quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

VELHO CONHECIDO DE TODOS

Não passamos um dia sequer sem deparamos com eles.

O criador do código de barras, Joseph Woodland, tomou o barco esta semana, aos 91 anos, em Edgewater, New Jersey.
Woodland, com a colaboração do seu companheiro Bernard Silver, criou a tecnologia baseada em barras largas e estreitas, que codificava a informação de produtos de consumo para serem escaneadas opticamente.
A idéia foi desenvolvida nos anos 40 e patenteada 12 anos depois.
Calcula-se que diariamente se escaneam em todo o mundo mais de 5 bilhões de objetos com o seu código de barras.
Woodland, que nasceu em 6 de setembro de 1921 em  Atlantic Citty, completou seus estudos no Instituto Tecnológico de Drextel.
Durante uma visita a um proprietário de supermercados, preocupado em codificar os dados de seus produtos, Silver e Woodland se colocaram a trabalhar na ideia.
A dupla vendeu sua patente para a Philco por US$ 15.000, que expirou sem que fosse utilizada.
Trabalhando na IBM, Woodland observou que a chegada dos microprocessadores e o escaner  à laser, tornariam viável seu código de barras. O executivo de supermercados Alan Haberman, implantou, em 1973,  nos seus estabelecimentos o código. Toda a industria adotou o sistema de Woodland como padrão.
 
Deu no El País
 
ER

NOTÍCIA QUE GOSTARIA DE LER

Lula admite ser um brasileiro normal.

Clarin da Boa Vista

É DISCO QUE EU GOSTO


MIXOU A BOCA !

 
Lembram-se da expressão "mixou a boca" ? Pois bem, mixou mesmo.  Nós que acreditávamos que iria ter uma estação do trem bala em Aparecida do Norte, dançamos feio.
Sonhávamos em tomar o Pássaro Marron Express até lá, ou mesmo ir no nosso carrinho e deixá-lo num estacionamento, alcançando em pouco tempo e sem engarrafamentos, o Rio de Janeiro, São Paulo, ou mesmo Campinas.
Pois é, o edital do Trem de Alta Velocidade (TAV), divulgado hoje, pela Agência Nacional de Transportes Terrestres, prevê a construção de oito estações ao longo do trajeto de Campinas para o Rio de Janeiro, excluindo a estação na cidade de Aparecida, em São Paulo, que havia sido confirmada anteriormente pela Empresa de Planejamento e Logística (EPL)..
A estação em Aparecida era um compromisso assumido com a cidade.
Como pensou a raposa sobre as uvas: - Não queria mesmo. Estão verdes.

Êpa! Mixou ou Michou. Mixou a boca ou Mixou o carbureto ? Coisas dos anos 50/60.
 
ER

VERSOS DEFINITIVOS

Tem dias que a gente se sente
Como quem partiu ou morreu
A gente estancou de repente
Ou foi o mundo então que cresceu...
A gente quer ter voz ativa
No nosso destino mandar
Mas eis que chega a roda viva
E carrega o destino prá lá ...
 
Chico Buarque

PHOTOGRAPHIA NA PAREDE

George Harrison e Ravi Shankar
Tomou o barco na última terça-feira em San Diego-Califórnia, aos 92 anos, o músico indiano Ravi Shankar, que aparece na foto com o seu amigo George Harrison. 
O citarista indiano, era pai da cantora Norah Jones.
O ex-Beatle George Harrison chamou-lhe o "criador da World Music", enquanto o violinista Yehudi Menuhin o apelidava de o "Mozart da cítara".
Ravi Shankar pertencia a uma família de artistas e começou pela dança, tendo ido estudar para França aos 10 anos.
Regressou depois à India, onde aprendeu a tocar cítara indiana e aos 19 anos deu o primeiro concerto.
Escreveu trilhas sonoras de filmes indianos, compôs músicas para ballet e companhias de teatro e, nos anos 60, foi estudar Jazz e acabou a ensinar música indiana a John Coltrane e Don Ellis.
Ravi Shankar ficou conhecido em todo o mundo na década de 1960 ao colaborar e a influenciar os Beatles.
Shankar foi distinguido com vários prémios, entre eles quatro Grammys.
 
ER