domingo, 15 de maio de 2011

COMO FUNCIONA A PRESSÃO NA MÍDIA

Nos últimos anos, o Brasil se horrorizou com a história do médico Roger Abdelmassih, donos de uma das mais caras clínicas de reprodução humana do País. Acusado de estuprar dezenas de pacientes sob efeito de sedativos, Abdelmassih foi condenado há 278 anos de prisão – e fugiu.
O médico, se é que merece o título, esteve preso e foi liberdado pelo Ministro Gilmar Mendes, do STF.
Bom, o mesmo Ministro é relator do processo que envolve o terrorista italiano (condenado em seu país a prisão perpétua), que se encontra preso em Brasília, Cesare Battisti.
O Ministro Mendes deverá decidir, nos próximos dias, sobre o pedido de liberdade feito pelos advogados do italiano.
Como se pode observar, a lembrança da decisão anterior do Ministro, tenta influenciar a nova a ser tomada.
Para o zelador, os dois deviam estar na prisão pagando pelos crimes que cometeram.

ER

PRUM DOMINGO CARRANCUDO

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.

Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.

Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!

(Tem-se com do Charles Chaplin - Não sei se é)

ER

O QUE ACONTECE É ISSO

Não se esperava do  eleito grandes feitos administrativos. Ele nunca foi do ramo. Criatividade também não era esperada. Capacidade para formação e preservação de equipe competente e motivada, poderia acontecer, com a ajuda dos companheiros de campanha.
Habilidade política, pelos antecedentes, era só esperança.
Tem funcionado como um gerente administrativo normal. Em uma empresa de médio porte, estaria correndo sérios riscos de demissão.
Chama a atenção:
Tem extrapolado, na capacidade individual de uma pessoa, na desconstrução de alianças,  na criação de adversários, no esfacelamento de acordos e no semeamento de desesperanças.
Não é possivel que esteja conseguindo tudo isso sozinho.
Com certeza tem recebido ajuda.
Como ? Tem tomado para si, raivas e ódios e mesmo interesses de outros.
Não é difícil identificar os cardeais que influenciam o rei. Defendem seus interesses e posições com toda a força, bajulando, aplaudindo, justificando os mais equivocados gestos do soberano e lançando constantemente farpas sobre os pretensos adversários, transformados em algozes e inimigos ferrenhos.
Ninguém consegue tanta desagregação solitariamente. O homem tem recebido ajuda.
A história mostra que os mesmos que hoje carregam o andor, o lançarão ao chão no primeiro indício de alteração dos ventos.
Como sempre, quem perde é a comunidade.
O tempo irá mostrar.
Saída ? Calce as sandálias da humildade e procure ajuda junto as pessoas de bem.

ER 

SEXAGENÁRIO

Deu no 247:

Adesivo milagroso. Colagem perfeita. Invenção multiuso. Todas as descrições podem se encaixar ao velcro, material composto por voltas e ganchos capazes de conectar objetos com mais força do que qualquer cola. Este ano, o mundo comemora o 60º aniversário do produto, usado de diversas formas. O nome velcro é uma referência às palavras francesas velours (veludo, em português) e crochet (gancho).
A ideia para seu desenvolvimento surgiu na cabeça do engenheiro suíço George de Mestral, que caminhava na floresta com seu cachorro quando percebeu que o carrapicho os incomodava frequentemente, sempre grudando em suas roupas. Mestral analisou a planta pelo microscópio e chegou à conclusão de que era possível criar algo com uma aderência tão ou mais forte que a do carrapicho. Em outras palavras, um produto capaz de unir dois materiais de maneira simples e segura. De um lado, ganchos, que se encaixavam aos laços presos no tecido oposto. Dez anos depois, nascia o velcro.
Com a criação pronta, o engenheiro submeteu o material a um pedido de patente, por meio da empresa que fundou, a Velcro S.A. Este mês, completam-se 53 anos de registro da marca. E o velcro é utilizado em qualquer tipo de material, macio ou resistente, emitindo um som bastante característico.

247

TIROTEIO INTERNO

A oposição encontra-se esfacelada. Não está dando conta nem dos seus questionamentos internos. O pequenos partidos brigam entre si. Vejam o caso da Marina e o Aldo Arantes.
Céu de brigadeiro na situação ? Jamais.

Há duas semanas que chovem denùncias em cima da MInistra da Cultura Anna de Holanda. Os companheiros querem por que querem destituí-la e abocanhar o cargo. Talvez consigam, mas vai ser difícil. A Dilma não é trouxa.

Hoje, a bola da vez parece ser o Ministro Palocci. A imprensa cai matando no aumento do seu patrimônio. De onde saem os obuzes ? Da companheirada querendo mais espaço.

