quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

SOB A LUZ DE VELAS

A Minha Felicidade
Depois de estar cansado de procurar
Aprendi a encontrar.
Depois de um vento me ter feito frente
Navego com todos os ventos.

Friedrich Nietzsche

PHOTOGRAPHIA NA PAREDE


Subida da matriz na terrinha


ANÚNCIOS DE NATAL NA INGLATERRA

1 - Aviso num restaurante de Brighton, que o dono fez imprimir no cardápio, à revelia dos garçons:
"Somos seus amigos e lhe desejamos um Feliz Natal. Por favor, não nos ofenda, dando-nos gorjetas."
Junto à porta de saída, entretanto, os garçons fizeram dependurar uma caixinha sob o letreiro: "Ofensas”.

2 - "Feliz Natal! Hoje o estacionamento aqui é gratuito.
Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade.
Em tempo: a paz na terra aos homens de boa vontade termina impreterivelmente à meia-noite."

Fernando Sabino

MOÇA BONITA

RETROSPECTIVA

É DISCO QUE EU GOSTO



Sem palavras !

ER

PRÁ PENSAR

"...O tempo é como nós o representamos. Ele existe em cada um e para cada um de maneira diferente. Portanto, cada indivíduo terá de escolher, aceitar ou recusar o tempo da ação. Ao nos movimentarmos já fizemos a escolha, a continuidade do movimento é apenas complemento. Ao pensarmos na fragmentação do tempo: o passado (lembrança), o futuro (esperança), o presente (presença), será possível perceber que todos os tempos se complementam tornando-se um único tempo, aquele que faz parte de nós. Então, mais uma vez, diria que o tempo tudo abarca, ele não flui, ele é."

Pedro Paulo Monteiro (247)

NATAL É NA TERRINHA

Sessenta e quatro natais já se passaram. Sessenta e três foram passados na terrinha. Somente o de 1957 foi passado fora. Fora é maneira de dizer. Foi em Cristina, com o tio Mingo (Domingos Del Ducca), minha tia Olívia e os queridos primos Marco e Cida.
O de 1980 foi meio dramático. Trabalhava em Manaus e com passagens marcadas (família toda) para São Paulo no dia 23 à noite.
Já no aeroporto, próximo de meia-noite, o voo foi cancelado por problemas técnicos ou algo assim.
Se tenho uma especialidade (ou tinha) é de criar caso nessas situações. Literalmente virei a mesa.
Vai daqui, vai dalí, alguém informou que um DC-10 fretado por japoneses, com destino a Buenos Aires, com escala prevista para o Rio de Janeiro, encontrava-se reabastecendo na pista.
Conversando, conseguiram que os japoneses concordassem em nos dar uma carona até o Rio. Acomodamo-nos separados no avião (inclusive as crianças) e chegamos no Rio pela manhã.
Outra luta. Conseguir voo para São Paulo, onde meus cunhados esperavam com carro para  o trecho São Paulo - terrinha.
Chegamos na cidade já quase noite do dia 24. Mas chegamos e valeu a pena.
Natal, só na terrinha.
Por que ? São pessoas, são momentos, são lembranças. É difícil de explicar.
Tente falar na noite de natal, por telefone, com alguém querido que se encontre longe de casa.
Dá nó. 

ER       

AMIGO BUCK JONES

DIA DO VIZINHO

Post enviado pelo Walter Bianchi - do Simão Botessi

A palavra "vizinho" vem do latim vicinu, que significa "próximo, que mora perto, vicinal, da aldeia". As pessoas que residem próximas a nós são chamadas de vizinhos. O ser humano sempre viveu em comunidades; por isso, sempre teve vizinhos, que às vezes são os melhores amigos e confidentes. Nas pequenas cidades, a ligação com os vizinhos é mais forte do que com os próprios parentes. Assim, é normal os vizinhos serem compadres e ou se casarem. Nas grandes metrópoles como São Paulo, as pessoas são anônimas e no cotidiano têm receio e mesmo medo de estreitarem relações. Ao contrário das que moram no interior, chegam a passar meses ou anos sem estabelecerem contato com os vizinhos. Alguns nem se conhecem. Nos edifícios, os condôminos se isolam em seus apartamentos. Parece que ninguém quer perturbar o vizinho, violar sua intimidade, evitando uma aproximação social saudável. Por outro lado, nada é mais irritante que um vizinho barulhento, inconveniente e " invasor". Isso gera muitas discussões entre os moradores da mesma rua e dos condomínios. A melhor atitude é usar a diplomacia. Uma conversa tranquila e ponderada com o vizinho muitas vezes gera uma boa amizade, porque a política da boa vizinhança sempre ganha. Um relacionamento amigável com o vizinho é importante e sensato, visto que, numa emergência, é com ele que se pode contar. É preciso, portanto, que haja respeito mútuo, para que exista harmonia entre os vizinhos, observando-se os direitos e as obrigações.

Simão Botessi (Post do Walter Bianchi)