quarta-feira, 8 de agosto de 2012

SOB A LUZ DE VELAS

Um governante que se rodeia de assessores mais competentes do que ele é mais competente do que eles.

Millôr

MOMENTOS MÁGICOS

SANTINHO ANTIGO


O primeiro santinho conhecido foi o do São Cristovão. Foi pintado à mão e data de 1423. Muito antes do descobrimento do Brasil.
Foi muito utilizado no passado pela igreja católica e até mesmo pelos protestantes (nesse caso não deu muito certo).
Hoje é o principal instrumento de propaganda dos candidatos a vereador. Normalmente, a conta da gráfica é de responsabilidade do candidato a prefeito.
Quantidade ?
Em cidades com 50.000 eleitores, fica de bom tamanho,10.000 unidades para começar a campanha e outro tanto desse na reta final.
Com o avanço da eletrônica, não há meio do candidato sair feio (opinião normalmente dada pela família).
Não sei se ficam bonitos, mas diferentes do real, com certeza.
Reparem:
Se o eleitor receber um santinho das mãos de um candidato e olhar alternadamente, mais de uma vez, para a propaganda e para o rosto... uma coisa não tem nada há ver com a outra. 
Alguns candidatos mais abonados encomendam, por conta própria, verdadeiras obras de arte.
Resumindo: Sempre duvidei da eficácia dessa propaganda.
Com São Cristovam deu certo.

ER

QUEREMOS SER OUVIDOS


Todos sabem. Não existe eleições iguais.
O que deu certo há quatro anos, pode não dar certo agora.
É impressionante como o acesso as informações tem mudado o mundo, e lógico, o comportamento e o jeito de pensar das pessoas.
Penso que neste momento, as pessoas pouco estão interessadas no que os candidatos têm para falar.
As pessoas querem falar, necessitam se expressar e deixar bem claro que não estão satisfeitas em participar, tão somente, como ouvintes.
Parece que os articuladores de campanhas e mesmo os próprios candidatos, ainda não deram conta disso.
Tenho encontrado pelas ruas muitos dos candidatos. Alguns se aproximam dizendo:
- Preciso falar com você.
Nenhum ainda disse:
- Preciso ouvir sobre o que você está pensando.
Atentem:
É mais provável conseguir um eleitor ouvindo-o, do que orando em seus ouvidos.
No mínimo, o eleitor levará aos ouvidos do candidato, uma possível novidade. Uma preocupação, uma observação, uma reinvidicação.
Tomando a iniciativa da conversa, o candidato dificilmente terá a dizer uma novidade, algo diferente e criativo. Com certeza proferirá mesmices.
Escutando, absorvendo e apurando, terá chances de mudar o seu discurso. Ou se preparar melhor para o diálogo.
Não se trata de vésperas de loucura, mas seria interessante que os comícios de bairros fossem divididos em duas partes. Na primeira discursariam moradores escolhidos. Na segunda, se apresentariam os candidatos.
Não foi por acaso que o Criador nos fez com duas orelhas e uma só boca.

ER



 

FAZ SENTIDO


Ouvido ontem na Feira Livre da Boa Vista, na Av. Dr. Rosemburgo Romano:
Candidato:  - Detesto o "Viver é Perigoso". Não suporto a participação de covardes anônimos.
Participante da rodinha: -  Poderia-se então afirmar que o Sr. não aceitará de bom grado os votos vindos de eleitores anônimos ?
Candidato: - Calma lá ! Aí é diferente. Mesmo não conhecendo o meu eleitor, ele vive no meu coração e todos que vivem no meu coração, não são anônimos.
Outro participante da rodinha: - Homem preparado Sô !
ER
    

NOTÍCIA QUE GOSTARIA DE LER

Senadores e deputados também entram em greve !

Clarin da Boa Vista

MINEIROS SÃO DESTAQUE NO JULGAMENTO