Precisamos de oposição ?

Hoje deu na Folha:

"Semanas antes de assumir o cargo mais importante do governo Dilma Rousseff, o ministro Antonio Palocci  comprou um apartamento de luxo em São Paulo por R$ 6,6 milhões. Um ano antes, Palocci adquiriu um escritório na cidade por R$ 882 mil. Os dois imóveis foram comprados por uma empresa da qual ele possui 99,9% do capital. Em 2006, quando se elegeu deputado federal, Palocci declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio estimado em R$ 375 mil, em valores corrigidos pela inflação. Ele tinha uma casa, um terreno e três carros, entre outros bens. Com o apartamento e o escritório, Palocci multiplicou por 20 seu patrimônio nos quatro anos em que esteve na Câmara -período imediatamente posterior à sua passagem pelo Ministério da Fazenda, no governo Lula.
Nos quatro anos em que exerceu o mandato de deputado, Palocci recebeu em salários R$ 974 mil, brutos. A quantia é insuficiente para pagar os dois imóveis que ele adquiriu. Os dois já foram quitados.'

ER 



AGORA MAIS SEGURO

Deu no Estadão:

O Shopping Frei Caneca, na região central de São Paulo, criou nos últimos meses um posto insólito: o de segurança de banheiro. Leandro, de 45 anos, foi recrutado para passar o dia montando guarda na porta do toalete masculino do 3.º piso, que atende as nove salas do cinema, a fim de evitar - ou inibir - paquera de homens no local.
Ele explica que o shopping precisou tomar uma providência, porque "teve gente que se sentiu incomodada (com olhares libidinosos dos gays)".
Em sua gestão como "segurança de banheiro", que já dura cerca de oito meses, Leandro ouviu apenas uma queixa, "de um senhor que avisou que havia um rapaz se exibindo".
A orientação do shopping, segundo Leandro, é mostrar ao "infrator" uma placa na parede com os dizeres: "A prática de ato obsceno em lugar público, ou aberto, ou exposto ao público, é passível de pena de detenção de três meses a um ano".  
Pendurar a placa na parede do banheiro alertando para a punição em caso de ato obsceno é uma "inovação" do Frei Caneca. "Não é fantástico colocarem um segurança pra tomar conta da gente?", ironiza o empresário Lázaro Rodrigues, de 33, homossexual assumido e frequentador do shopping.
Para Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABLGBT), "as leis são para ser cumpridas".
"Se a prática de atos obscenos em lugares públicos é passível de penalidade, então isso vale para todo mundo. Ninguém, por causa da orientação sexual, está acima ou abaixo das determinações legais", diz Reis. "É uma questão até de educação", destaca.
O administrador de empresas homossexual Pedro Alceu dos Santos, de 30 anos, que passeia pelo shopping, diz que "pegação" entre gays acontece no mundo todo. "Em qualquer banheiro público pode ter gente atrás de sexo. Já vi isso em lugares movimentadíssimos de Londres e Nova York, para citar duas cidades bastante cosmopolitas. Não sei se um segurança vai resolver."

Estadão

 






NUNCA VI NENHUM REMORSO


Ex-soldado do Exército Vermelho de origem ucraniana, feito prisioneiro pelos alemães em 1942, John Demjanjuk foi considerado culpado por cumplicidade na morte de 28.060 judeus no campo de extermínio nazista de Sobibor, em 1943.
Para a corte, não há nenhuma dúvida de que o acusado foi treinado pela SS, perto da pequena cidade polonesa de Trawniki, antes de ser designado por seis meses como guarda para esse campo “destinado unicamente ao aniquilamento dos deportados”, principalmente holandeses.
Pela primeira vez desde o início de seu julgamento, John Demjanjuk tirou seus pesados óculos escuros diante do espocar dos flashes. Um gesto visto como a bravata final de um homem de 91 anos que acaba de ser condenado a cinco anos de prisão por um crime abominável, mas libertado por seus juízes enquanto aguarda a validação do veredito pelas autoridades judiciárias alemãs.
Numa entrevista à Spiegel, foi perguntado para Ulrich Maass, um dos promotores públicos alemães mais importantes contra crimes de guerra nazistas:
 - Você lidou com dezenas de homens que cometeram assassinato durante a era nazista. Existe algo parecido com o criminoso nazista típico, e como ele se sente em relação a seus crimes?
- Eu nunca vi nenhum remorso. A desculpa comum é que eles agiram de acordo com a lei, como se não houvesse nada como uma proibição maior contra matar pessoas. Havia sádicos, mas eles não eram a norma, que costumava ser o auxiliar comum. Era um grupo grande de pessoas que estavam preparadas para fazer qualquer coisa.

Der Spiegel








O ALVO