grupos até que fui me interessando mais pelos vocais. Passei a dar aulas de dia e cantar nos clubes à noite."         
Ela está aposentada há três anos, mas nem de longe pensa em sossegar dentro de casa. "Me perguntavam o que eu faria com a aposentadoria. Oras, vou me aposentar das aulas e não da vida.  Quero continuar a fazer o máximo possível de shows", contou a bem-humorada cantora.
Foi acompanhada pelo grupo The Players New Orleans Jazz Band, formado por Mitchel Player (contrabaixo), Ocie Davis (bateria) e Leslie Martin (piano).
Ah! a primeira musica que ela cantou foi "When You´re Smiling".
 
ER

SOB A LUZ DE VELAS

 
 
A partir de um certo ponto, não há retorno. Este é o ponto que é preciso alcançar.

Franz Kafka

CARTA QUE RECEBI

Prezado Primo,
Permita-me observar o seguinte.
Militei na política local  de 1966 até 2004 , e jamais mandei em nada.
Nunca fiz prefeito nenhum, apenas conduzi a campanha de alguns, mas nunca sem ajuda de outras pessoas, que, entre as quais, incluo o prezado primo.
Fui apenas diplomado Senador.
Temos apenas 11 concessões de terminais rodoviários, e alguns estacionamentos.
Não possuo nenhuma emissora de rádio, apenas as administro eventualmente.
Não considero ninguém inimigo.
Aproveito a oportunidade para parabenizar o blog, que, na minha opinião, é ilustrativo, bem escrito e possui pessoas competentes colaborando com suas opiniões e maneira de observarem o cotidiano.
Um fraterno abraço.
Sebastião I M Riera
 
Blog: O blog fica honrado com a participação do Sebastião Riera. Todos reconhecemos que o Tião é um político com mais vitórias do que derrotas. Muitas não foram vitórias e outras não foram derrotas. O tempo nos vai mostrando. Inegavelmente é um empresário de sucesso. Nessa área, quase todas as suas vitórias foram e estão sendo conseguidas fora da terrinha. O que é muito mais difícil.
Tem uma pitada de ironia em suas colocações ? Sem dúvida. Faz parte e imagino vir de nossas origens. Mas nada que ofenda e vise atingir a integridade de alguém. Trata-se de esgrima verbal.
O Tião sempre soube criticar fortemente quando na oposição (quase uma vida) e saberá receber críticas durante os próximos quatro anos (embora doídas quando injustas).
É a vida.
 
Edson Riera 

TOMOU O BARCO


Tomou o barco hoje em São Paulo aos 76 anos, o empresário Roberto Civita, presidente do Grupo Abril que publica a revista "Veja", a maior revista semanal do país, com circulação de mais de 1 milhão de exemplares. 
Roberto Civita deixa a mulher, Maria Antonia Magalhães Civita, os filhos Giancarlo Civita, Victor Civita Neto e Roberta Anamaria Civita, e seis netos.
 
Em entrevista ao jornal "Valor Econômico" em 2012, ao falar sobre as reações fortes provocadas pela "Veja", revista que com o passar dos anos se tornou mais assertiva e polêmica em suas posições editoriais, Roberto Civita defendeu o título.

"Se você não está gerando reações fortes, está fazendo algo errado. Não acredito em imprensa que quer agradar a todo mundo. Por que você faz uma revista? Só para ganhar dinheiro? Eu acho que vem junto uma responsabilidade. Eu falo isso há 50 anos... Para todo mundo. Para os meus filhos. Eles não gostam, mas eu falo. Se você não quer ter a responsabilidade, vai fazer álcool, vai plantar batata."
 
ER

PHOTOGRAPHIA NA PAREDE

Audrey

TROCANDO BACTÉRIAS

 
O professor do Instituto de Microbiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Maulori Cabral, confirmou à Agência Brasil que bolsas femininas têm mais micróbios do que na maioria dos vasos sanitários, como é apontado por estudo da empresa Initial Washroom Hygiene, do Reino Unido, especializada em limpeza de banheiros públicos.
“Tem mais micróbios na superfície das bolsas das mulheres do que na superfície dos vasos sanitários. As mulheres colocam a bolsa em tudo que é lugar. Pegam na bolsa o tempo todo e ficam passando micróbios da mão para a bolsa. E ninguém passa água sanitária na bolsa”, diz.
Os micróbios fazem parte do cotidiano. Cabral explicou que como o ser humano é um animal social, os homens cumprimentam uns aos outros, trocando micróbios no aperto de mãos. “A primeira coisa que você faz é: fique com um pouco dos meus micróbios e me dê um pouco dos seus”. Quando há mais intimidade com a outra pessoa, trocam-se beijos. “Aí a coisa complica” porque, segundo Cabral, cada gotícula de saliva tem 100 mil bactérias. “Mas, tem coisa melhor do que trocar bactérias?”, brincou o professor. Isso significa que quanto mais íntimo for o cumprimento, mais a microbiota é compartilhada.

Estado de Minas