segunda-feira, 13 de maio de 2013

13 DE MAIO

Princesa Izabel e Conde D´Eu - Estiveram na terrinha em 1868

SOB A LUZ DE VELAS

 


"Se tu queres fazer as pazes com o teu inimigo, tens que trabalhar com o teu inimigo. E então ele torna-se o teu parceiro."

Nelson Mandela

ESPEREM E VERÃO

 
O que está em jogo não é a independência do Congresso, mas a pornodefesa da impunidade. Não podemos tolerar que o Brasil seja um país que discrimina os cidadãos. Pobre vai para a cadeia. Poderoso não só não é punido como invoca presunção de inocência, cai no esquecimento e volta para roubar mais. Mas não atiremos a esmo.
Está em andamento uma tentativa de melar o julgamento do mensalão e de submeter o Supremo Tribunal Federal (STF) aos interesses de certos setores do Congresso Nacional. A possibilidade concreta de cadeia, consequência natural do julgamento do mensalão, acionou o alerta vermelho no submundo da cultura da corrupção.
Por trás dos embargos e recursos dos advogados dos mensaleiros, ferramentas legítimas do direito de defesa, o que se oculta é um objetivo bem determinado: melar o mensalão, zerar o placar, fazer um novo julgamento, livrar os culpados do regime fechado. É simples assim.
É impressionante o número de parlamentares com inquéritos ou ações penais na fila de julgamento do Supremo Tribunal Federal. No Congresso Nacional, são 160 deputados e 31 senadores, um terço da instituição.
Na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, 32 de seus 130 integrantes respondem a inquéritos, entre os quais dois já condenados — José Genoino e João Paulo Cunha, do PT-SP —, Paulo Maluf (PP-SP) e o presidente do fórum, Décio Lima (PT-SC), com quatro inquéritos por improbidade administrativa e sonegação previdenciária quando prefeito em Blumenau.

Extraído de artigo do Carlos Alberto Di Franco

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SOCIALISMO MORENO

Cuba mantém acordo para prestação de serviços médicos com muitos países, entre os quais, Costa Rica, Guiná Equatorial, Haiti e Venezuela.
Milhares de especialistas de saúde cubanos trabalham sob contrato em outros países da América Latina, Ásia e África 
O governo cubano qualifica os convênios na área de saúde, como acordos de colaboração. Alguns desses acordos são de forma gratuita, como o firmado com o Haiti, porém recebe fortes recursos (pagamentos) de outros como a Venezuela, onde perto de 30.000 médicos e paramédicos cubanos prestam trabalho.
 A empresa Comercializadora de Servicios Médicos Cubanos S.A,  tem a responsabilidade pela administração dos serviços de saúde que Cuba contrata com países estrangeiros.
Será essa empresa (Servid) a responsável pelo processo de “importação” de médicos cubanos anunciadas no Brasil.
Conforme lido em algum lugar da web, o médico receberia 7% do valor pago pelo país, onde presta trabalho, à empresa do governo cubano.
 
ER

TRABALHO DE FÔLEGO

Reunião
Um grupo de estudantes universitários trabalhando com afinco durante 10 dias, conseguiu listar os nomes de todos os titulares do governo Dilma. O trabalho apresentado abaixo é merecedor de todos os créditos. Totalmente confiável.
Muitos dos nomes citados podem soar estranho para qualquer brasileiro, mas existem.

1 - Antônio Andrade - Agricultura
2 - Aguinaldo Ribeiro - Cidades
3 - Marco Antônio Raup - Ciência e Tecnologia
4 - Paulo Bernardo - Comunicações
5 - Marta Suplicy - Cultura
6 - Celso Amorim - Defesa
7 - Pepe Vargas - Desenvolvimento Agrário
8 - Fernando Pimentel - Desenvolvimento, Indústria e Comércio
9 - Tereza Campello - Desenvolvimento Social
10 - Aloizio Mercadante - Educação
11 - Aldo Rebelo - Esporte
12 - Guido Mantega - Fazenda
13 - Fernando Bezerra Coelho - Integração Nacional
14 - José Eduardo Cardoso - Justiça
15 - Izabella Teixeira - Meio Ambiente
16 - Edison Lobão - Minas e Energia
17 - Marcelo Crivella - Pesca
18 - Mirian Belchior - Planejamento
19 - Garibaldi Alves Filho - Previdência Social
20 - Antônio Patriota - Relações Exteriores
21 - Alexandre Padilha - Saúde
22 - Manoel Dias -Trabalho
23 - Cesar Borges - Transporte
24 - Gastão Vieira - Turimo
25 - Marcelo Neri - Assuntos Estratégicos
26 - Moreira Franco - Aviação Civil
27 - Helena Chagas - Comunicação Social
28 - Maria do Rosário - Direitos Humanos
29 - Guilherme Afif Domingos - Micro e Pequena Empresa
30 - Luiza Helena de Bairros - Política de Promoção e Igualdade Racional
31 - Eleonora Menicucci - Política para Mulheres.
32 - Leônidas Cristino - Porto  
33 - Gilberto Carvalho Secretário Geral
34 - Idelli Salvati - Relações Institucionais
35 - Luía Inácio Adams  - Advocacia Geral da União
36 - Alexandre Tombine - Banco Central
37 - Gleise Hoffmann - Casa Civil
38 - Jorge Hage Sobrinho - Controladoria Geral da União
39 - Jose´Carvalho Siqueira - Segurança Institucional 

