segunda-feira, 6 de maio de 2013

CARTA QUE NÃO RECEBI

Itajubá, 06 de maio de 2013,

Caros amigos e admiradores,
 
Podem preparar o que há de bom é melhor porque estou voltando. Estou pronta para ser repleta de coisas boas até o pescoço, ou melhor, até as alças.
Fui afastada do lugar que tanto amo por inverdades semeadas por ideólogos de plantão. Escorraçada, humilhada e colocada num plano inferior. Tratada como uma reles malfeitora da humanidade.
Só eu sei o que passei.
Todos os centros mais adiantados respeitam e louvam meus familiares. É fato reconhecido.
Mas nada como o tempo para resgatar a verdade.
Meus eternos agradecimentos a uns poucos e heróicos cidadãos que enfrentando a perversidade de parte da mídia promoveram bravamente o meu retorno.
Estarei sempre aberta para receber e conduzir com segurança os seus preciosos pertences.
Aqui é o meu lugar.
Grata ao zelador e corajosos comentaristas anônimos que me proporcionaram guarida nesse último e tenebroso ano.
Eternamente grata a brava Câmara Municipal da terrinha.
Não guardarei rancor nenhum do Dr. Ricardo, do Santi e tão pouco do Sebastião Silvestre. Já os perdoei.

Sacolinha de Plástico

SOB A LUZ DE VELAS


Sempre evitei falar de mim
falar-me. Quis falar de coisas.
Mas na seleção dessas coisas
não haverá um falar de mim ?

João Cabral de Melo Neto

THAT´S LIFE !


ALÉM DA IMAGINAÇÃO

Huffington Post

MOÇA BONITA

Bar

PARA NÃO DIZER QUE NÃO FALAMOS DE FLORES

Não entendo nada disso mas já ouvi o galo cantar a música. (me enquadro nos leigos citados abaixo)
Um Centro de Convenções na cidade é de fundamental importância. Creio que todos concordam. A construção foi promessa de entre 10 dos 9 candidatos a prefeito nos últimos anos.
Recursos para a construção não existem.
Por que não partir de imediato para uma PPP - Parceria Público Privada entre o município, a ACIEI e CDL ?
Entendendo (para os leigos):
A PPP é uma nova forma de relacionamento entre o governo e o setor privado. A iniciativa privada entra com a capacidade de investir e de se financiar, a flexibilidade e a competência gerencial, enquanto o setor público assegura a satisfação do interesse público. É fundamental entender que, numa PPP, a parceria não vislumbra simplesmente a construção de uma obra, mas a prestação de um serviço, com determinado nível de qualidade. Frequentemente, isso exige a construção ou reforma de alguma infraestrutura para se viabilizar, mas a infraestrutura é o meio, não o fim. (web).
Quem entra com quem ?
A PMI (nós) cede a área e a infraestrutura básica.
As entidades, através da formação de uma empresa com propósitos específicos,  constrói através do sistema Built to suit (construído para servir).
Entendendo de novo para os leigos: 
Build to suit  é termo imobiliário usado para identificar contratos de locação a longo prazo no qual o móvel é construído para atender os interesses do locatário, já pré-determinado. Deste modo é possível viabilizar projetos de empreendimentos imobiliários que atendam as rígidas normas estabelecidas pelos futuros usuários da construção e os prazos curtos para execução.Uma outra vantagem deste tipo de contrato é evitar a imobilização do capital da empresa da empresa que faz a locação em imóveis. O prazo do contrato é calculado de modo que o lucro obtido com o uso do imóvel cubra os custos do empreendimento (web).
Com os próprios contratos de locação como garantia, os bancos correrão para financiar o investimento. Nada de recursos federais ou do Estado.
Nosso caminho nós mesmo traçamos.

Blog: Sendo justos: O trabalho dos empresários nas suas entidades é voluntário. A dedicação, logicamente, não é e nunca poderia ser exclusiva. Tenho amigos que já exerceram cargos de direção e em quase sua totalidade tiveram seus negócios particulares prejudicados no período em que exerceram tais cargos. De certa forma, existe a necessidade do envolvimento de pessoas capazes das universidades locais. Com a pratica em projetos diferenciados, poderiam transmitir a experiência aos seus alunos. 

