quarta-feira, 20 de março de 2013

É A VIDA...


EU SOU E DAÍ ?


O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer.

Albert Einstein

JUSTO EM POUSO ALEGRE

 
Pois é...a Anvisa (Agencia Nacional de Vigilância Sanitária) determinou a suspensão da fabricação, distribuição, comercialização e consumo de um lote de produto de soja da marca AdeS. A medida atinge embalagens de 1 litro e 1,5 litro da linha de produção TBA3G, em Pouso Alegre.
O problema (presença de produto de limpeza) se deu com o suco de maçã.
A empresa tem 11 unidades de produção no país. Foi dar problema logo na localizada na vizinha Pouso Alegre.
Pois é...não se fala em outra coisa nas redes sociais. Piadinhas não faltam.

ER

ORIGEM DO FOGUETÓRIO

Impressiona a todos visitantes a quantidade de fogos de artifício que soltam na terrinha. Não tem hora, nem dia e nem local. Os moradores já estão acostumados e até os canarinhos nas gaiolas e cachorrinhos de estimação não se assustam.
Os mais antigos devem lembrar: até quando da morte do Getúlio Vargas, em 1954, soltaram foguetes ali pelas bandas do Bairro Avenida. Foi preciso a polícia e o exército para proteger os fogueteiros da UDN.
Soltam foguetes em batizados, casamentos, quermesses, promoções comerciais, novenas, final de missas e cultos, carnaval, carreatas e comícios políticos, inaugurações (até de muros), sucesso nos vestibulares, etc.
Democraticamente, na terrinha, o foguete é apartidário.
Ficou também para a história o foguetório colorido, com explosões múltiplas, com longo tempo de duração, acontecido quando da inauguração de um investimento de origem portuguesa na terrinha. Poderia ter sido muito mais apreciado se não tivesse acontecido ao meio-dia e com o sol à pino. Não deu para ver nada. Só ouvir o barulho.
Muito embora ainda não confirmadas, explicações são apresentadas por alguns de nossos professores de história:
É do conhecimento geral que o bandeirante paulista Miguel Garcia Velho, primo distante do desbravador português Diogo Alvares Correia, que foi chamado pelos índios Tupinambás, de Caramuru (colocou fogo nas águas que na realidade era cachaça), esteve desbravando nossas terras.
Integrando a sua comitiva estavam alguns ricos portugueses moradores em Passa Quatro  e outros heróicos comerciantes da 25 de março, que naquela altura, estudavam o mercado mineiro.
Ao serem atacados pelos ferozes índios Puri-Coroados (onde hoje é o hotel), reagiram, disparando uma salva de tiros com seus modernos arcabuzes.
Os índios ficaram temerosos e maravilhados com os disparos. Se apaixonaram.
Essa tradição e amor pelos fogos vêm sendo transmitida de geração em geração.
Possivelmente não existe uma residência na terrinha que não tenha reservado em cima do guarda-roupa, uma caixa de foguetes caramuru (os únicos que não dão xabu), para qualquer emergência comemorativa.
Faz sentido.

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POR OUTRO LADO...

Soube que cantou ontem na Av. Dr. Rosemburgo Romano, antigo sambódromo, o cantor sertanejo romântico, Leandro (ou seria Leonardo ?). Dele (e do irmão) sei assoviar algumas músicas.
Ouvi de longe (mais a queima de fogos). O show começou cedo e terminou cedo. Com o som numa altura que, creio eu, não incomodou ninguém.
Tratou-se a apresentação de um cantor que tem repertório e tem o reconhecimento do público. Não tem necessidade de camuflar sua apresentação com milhares de decibéis e iniciar o show de madrugada, quando o pessoal já está devidamente calibrado. 
 
A Boa Vista agradece.
 
ER

TOMOU O BARCO



Emílio Vitalino Santiago, simplesmente, Emílio Santiago. Advogado formado pela Faculdade Nacional de Direito. Cantor de muitos recursos e sucesso. Tomou o barco hoje no Rio de Janeiro, aos 66 anos de idade.
Tentava recuperar-se de um AVC que o acometeu no dia 7 de março de 2013, porém o quadro de saúde agravou-se. Estava internado no Hospital Samaritano.
É a vida.

ER

ENQUANTO ISSO...