sexta-feira, 27 de maio de 2011

SOB A LUZ DE VELAS

O governante é antes de tudo um líder político. Capaz de conduzir e de mediar. Melhor dizendo, de mediar para conduzir. Era o que Luiz Inácio Lula da Silva fazia com competência. É para isso que o eleitor contrata o sujeito na urna.

Noblat

ZORRA TOTAL

O Brickmann escreveu:

Zorra total 1

O caso Palocci tornou públicos alguns fatos interessantes do Governo:

1 - Os ministros da área econômica são ligados a Dilma e gostariam de ver Palocci ganhando muito como consultor e morando feliz em Ribeirão Preto;
2 - Palocci é ligado a Lula e o acesso a Dilma passa por ele, seja quem for (e de que partido for) que queira chegar a ela;
3 - O grupo de José Dirceu, duro adversário de Palocci, controla o PT, por intermédio do presidente do partido, Rui Falcão. Dilma não gosta de Falcão.
4 - Dilma gosta de Lula que gosta de Dilma que não gosta de Falcão que não gosta de Palocci que gosta de Lula que gosta de Palocci que não gosta de Dirceu.

Parece um dos mais famosos poemas de Carlos Drummond de Andrade.

Zorra total 2

A situação do PSDB, hoje, é a seguinte: Serra detesta Aécio que não gosta de Alckmin que não gosta de Serra que não gosta de Sérgio Guerra que não gosta de Alckmin que não gosta de Aécio que não gosta de Serra que não gosta de ninguém - muito menos de Tasso Jereissati, que também não gosta dele.
Todos gostariam de ganhar as eleições apesar desse relacionamento, e de dar maçãs aos companheiros e aliados, para que pareçam mais bonitos na assadeira.

Brickmann




EURO

Erlich - El País

PHOTOGRAPHIA NA PAREDE

FALAR MAL DO PRESIDENTE

Email do Alaor:

Na época da ditadura podíamos acelerar nossos Mavericks, acima dos 120km/h sem a delação dos radares, mas não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos cortar a goiabeira do quintal, empesteada de taturanas, sem que isso constituísse crime ambiental, mas não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos tomar nossa redentora cerveja após o expediente, sem o risco de sermos jogados à vala da delinqüência, mas não podíamos falar mal do presidente.

Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças (ei negão), credos (esse crente aí) ou preferências sexuais (fala sua bicha) e não éramos processados por isso, mas não podíamos falar mal do presidente.

Íamos a bares e restaurantes cujas mesas mais pareciam Cubatão em razão de tantos fumantes, os quais não eram alocados entre o banheiro e a coluna que separa a chapa, mas não podíamos falar mal do presidente.

Cantava a menina do contas a pagar ou a recepcionista sem medo de sofrer processo judicial por assédio, mas não podia falar mal do presidente...

Hoje a única coisa que podemos fazer é falar mal do presidente!

Que merda!

Email enviado pelo Alaor (Autor desconhecido)





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NÃO PODE ESTAR ACONTECENDO