quinta-feira, 18 de abril de 2013

SOB A LUZ DE VELAS

 
No fundo, no fundo, quando estou mesmo muito triste, sinto uma certa alegria.

Millôr

SUPER - HOMEM

Nº 1 -
 
O Super-Homem, como conhecemos, completa 75 anos de idade. Em 1938 foi para as bancas o primeiro número da revista Action Comics.
Na realidade, o primeiro Super-Homem nasceu em 1933, pelas mãos de Jerry Siegel e era um vilão, com poderes telepáticos e a obsessão de dominar o mundo.  Nada a ver com o nosso herói dos últimos 75 anos.
Originalmente, pai foi um cientista  louco (posteriormente transformado em Luthor) e foi inspirado na figura de Übermensch que Nietzsche desenvolveu em  "Assim Falou Zaratrusta":
Um homem racional com moralidade própria que defende seus valores por sobre os demais para alcançar o que deseja.
Cinco anos depois foi dado um giro de 180º no personagem.
O Super-Homem não nasceu no planeta Krypton, mas sim em Cleveland, onde se conheceram o escritor Jerry Siegel (tomou o barco em 1996) e o desenhista Joe Shuster (tomou o barco em 1992), que juntaram o seu amor pelas aventuras e a ciência de ficção com a criação de diversos personagens.
 Baseando nas idéias de Nietzsche, publicaram uma pequena história intitulada " O Reino do Super - Homem," na qual um cientista com poderes telepáticos convence a um vagabundo a ser objeto de uma experiência em troca de comida. Depois de beber a poção, o vagabundo adquire poderes telepáticos que acabam tornando-o num homem ávido pelo poder.
Durante os cinco anos seguintes Siegel e Shuster recuperou a ideia de um super-homem do bem, invencível, e transformaram a historia no que hoje conhecemos: o planeta Krypton destruído, os superpoderes, a vida dupla do herói, a aparição de Lois Lane e a capa bem feita, com ideia de mais real e movimento.
Conseguiram que alguém publicasse a história do herói no formato de quadrinhos.
O primeiro número foi vendido a 10 10 centavos o exemplar. Foi um êxito. Em 2010, um exemplar original da primeira revista foi vendido por US$ 1,5 milhão.
 
Fonte: El País
 
ER

LIBEROU GERAL

 
Ouvido hoje pela manhã na fila do Banco do Brasil:
 
- Ô Cumpadre, e aquela sua ideia de sair candidato a vereador na próxima ? Facilitou né ? Agora são 17 vagas.
 
- Cara ! o governo da Dilma me estimulou a mudar de projeto. Minha espectativa agora é outra.
 
- Desembuxa homem !
 
- O governo federal dispensou a exigência de ter pós gradução, mestrado ou doutorado para ser professor de universidade. Liberou geral.
 
- E daí mêu ?
 
- Vou dar aulas. Só não sei ainda do quê. Mais isso é detalhe.
 
- Éh... faz sentido.
 
ER

NA VANGUARDA DO ATRASO


Uma lei de iniciativa do governo federal que entrou em vigor no mês passado determinou que as universidades federais não podem mais exigir nos concursos para professor os títulos de mestre ou doutor dos candidatos.
Na prática, quem só tiver diploma de graduação pode agora disputar todas as vagas abertas nas universidades. Até então, esses candidatos eram aceitos como exceção.
A mudança já trouxe resultados práticos.
A Federal de Santa Catarina, por exemplo, está selecionando 200 professores com diploma de graduação (inicialmente, exigia doutorado).
Diferentemente, na Federal de Pernambuco, os departamentos de física e de química decidiram suspender os processos por discordar da nova regra.
Desde a década de 1990, a praxe nos concursos é exigir que os candidatos tenham doutorado ou mestrado, como forma de buscar melhor qualidade no ensino e na pesquisa. Hoje, 90% dos docentes das federais têm uma pós.
"Manifestamos publicamente nossa insatisfação, por acreditar que, sem titulação pós-graduada, a competência acadêmica e a formação de recursos humanos ficarão seriamente comprometidas", disse, em nota, o departamento de física da Universidade Federal de Pernambuco, um dos mais produtivos do país.

Dica Dr. Aldo - Fonte Folha

Blog: Estilo PT de governar:" Sempre melhorar para piorar"

SEJA VOCÊ MESMA. ESTÁ ÓTIMO


MOÇA BONITA

Jane Birkin

MAIS UMA

 
Deu na Gazeta Russa - Caderno anexo da Folha
 
Durante a cúpula dos Brics na África do Sul no final de março, o vice-diretor da corporação estatal Rostekh, Dmitri Chugaev, declarou que a fabricante de helicópteros Russian Helicopters passará a montar alguns veículos no Brasil. "A empresa Rostekh, em cooperação com o grupo industrial-militar brasileiro Odebrecht, planeja realizar a montagem, manutenção e reparação de helicópteros russos e de outros produtos militares e civis russos no Brasil, declarou Chugaev"
A Rússia já exporta para o Brasil  helicópteros militares.
O primeiro contrato para fornecimento de helicópteros Ka-62 à empresa brasileira Atlas Táxi Aéreo foi assinado em dezembro de 2012, durante a visita de Dilma a Moscou. O contrato prevê fornecimento de sete helicópteros ao parceiro brasileiro entre 2015 e 2016, afirmou Chugaev.

Blog: Não entendo nada desse mercado, mas observo:
Até recentemente a Helibrás estava sozinha no mercado brasileiro e sul-americano como fabricante.
Há poucos meses foi anunciada uma parceria entre a Embraer e a italiana Agusta para fabricar helicópteros em São José dos Campos.
Hoje, assistimos  a movimentação da Dilma (PT) e Lula  (PT), que vem atuando publicamente como promotor internacional de vendas, entre outras, da empresa Odebrecht, abrindo portas para os russos.
Daqui uns dias aparece a americana Bell.
Lógico que publicamente irão declarar que existe espaço para todos, que atuam em linhas diferenciadas e que uma das metas é atingir daqui, o mercado da América do Sul.
Tudo bem. É evidente porém que haverá mais disputa no mercado.
Imagino que todas estão de olho no mercado da logística da exploração de petróleo.
Poderão dizer: A Helibrás está mais nacionalizada é levará vantagens. Equívoco. Nacionalização costuma elevar custos.
Lado político: Os petistas do governo federal não facilitarão a vida de uma empresa situada em Minas e de certa forma ligada ao governo do PSDB. O ano que vem já está aí.
Não custa lembrar porém, que o influente Senador petista Jorge Viana, até recentemente atuava como diretor da Helibrás. Já ajuda.
Enfim...quero crer que concorrência é sempre saudável e como mineiro, posso estar imaginando chifre na cabeça de cavalo. Tomara.
É a vida.
 
ER

PHOTOGRAPHIA NA PAREDE

Elizabeth Taylor e James Dean, 1955

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