quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

SIMPATIA É QUASE AMOR

Por que somente 97.000 casas se podemos arredondar para 100.000.
Dilma e Alkmim assinaram convênio em São Paulo para construção de casas pelo programa "Minha Casa, Minha Vida". O governo federal entrará com R$ 6,1 bilhões e o estadual tucano com R$ 1,9 bilhões.
A petezada deve estar perplexa. O tucanato atônito.
O povo feliz.
As casas destinam-se a famílias com renda mensal inferior a R$ 1,6 mil.
Como o Dr. Aldo, muitos ainda virarão Dilmistas.

ER

TRANSPARÊNCIA MÉDICA

Editorial da Folha de hoje:

Foram necessários alguns séculos de equívocos acumulados para que médicos pendessem do dogmatismo para o ceticismo e aderissem a práticas amparadas por resultados mensuráveis. A essa pequena revolução deu-se o nome de medicina baseada em evidências.
Embora a evolução científica tenha melhorado a vida dos pacientes, seria ingenuidade acreditar que nos livramos de todos os erros e distorções que marcaram a história da medicina.
Como mostrou a mais recente edição do "British Medical Journal", as pesquisas clínicas, que fundamentam as escolhas dos médicos acerca de qual tratamento adotar para cada caso, repousam sobre bases bem mais frágeis do que gostaríamos de imaginar.
Em uma série de análises sobre o tema, o "BMJ" deixa claro que a omissão de informações é sistemática e altera a conclusão de estudos que servem para aprovar a entrada de novas drogas no mercado.
Um dos levantamentos revisou o resultado de 41 trabalhos sobre novos fármacos. Os autores refizeram as conclusões dos testes incluindo dados de todos os pacientes do grupo inicial de estudo, mas que, por qualquer razão, haviam sido excluídos da análise final. Em apenas 7% dos casos o resultado encontrado foi igual ao original.
Antes que os mais apegados a teorias conspiratórias se levantem para denunciar o complô da indústria farmacêutica, é bom ressaltar que, na metade dos trabalhos reanalisados, a inclusão dos dados produzia conclusões mais favoráveis à droga que as do estudo original.
Daí não se depreende que laboratórios jamais procurem manipular estatísticas para promover seus remédios, mas apenas que estamos lidando com sistemas complexos, nos quais cada incremento de dado pode produzir mudanças no quadro geral.
Se queremos mesmo operar sob o paradigma da medicina baseada em evidências, é preciso exigir que todos os trabalhos envolvendo um novo medicamento sejam publicados acompanhados dos dados brutos da pesquisa, sem filtros. Em tese, isso permite que pesquisadores possam refazer o caminho passo a passo e eventualmente chegar a outras conclusões -como convém ao método científico.
Medidas com o intuito de promover a transparência vêm sendo adotadas já há alguns anos, mas com resultados frustrantes. E provavelmente as coisas continuarão assim, até que as principais agências reguladoras, em especial a FDA, dos EUA, passem a exigir a publicação completa e imediata dos dados numa base pública antes de licenciar os remédios. Pressionados pelos fabricantes, porém, os reguladores relutam em fazê-lo.

Editorial da Folha de hoje

ESQUECERAM DE MIM

Prometi para mim mesmo que em 2012 faria caminhadas. Não diárias e não no BPS.
Enquanto aguardo o Parque Municipal, não darei preferência para o Central Parque.
Tenho tristeza quando passo em frente ao Edificio Dakota. Me faz lembrar do John Lennon.
Procurarei caminhar, em lá estando, pelas Ramblas de Barcelona, pelo Bois de Boulogne, quando em Paris ou no local mais bonito que conheço: Pelos jardins e praças de Savannah, na Geórgia (foto).
Por enquanto, como ontem, no cair da tarde, escalei a Rua Major Belo e retornei pela Rua Nova, tendo como base de lançamento a inolvidável Boa Vista.
Tudo bem.
Duro foi dar de cara com o estranho e assustado Papai Noel olhando para o Soldado Expedicionário.
Esqueceram do velho Noel.
Já se encontra com o fardão desbotado e olhar assustado como estivesse procurando alguém da CDL. Estranha barba  modelo miojo.
A árvore sua companheira artificial já foi levada. 
O pobre Noel deve estar pensando:
O que ainda estarei fazendo aqui ? Será que me transformarão em momo para o carnaval ? Ou Rei Neptuno, se vier enchente ?
Coisas da terrinha.

ER  

EU VOLTEI. AGORA PRÁ FICAR



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NA DESCOBERTA

ABRINDO A CAIXA DE FERRAMENTAS


A marca do governo da "gerente" é o abuso dos critérios políticos em detrimento dos interesses da população.

Aécio Neves 

ESPORTE OU CARNIFICINA

Em toda a minha carreira jamais assisti um round sequer de luta livre ou vale-tudo, que agora chamam de UFC. Violência pura.
Se não restava nenhuma esperança que eu viesse a assistir a um desses massacres, agora sabendo que o locutor oficial passou a ser o Galvão "vai-que-é-sua-taffarel", a possibilidade está descartada.
Desde moleque acompanhei as lutas de boxe, que (com outra regras) esteve presente na 23ª Olímpiada realizada 688 a.C.
Voltou na Olimpiada de St. Louis em 1904.
Busquei informações e conheço a história dos grandes lutadores do passado, que aliavam técnica, resistência, força e respeito.
Poderia falar do Rock Marciano, Jake la Motta, Joe Louis, Jack Dempsey, Max Baer, Sugar Ray Robinson, Floyd Patterson.
Estes já acompanhei pela televisão e cinema: Muhammad Ali (o maior de todos), Joe Frazier, Júlio César Chaves, Mike Tyson, Eder Jofre, Archie Moore, Thomas Hagler, Roberto Duran, Sugar Ray Leonard, Oscar de la Hoia e os cubanos amadores Teófilo Stevens e Féliz Savon, ambos ganhadores de três medalhas de ouro olímpicas.
Esquivas, defesa, velocidade, habilidade, golpes disciplinados, fazem do boxe um esporte que, muitas vezes também, termina por provocar pesados danos nos competidores (principalmente no futuro).
Assistir, ainda com Galvão Bueno, pancadarias de açougueiros não é comigo.

ER   

É DISCO QUE EU GOSTO



ALL BY MYSELF

Canção de Eric Carmen de 1975, que teve várias regravações por outros artistas. A melodia é baseada em frases melódicas do segundo movimento do Concerto para Piano nº2 de Rachmaninoff.
Eric Carmen, cantor americano foi vocalista do grupo Raspberries. Por volta de 1974, Eric Carmen partiu para carreira solo com relativo sucesso. 
"All By Myself', uma das canções de mais sucesso de todos os tempos, foi gravada originalmente por Carmen em 1975.

ER

O CÉTICO E O LÚCIDO

Está na rede. No caso foi enviada por email pelo meu grande amigo Pedro.

No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês. O primeiro pergunta ao outro:
- Você acredita na vida após o nascimento?
- Certamente. Algo tem de haver após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.
- Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa vida?
- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.
- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Eu digo somente uma coisa: A vida após o nascimento está excluída – o cordão umbilical é muito curto.
- Na verdade, certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.
- Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.
- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.
- Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?
- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria.
- Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não existe nenhuma.
- Bem, mas às vezes quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando, ou sente, como ela afaga nosso mundo. Saiba, eu penso que só então a vida real nos espera e agora apenas estamos nos preparando para ela…
pense nisso ...
 
Enviado por email pelo Pedro.
 
ER

SALOON PLANALTO