sábado, 12 de maio de 2012

SOB A LUZ DE VELAS


Na dúvida, digam a verdade.

Mark Twain

MELHOROU PRÁ PIOR !


Este senhor precisa entender que a imprensa livre não existe por vontade dos políticos. Os políticos é que existem por vontade da democracia, de que a imprensa livre é um dos pilares.

Reinaldo Azevedo

À MÃO DESARMADA !

O o ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira, ganhava R$ 90 mil na entidade, além de R%$ 110 mil no COL.

Não se sabe se José Maria Marin teve mantido o mesmo salário no Comitê Organizador Local da Copa do Mundo, mas sabe-se que, na CBF, ele se deu um aumento que o elevou a R$ 160 mil.

Marin também criou um cargo para Marco Polo Del Nero, o de Assessor Especial, e o remunera com R$ 130 mil mensais, bem mais que os R$ 70 mil do Diretor de Seleções, Andrés Sanchez, que faz o que pode para não perder o emprego.

UOL



PHOTOGRAPHIA NA PAREDE

Horst Faas - Vietnã

É DISCO QUE EU GOSTO



CRYING - Don McLean

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DEU NA FOLHA

A dramaturgista e crítica Christiane Riera morreu ontem, aos 44 anos, em São Paulo, em decorrência de um câncer, contra o qual lutava desde junho de 2011.
Riera fazia pós-doutorado na ECA-USP, estudando modos de avaliação de roteiros cinematográficos, sob supervisão de Esther Hamburger.
Fez mestrado e doutorado em dramaturgia e crítica dramática pela Universidade Yale. Trabalhou por três anos como consultora para o Yale Repertory Theater e foi crítica colaboradora do jornal "The Village Voice", além de consultora do The New York Theater Workshop.
Riera também influenciou a produção cultural brasileira. Foi crítica de teatro da Folha entre 2010 e 2011. No cinema, atuou como consultora de roteiros para a produtora Gullane Filmes e coordenou o departamento de desenvolvimento de projetos da produtora O2.
Orientou os roteiros de "O Jardineiro Fiel", dirigido por Fernando Meirelles, "Xingu" e "O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias", ambos dirigidos por Cao Hamburguer.
Trabalhou ao lado de outros nomes do cinema brasileiro, como Laís Bodanzky, Karim Aïnouz, Heitor Dhalia e Carlos Cortez.
Sua carreira foi singular ao mesclar conhecimento acadêmico e de realização, assim como teatro e cinema. "Foi uma pessoa com qualificações muito raras e contagiava a todos com seu entusiasmo", diz Esther Hamburger.
Nesse trânsito constante entre estudos acadêmicos e práticos, teatro e cinema, desenvolveu função até então inédita no país, a de dramaturgista.
"A Chris inventou essa profissão para ela. Ela ajudava os artistas envolvidos num filme a entenderem o texto, descobrirem entrelinhas. Deixou sua marca ao nos fazer buscar compreender desde a essência de um filme até a obra total. Nunca vi essa função no cinema daqui ou no lá de fora", diz Cao Hamburguer.
No teatro, entre outros trabalhos, traduziu e produziu ao lado de Célia Forte e Maria Luísa Mendonça o espetáculo "Essa Nossa Juventude", do dramaturgo americano Kenneth Lonergan, que obteve duas indicações para o Prêmio Shell em 2006.
Como crítica, Riera também deixou um legado. "Além de erudição, ela tinha um olhar generoso que não é comum na crítica", recorda o autor e ator Ivam Cabral.
Christiane Riera deixa um filho, João, fruto do casamento com o roteirista e dramaturgo Bráulio Mantovani.
Seu corpo será cremado hoje, às 13h, no Horto da Paz.
Folha de São Paulo 
Blog: Menina determinada. Pessoa de valor. Viveu com intensidade.

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PRÁ PENSAR

A Grande Renúncia
Cedo ou tarde, a todo o homem chega a grande renúncia.
Para o jovem não existe nada inalcançável. Que algo bom e desejado com toda a força de uma vontade apaixonada seja impossível, não lhe parece crível. Mas, ou por meio da morte ou da doença, da pobreza ou da voz do dever, cada um de nós é forçado a aprender que o mundo não foi feito para nós e que, não importa quão belas as coisas que almejamos, o destino pode, não obstante, proibi-las. É parte da coragem, quando a adversidade vem, suportá-la sem lamentar a derrocada das nossas esperanças, afastando os nossos pensamentos de vãos arrependimentos. Esse grau de submissão (...) não é somente justo e correto: ele é o portal da sabedoria.

Bertrand Russel

VOLTANDO À ATIVIDADE NORMAL

Deu no "O Tempo"

Um em cada quatro presos de Minas pode ser libertado.
De acordo com a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), 9.891 detentos estão encarcerados provisoriamente por tráfico de drogas, à espera de julgamento. Agora, eles podem pedir um habeas corpus tomando como base a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) segundo a qual suspeitos de vender entorpecentes têm direito à liberdade provisória.
O entendimento dos ministros do STF pode fazer com que uma enxurrada de ações chegue à Justiça, pedindo a revisão dos quase 10 mil casos ligados a tóxicos apenas em território mineiro.
Para Leonardo Marinho, conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MG), a maioria dos defensores deve entrar com pedido de habeas corpus em favor dos clientes, o que pode causar um “congestionamento” nas varas criminais.
“Será um transtorno, mas boa parte das prisões que já aconteceram podem ser decorrentes de decisões mal-fundamentadas, porque a conversão de flagrante em prisão preventiva era feita de forma quase automática”, diz o advogado.
Os presos provisórios por tráfico representam quase a metade de todos os detentos que ainda não foram julgados no Estado e 23% da população carcerária de Minas. Dentre os 43.569 presos que estão sob custódia da Subsecretaria de Administração Prisional, 22.055 são provisórios e 9.891 foram detidos por tráfico de entorpecentes.
A mudança divide opiniões de juristas, advogados e especialistas em segurança pública. Há quem defenda o direito de todos à inocência e à liberdade, mas também os que acreditam que esse tipo de alteração incentive a reincidência dos traficantes e enfraqueça o trabalho das polícias.

O Tempo

NOTICIA QUE GOSTARIA DE LER - 5

Aprovada a Lei Federal que proíbe a formação de novas duplas de cantores sertanejos.

Clarin da Boa Vista

CURTIU ?