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DECEPÇÃO


A decepção com a política brasileira não é uma sensação exclusiva da população em geral. Até quem já ocupou um cargo público e já sentiu o gostinho do "poder" se diz frustrado com a complexidade do sistema. A morosidade das ações no Legislativo é uma das principais queixas de parlamentares e ex-parlamentares, que avaliam não terem alcançado grandes resultados. Além disso, a exposição na mídia, geralmente negativa, e as constantes denúncias das quais são alvos obrigam muitos políticos a repensarem a vida pública.
"A desilusão que temos é o sentimento de impotência, de não conseguir fazer tudo o que a gente gostaria. A gente ainda tinha aquela visão um pouco romântica, irrealista do exercício de um mandato", disse o ex-deputado estadual e ex-vereador da capital Amilcar Martins (PSDB).
O tucano ocupou uma cadeira no Legislativo municipal por dois mandatos, sendo presidente da Câmara entre 1993 e 1994. Após deixar o cargo, Martins foi eleito deputado estadual. Ele ainda exerceu funções no governo do Estado e na Prefeitura de Belo Horizonte. Apesar de certa frustração, ele disse que deixou a política para se dedicar à carreira de professor na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Quem também ocupou um lugar na Câmara e, depois de derrotado nas urnas no ano passado, desistiu de disputar uma nova campanha é Alberto Rodrigues (PV). "Eu fiquei dois mandatos lá. Imaginava que era uma coisa diferente. Às vezes, a gente perde muito tempo lá com coisas sem valor", disse o narrador, que foi vereador de 2004 a 2012.
Constantes alvos de denúncias de órgãos fiscalizadores e da imprensa, os representantes também se dizem cansados com a exposição negativa. Alberto Rodrigues, juntamente com os demais 40 parlamentares da última legislatura, foi denunciado pelo Ministério Público por improbidade administrativa em função de suspeita de uso irregular da verba indenizatória.
"A gente acaba sendo combatido injustamente, entrando no mesmo balaio. Aparecem algumas coisas que deixam a gente chateado. Não é fácil fazer política", argumentou. Apesar de negar, Alberto é cotado para ocupar algum cargo na prefeitura da capital.
Ex-deputada estadual e federal, Maria Elvira (PSB) também se distanciou das urnas depois de perder a disputa pela prefeitura da capital em 2000 e de ser derrotada como candidata a vice-governadora e a vice-prefeita em 2002 e 2004, respectivamente. "O processo eleitoral no Brasil é muito desgastante. Não tem como fazer campanha sem recursos financeiros. A captação é um negócio desgastante".
 
O Tempo 

CENTRO DE CONVENÇÕES NAS PROXIMIDADES

 
No dia 16/4, o deputado Dalmo Ribeiro Silva, acompanhado do presidente da Associação Comercial e Industrial de Pouso Alegre - Acipa, Alexandre Magno e do diretor da associação, Antonio Cirilo Tavares, se reuniram com o presidente da Codemig - Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais, Oswaldo Borges da Costa Filho, para tratar da construção de um centro de convenções no município de Pouso Alegre em parceria com a Associação Comercial e Industrial de Pouso Alegre.
Os estudos para a viabilização da obra já estão em andamento e, de acordo com o deputado Dalmo, “o centro poderá acolher grande eventos da região, atraindo turistas e empresários, o que irá fomentar o desenvolvimento regional”. O presidente da Acipa, ressaltou que “o centro de convenções irá atender aos empresários, não só de Pouso Alegre, mas de todo Sul de Minas”, ponderou Alexandre Magno.

Site do Dep. Dalmo (Dica de Anônimo)

Blog: Pois é...

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CANTINHO DA SALA

"La curandeira" - Henrique Collar
Em seu esforço para compartilhar a sua extensa coleção de arte, o BID - Banco Interamericano de Desenvolvimento acaba de lançar) um aplicativo para iPad (ainda não está disponível para outro tipo de tablete) que permitirá aos usuários acessar a uma amostra de 300 obras de sua pinacoteca. Anteriormente só poderiam apreciar as obras aqueles que visitavam a sede da instituição em Washington.
A interatividade do aplicativo, completamente gratuito, permite aos usuários não só contemplar as peças de arte em alta resolução, a um toque de dedo, senão ter informações sobre a biografia dos autores, suas obras e compartilhar as imagens através das redes sociais.
Entre as obras, constam trabalhor de Andy Warhol, Roy Lichtenstein, Antônio Gaudi, Diego Rivera, Emilio Pettoruti e Carlos Mérida. Foram selecionadas 300 entre mais de 1700 obras que constituem a coleção do BID, com artistas de diferentes épocas e de 37 países diferentes.

El País

É A VIDA...

Kate