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CAIXÃO 2.0 TURBO

 
O jornal americano The New York Times publicou em seu site ampla reportagem da agência Associated Press intitulada "Carros feitos no Brasil são mortais".
A reportagem afirma que os veículos produzidos no País são feitos com soldas mais fracas, poucos itens de segurança e materiais de qualidade bem inferior aos dos fabricados nos Estados Unidos e na Europa.
"O que acontece quando esses veículos vão para as ruas está se transformando numa tragédia nacional", afirma a reportagem. A Associated Press é uma das agências de notícias mais antigas do mundo, fundada em 1846. Ela fornece noticiário para mais de 1,7 mil jornais e cinco mil emissoras de rádio e TV.
A alta taxa de mortalidade no trânsito no Brasil seria quatro vezes superior à americana, resultado da fragilidade dos modelos brasileiros. O artigo aponta que de cada cinco carros analisados no País, quatro não passariam em testes de colisão feitos por empresas independentes.
Em resposta ao polêmico artigo, as montadoras declararam que os automóveis brasileiros respeitam normas de segurança vigentes no Brasil. O número de mortes de motoristas e passageiros é atribuído por elas à má conservação de ruas e estradas.
Enquanto nos Estados Unidos a margem de lucro para as montadoras automotivas é de meros 3%, no Brasil seria de 10%, segundo o artigo. A diferença viria da economia com a qualidade dos produtos.
Outro número levantado chama à atenção: da última década para esta, subiu em 72% o volume de mortes no trânsito do Brasil. O artigo relaciona esse dado ao boom da classe média brasileira.
Em dez anos, 40 milhões de pessoas ascenderam das classes D e E à classe C. Nessas condições, a quantidade de gente comprando o primeiro automóvel aumentou. Assim, com mais motoristas de carros inseguros nas ruas, as mortes tendem a ser cada vez mais frequentes.
 
Estadão


SEM PALAVRAS


NÃO É PROVOCAÇÃO. É INFORMAÇAO

Deu na Folha:
 
Até o fim de 2013, Pouso Alegre (MG) terá crescido 173% em relação à última medição, em 2010, segundo estimativas da prefeitura.
No mesmo período, o PIB nacional terá avançado 14% - caso a economia do país tenha expansão de 3% em 2013. A chegada de grandes empreendimentos no município mineiro explica os números.
Estão previstas, para o meio deste ano, as inaugurações de pelo menos parte da fábrica da chinesa XCMG, que produz equipamentos de construção, e do centro de distribuição da Unilever, detentora de marcas como Kibon, Rexona e Ades, além de outras 22.
A farmacêutica indiana ACG também negocia a instalação de uma unidade no município.
Além dos investimentos na indústria, Pouso Alegre acaba de receber um shopping de R$ 150 milhões, o primeiro da região do sul de Minas.
Inaugurado em março, o shopping foi feito pela HSI Investimentos, empresa de gestão de fundos imobiliários com sede em São Paulo.
Segundo Luiz Dinhani, sócio da HSI, a escolha da cidade foi feita a partir de um estudo detalhado das condições econômicas e de localização. A chegada de indústrias e a proximidade de grandes rodovias, como a Fernão Dias, foram preponderantes.
Por ser o único centro comercial desse porte na região, o empresário espera atrair habitantes do entorno.
Márcio Araújo, diretor de operações da Safir, administradora do shopping, afirma que a empresa identificou ali um consumidor carente de shoppings, com dinheiro para gastar e poucas opções de estabelecimentos.
Se a HSI escolheu Pouso Alegre, as novas indústrias "foram escolhidas" pela administração da cidade, afirma o prefeito Agnaldo Perugini (PT). Segundo ele, o município adotou uma política de busca "pró-ativa" de empresas.
Em outras palavras, assim que a prefeitura sabe que uma grande empresa deseja se instalar no Brasil, procura os interessados para apresentar a cidade mineira.
"Certa vez, vi que poderia ter um investimento de indústria automobilística chinesa no Sudeste. Imediatamente, procurei deputados, o Ministério do Desenvolvimento e me coloquei à disposição, preparando Pouso Alegre para esse momento", diz.
Renato Torres, secretário de Desenvolvimento Econômico em 2012, conversava com consultorias como a Deloitte e a Ernst & Young para se informar sobre a chegada de multinacionais ao país. 
Segundo Raphael Prado, atual secretário de Desenvolvimento, a competição com cidades próximas, como Extrema, Poços de Caldas e Varginha, para sediar as empresas é grande.
Para diferenciar Pouso Alegre das demais, Prado pediu à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) a construção de um aeroporto, além de iniciar obras de um gasoduto, com o intuito de levar gás até o distrito industrial.

Folha