quarta-feira, 11 de maio de 2011

PHOTOGRAPHIA NA PAREDE

MUITO CUIDADO

Fábula do Millor

Olin-Pin, abastado negociante de óleos e arroz, vivia numa imponente mansão em Kin-Tipê. A sua posição social e a sua mansão só não eram perfeitas porque, à direita e à esquerda da propriedade, havia, há algum tempo, dois ferreiros que ferreiravam ininterruptamente, tinindo e retinindo malhos, bigornas e ferraduras. Olin-Pin, muitas vezes sem dormir, dado o tim-pin-tin, pan-tan-pan a noite inteira, resolveu chamar os dois ferreiros, e ofereceu a eles 1000 iens de compensação, para que ambos se mudassem com suas ferrarias. Os dois ferreiros acharam tentadora a proposta (um ien, na época, valia mil euros) e prometeram pensar no assunto com todo empenho.
E pensaram. E com tanto empenho que, apenas dois dias depois, prevenidamente acompanhados de oito advogados, compareceram juntos diante de Olin-Pin. E assinaram contrato, cada um prometendo se mudar para outro lugar dentro de 24 horas. Olin-Pin pagou imediatamente os 1000 iens (que a essa altura já eram 10.000) prometidos a cada um e foi dormir feliz, envolvido em lençóis de seda e adorável silêncio. Mas no dia seguinte acordou sobressaltado, os ouvidos estourando com o mesmo barulho de sempre. E, quando ia reclamar violenta e legalmente contra a quebra de contrato, verificou que não tinha o que reclamar. Os dois ferreiros tinham cumprido fielmente o que haviam prometido. Ambos tinham se mudado. O ferreiro da direita tinha se mudado pra esquerda e o da esquerda tinha se mudado pra direita.

MORAL: CUIDADO QUANDO A ESQUERDA E A DIREITA ESTÃO DE ACORDO.

Millor

TOMADO POR CUPINS

É MUITO CARTAZ !

Dica da Bah

Vendo essa Photographia na parede veio em minha mente o filme "O Presente", que tem como título original: The Ultimate Gift. O filne é de origem americana e foi feito no ano de 2007 sendo diretor Michael O. Sajbel. Elenco: Drew Fuller, James Garner, Abigail Breslin, Lee Meriwether, Brian Dennehy, Mircea Monroe, Donna Cherry, Ali Hillis. É um drama. Este filme conta a história de um jovem que tem uma relação difícil com seu avô. Ele tem um estilo de vida caro e vai herdar a fortuna da família quando seu avô morrer. Quando isso finalmente acontece, para colocar a mão no dinheiro, ele precisa cumprir algumas tarefas que o falecido deixou. Nessas tarefas, o herdeiro terá que aprender algumas coisas importantes e perceber que alguns valores irão seguir com ele para sempre, ensinando-o a valorizar coisas que antes não dava importância.: O filme é belíssimo, mostra uma realidade que muitas vezes pensamos ser somente nas telas do cinema ou da televisão, porém o filme nos impulsiona a fazer uma reflexão do nosso cotidiano, quando muitas vezes deixamos que o dinheiro seja a razão de tudo, esquecendo o verdadeiro valor da vida, do amor, dos amigos, da família e entre tantas coisas que fazem parte do nosso cotidiano. De uma forma divertida e emocionante um filme nos traz diversas reflexões, fazendo com que possamos passar de expectadores a protagonistas de uma história marcante e verdadeira. Achei o filme belíssimo. Ele mostra uma realidade que muitas vezes pensamos ser somente nas telas do cinema ou da televisão, porém o filme nos impulsiona a fazer uma reflexão do nosso cotidiano... Muitas vezes deixamos que o dinheiro seja a razão de tudo, esquecendo o verdadeiro valor da vida, do amor, dos amigos, da família e entre tantas coisas que fazem parte do nosso cotidiano. De uma forma divertida e emocionante um filme nos traz diversas reflexões, fazendo com que possamos passar de expectadores a protagonistas de uma história marcante e verdadeira. Recomendo.

Bah

DESARMAMENTO

Comentário do Walter Bianchi

Zé, há poucos dias o Dr. Aldo e eu, exprimimos a nossa idéia de que talvez fosse melhor treinar os nosso cidadãos honestos a se defender da imoralidade e da insegurança que grassa no nosso país e um dos Anonimos, postou um comentário, achando um verdadeiro absurdo. Veja abaixo o editorial da Rede Bandeirantes que foi ao ar na voz de Joelmir Betting:

Campanha de desarmamento

O governo brasileiro, apoiado por políticos demagógicos e oportunistas, tenta impor à população uma ideia falsa: a de que uma campanha de desarmamento vai reduzir a criminalidade. Comanda esta ofensiva mentirosa o ministro da Justiça, omitindo fatos que explicariam a realidade do crime no país. E os fatos são claros: a ameaça vem das armas clandestinas que o ministro e seu governo deveriam combater. E não das armas legais dos cidadãos honestos. Se elas forem retiradas de circulação, restarão apenas as dos bandidos - o que só pode aumentar o perigo de assaltos e de assassinatos. É chocante como a força da demagogia tapa os olhos de quem deveria ver com mais clareza este cenário, tão simples e tão trágico. Ao empunhar a bandeira da mentira, o ministro e sua campanha de convencimento agridem, não só a realidade brasileira, mas também a vontade da maioria da população. Há pouco tempo, ela exigiu, em um referendo, o direito de o cidadão honesto ter a sua arma. Exigência legítima, que é praxe em quase todo o mundo, até para se defender sim, em um país em que o Estado não cumpre o seu papel na segurança pública. Esta é a opinião do Grupo Bandeirantes de Comunicação. (Editorial exibido no Jornal da Band no dia 5 de maio de 2011)

Walter Bianchi

QUEM PODE, PODE

Brickmann escreveu:

Os ministros da Suprema Corte dos Estados Unidos, o mais poderoso tribunal do país mais rico do mundo, não têm carro oficial. Os senadores americanos, cujo poder e influência são bem maiores que os dos senadores brasileiros, não têm carro oficial. Na Justiça brasileira, de desembargador para cima cada um tem seu carro oficial com motorista. O Senado brasileiro tem carro oficial para todas as Excelências (e, aliás, está trocando neste momento sua frota de carros de luxo). E não é só o Senado: a Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, depois de 20 anos de abstinência, voltou aos velhos hábitos, e aprovou verba de pouco mais de R$ 3 milhões para comprar carros importados Jetta, modelo 2012, com câmbio automático e bancos de couro. Os vereadores sabem o que é bom - para eles. O Metrô do Rio não tem verbas para acelerar sua expansão. Mas para que Metrô, se Suas Excelências os senhores vereadores vão andar de carro importado?
Como sabe qualquer empresa privada, a despesa de um carro não é só com o carro. É preciso ter seguro completo, manutenção, segurança, manobristas. Estacionamento coberto, claro, para proteger das intempéries os veículos comprados com dinheiro público. Câmeras de vigilância, sem dúvida. E equipes terceirizadas para acompanhar, real time, as imagens dos estacionamentos. Haja verba!
No caso dos vereadores do Rio, ainda haverá uma pequena economia: dois vereadores não necessitarão de carros, porque estão presos. Os veículos só serão entregues aos nobres vereadores que ainda estejam soltos.

Carlos Brickmann


ESSA É VELHA