domingo, 1 de julho de 2012

SOB A LUZ DE VELAS

A partir de um certo ponto, não há retorno. Este é o ponto que é preciso alcançar.

Franz Kafka

ASSENTANDO A POEIRA

Melhor deixar uns dias para para a poeira levantada assentar. Depois, como ninguém é de ferro, falaremos e ouviremos sobre as "chapas" definidas pelas convenções partidárias. Até aqui, nenhum absurdo.
Estratégias usadas há muito em todo o país.

ER
 

PENSAMENTOS QUE NÃO LEVAM A NADA

Publicado no Blog no dia 27 de Junho de 2011

Conversa de itajubenses da "velha guarda", no final de semana prolongado e com conclusões não concluídas.
Aquelas conversas que vão indo, vão indo e se encerram com as pessoas em silêncio esquisito, olhando para o horizonte com um se levantando e dizendo após um suspiro pesado:
- A conversa tá boa mas temos que dar um jeito na vida.
A Fabrica de Armas de Itajubá, posteriormente chamada de Imbel, contribuiu muito para o desenvolvimento da cidade. Talvez não tanto pelo recolhimento de impostos diretos, mas muito pelos indiretos gerados pelos salários.
Produz armamentos há quase 80 anos. Pelos seus escritórios e unidades de produção passarão homens de alto gabarito e grandes cidadãos. Famílias foram constituídas e criadas.
Incontestável a positiva participação da Imbel na vida política, cultural e esportiva da cidade.
Lá funcionou durante muitos anos, internamente, uma categorizada escola formadora de mão de obra especializada.
Até aí, justo reconhecimento.
Lado ruim de pensar:
Quase oitenta anos produzindo armas. Equipamento de primeira linha. Qualidade inquestionável. Durabilidade quase eterna. Armamento sempre individual.
Para onde foram tantos mosquetões ? onde foram parar uma enormidade de fuzis FAL e suas evoluções técnicas ? Qual o destino de milhares (ou seriam milhões) de pistolas e revólveres de grosso calibre de uso exclusivo ?
Não produzem armamento para tiro ao alvo e caça esportiva.
Nos alivia o argumento sempre utilizado pelos seus próceres, segundo os quais, dali saem armas de defesa e não de ataque.
Uma enormidade, com certeza, está espalhada pela América do Sul. Outro tanto, pelo Continente Africano e países árabes. Saibam lá a quantidade que frequentou e frequenta os armários do submundo.
Para todos da terrinha que têm o pensamento girando em 360 graus, trata-se de uma questão no mínimo desconfortável.
Mas é uma realidade.
ER

Hoje, deu no "O Globo" 

Documentos secretos produzidos pelo extinto Estado-Maior das Forças Armadas (Emfa) durante a ditadura militar revelam que o governo brasileiro forneceu armamentos militares ao Chile para a repressão interna no regime do general Augusto Pinochet (1973-1990).
Um acordo articulado no governo do general Emílio Garrastazu Médici (1969-1974) e executado durante os primeiros anos do governo de Ernesto Geisel (1974-1979) repassou à ditadura chilena milhares de fuzis, espingardas, cartuchos de munição, carregadores e outros equipamentos bélicos, como “material destinado à manutenção da ordem interna”.
O GLOBO teve acesso com exclusividade a documentos que mostram que o EMFA determinou, em 17 de janeiro de 1975, que o armamento a ser cedido ao Chile tivesse as Armas da República apagadas para que não fosse identificada a origem brasileira e oficial.
Nessa data, o então vice-chefe do Estado-Maior, general Carlos de Meira Mattos, solicita ao chefe de gabinete do Ministério do Exército “providências no sentido de que a fábrica de Itajubá proceda ao esmerilhamento nas estampagens dos emblemas com as Armas da República dos fuzis tipo FAL e FAP que serão cedidos”, diz ofício secreto assinado por Meira Mattos.
O general pede que o mesmo procedimento seja feito no armamento a ser fornecido pela Marinha: “Conforme relação constante do Aviso da referência, o Ministério da Marinha também cederá idêntico armamento ao governo Chileno. Assim sendo, consultamos aquele órgão da possibilidade de efetuar idêntica operação pela Marinha, ou em caso negativo, se deseja que o trabalho seja feito em Itajubá”.


O Globo

NOVO BOTAFOGO !

Acertou contrato com o Botafogo, o ex-craque, Clarence Seedorf, com quarenta anos incompletos.
Alcançou sucesso por onde passou.
O Clube da Estrêla Solitária, para alegria do João Heleno, Binha, Gatinho, Fabiano, Rony, Marreco, Cesário  e Sylvio Riera, que formam a compacta torcida alvi-negra na terrinha, continuará com os investimentos visando reforçar a equipe.
Ainda não confirmaram a vinda: Platini, Zidane.
As negociações com o ex-lateral esquerdo Roberto Carlos, também estão adiantadas.
Fala-se no retorno de Ricardo Teixeira para dirigir o futebol profissional.
A meta é clara: Conseguir chegar as finais de uma Libertadores.
Estão no caminho coreto.

ER

MOMENTOS MÁGICOS

CANTINHO DA SALA

Henri Matisse

TOMANDO CONTA