segunda-feira, 29 de agosto de 2011

SOB A LUZ DE VELAS

"Devido ao homem ter tendência para ser parcial para com aqueles a quem ama, injusto para com aqueles a quem odeia, servil para com os seus superiores, arrogante para com os seus inferiores, cruel ou indulgente para com os que estão na miséria ou na desgraça, é que se torna tão difícil encontrar alguém capaz de exercer um julgamento perfeito sobre as qualidades dos outros."

Confúcio

OS DESAVERGONHADOS

Por Marli Gonçalves (dentro do estilo Aldo)

Com a permissão de vocês, daqui vou abrir fogo de vogais e consoantes contra eles, vocês bem sabem quem, todos eles, usando minha metralhadora de letras: dissimulados, desaforados, mentirosos, desonestos, safados, enganadores, hipócritas, mascarados, insolentes e indolentes, atrevidos, cínicos, asquerosos, repulsivos, desagradáveis, repelentes, torpes, repugnantes, sórdidos, descarados, vis, ordinários, tratantes, velhacos, biscas ruins, espertalhões, embusteiros, trapaceiros, impostores, caras-de-pau, enganadores, falsos, rancorosos, tenebrosos, traiçoeiros!

Pápápápápápápápá. Ratatá... Ratatá ...Ratatá Ratatatatatá.

Marly Gonçalves






PARA O CAÇADOR DO IMPOSSÍVEL

DESCONGRATULAÇÃO

Ouvido ontem na Feira do Ceasa

- Ô cumpadre, se por acaso o pessoal da atual Câmara ameaçar lhe conceder uma moção de congratulação, qual a seria a sua atitude ?

- Bom, eu não me destaquei por nada, mas se acontecer, seria simples: Eu viajo.

ER

TOMOU O BARCO

Tomou o barco no último sábado, o jornalista Rodolfo Fernandes, Diretor, desde 2001, do jornal "O Globo".
Filho do jornalista Hélio Fernandes, (sobrinho do Millor), Rodolfo começou a carreira aos 16 anos de idade na "Tribuna da Imprensa", onde teve breve passagem. Depois, em Brasília, trabalhou na "Última Hora", no "Jornal de Brasília", na "Folha de S. Paulo" e no "Jornal do Brasil", onde entrou em 1985.
Em 1989, ele se transferiu para a sucursal do GLOBO em Brasília, onde foi coordenador de política e chefe de redação até voltar para o Rio, em 1995. Foi editor de Política até 2001, quando virou diretor de redação. 
Sempre foi muito admirado e respeitado.
Leiam a manifestação do Ricardo Noblat em seu blog:

"É possível travar uma batalha que se sabe perdida sem alimentar a falsa esperança de vencê-la, mas sem se deixar abater previamente?
E também sem abdicar do bom humor nem mesmo quando para expressá-lo era demasiado o sacrifício?
Em tais circunstâncias que preço foi pago para manter intacta a preocupação com a saúde, o trabalho e ao mesmo tempo com seus semelhantes?
Rodolfo Fernandes, diretor de redação deste jornal, a quem conheci quando tinha apenas 23 anos, recusou-se a morrer de véspera.
Nos últimos meses, já sem voz nem movimentos, valeu-se de um programa de computador para comandar O Globo somente com os olhos.
Seguramente, essa foi a mais valente, significativa e inesquecível lição de vida que deu aos que tiveram o privilégio de trabalhar e de conviver com ele."

ER







RAZÃO MAIOR PARA ACERTAR NOSSOS PASSOS



João
Presentes preciosos estão chegando aos amigos de juventude. Falo dos netos. Postagem do Wallace Etrusco ao Matheus, que chegou para a família do Ivan Mattar. 

"Ergo-te em meus cansados braços,
que tanto labutaram nesta vida.
e sinto que me aflora aos olhos baços
a gota de uma lágrima furtiva.
Bem sei que por misteriosos laços
minha vida na tua está contida.
E quando me descubro nos teus traços ,
quero que tudo em mim renasça e viva.
Mas sei que vou partir, quando amanheces.
É fatal que se cumpra a lei da vida.
Enquanto digo adeus, vives e cresces.
Assim, pouco me importa esta partida,
se em meu lugar tu ficas, permaneces
para que em teu sorriso eu sobreviva. "


Jorge Medauar

ER








PHOTOGRAPHIA NA PAREDE

Ella Fitzgerald e Louis Armstrong



NUNCA NOS ENGANARAM



Deu na Folha.

Os bancos estão declarando inadimplência maior do que a realmente verificada em suas carteiras de crédito como forma de pagar menos impostos, segundo apuração da Receita Federal. As autuações a instituições financeiras por terem informado calote maior do que o observado pelo fisco somam quase R$ 200 milhões até julho deste ano. O valor já supera em 20% o total de notificações de todo o ano passado.
A expectativa é que as notificações (que incluem os valores dos impostos que deixaram de ser recolhidos, multas e juros) cheguem a R$ 600 milhões neste ano.
Os bancos negam que haja irregularidades e dizem que a Receita Federal vem mudando o entendimento do que pode ou não pode ser feito na contabilidade.
O diretor da Comissão Tributária da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Carlos Pelá, afirma desconhecer as razões pelas quais a Receita Federal vem autuando os bancos no caso de perdas por causa da inadimplência dos clientes.

IMPRÓPRIO PARA MENORES