domingo, 20 de maio de 2012

É DISCO QUE EU GOSTO



MA LONTANANZA
Domenico Modugno

Me lembro que nossa conversa
foi interrompida por uma sirene
que corria distante quem sabe onde.
Eu tive medo como sempre,
quando sInto este som
penso a alguma coisa de grave,
e não entendia que para mim e você
não podia acontecer nada de mais grave
da nossa separação.
Ontem como agora.
Nós olhávamos
queríamos permanecer abraçados,
mas com um sorriso acompanhei você
pela estrada de sempre
a beijei como sempre
e lhe disse docemente:
a distancia sabe é como o vento,
apaga os fogos pequenos
acende aqueles grandes.
Aqueles grandes.
A distancia sabe que é como o vento
que faz esquecer quem não se ama.
Já passou um ano e é um incêndio
que me queima a alma.
Eu que acreditava de ser o mais forte
me iludi de esquecer
ao contrario estou aqui a relembrar,
a relembrar você. 
A distancia sabe é como vento
que faz esquecer quem não se ama.
Já passou um ano e é um incêndio
que queima a alma.
Agora que passou tanto tempo
daria a vida para ter você ao meu lado
para rever você pelo menos um só instante
para dizer-lhe: perdoa-me!
Não entendi nada do seu bem
e joguei fora inutilmente
a unica coisa verdadeira da minha vida:
o amor seu para mim.
Tchau amor,
tchau não chore
verá que voltarei.
Prometo a você voltarei.
Juro amor voltarei
porque a amo
a amo.
Voltarei,
tchau amor,
tchau.
A amo!
Modugno



SENTIMENTO ATUAL


El Roto - El País

HORA DA VERDADE


Publicado no Blog no dia 15/10/2009 - Continua Valendo 
Não sei o que deu, mas num domingo pela manhã, em lá estando, convidei a Sônia para visitar o Cemitério Père Lachaise em Paris. Tem gente pensando ou confirmando: o cara não é normal.
Calma, não deixa de ser interessante caminhar no Père Lachaise pelas ruelas arborizadas, na época, judiadas e tristes pela aproximação do inverno.
De cara encontrei o Sr. Honoré de Balzac, sim, aquele das balzaqueanas. Em frente ví o Gilbert Becaud, lembram-se das musicas de sucesso nos anos 60 ? Bem acompanhado ao lado pela incontrolável e admirada Isadora Duncan (morreu com o xale enroscado no conversível) e moradora ao lado da Sarah Bernhardt .
Muito imponente a residência definitiva da família Bugatti, os mesmos dos carros de corrida. Temos que tirar a boina alí na esquina para a Maria Callas (parece que nunca perdoou o Onassis).
Albert Camus, o dos filmes que a gente não entendia muito. Sim, silêncio. Alí dorme o grande Fréderic Chopin e ao lado, a artista insinuante Collete e o admirado Rossini, que virou depois, nome de filet.
Um pouco de pintura. Mais alí, Delacroix, após, o Sr. Modigliani e outros.
Com grande respeito repousa alí o Sr. Allan Kardec.
Está alí o Sr. La Fontaine (lembram-se das fábulas). O Sr. Oscar Wilde, sempre muito questionado (agora não mais), o Sr. Moliére, o Sr. Proust e já dos meus tempos, a Simone Signoret, pertinho como sempre, do Ives Montand.
O pessoal do Champagne está bem representado. Estão lá o Boulanger, Pérignon e outros
Num cantinho, lá no centro está o astro de rock, imbatível nos palcos , Jim Morrison, do The Doors (abusou de mais, quando foi para Paris para fugir, ficou lá forever).
Muitos outros nomes que fizeram época.
Deixei para o final, o minha artista francesa predileta, muito mais do que Bardot ou Deneuve. Falo da quase imortal Edith Piaf. Sem comentários adicionais sobre ela, uma vez que são plenamente dispensáveis.
No fundo no fundo, não escapa ninguém, fica a memória.
Vamos nos cuidar e preparar para a inevitável prestação de contas.
ER

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