segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

PRÁ TIRAR O CHAPÉU !

Marta Vieira da Silva, simplesmente Marta. alagoana de Dois Riachos, nascida em 1986. Fenômeno do futebol feminino. Joga com arte, com graça, com determinação e alegria. Pasmem! Pela quinta vez eleita pela FIFA, com votos do mundo todo, a melhor jogadora do planeta.
Ao seu lado, outro que deverá chegar aos seus números. Messi, craque fora de série argentino e do Barcelona.
Por mim a Marta jogaria no Flamengo e lideraria aqueles marmanjos "chinelinhos".
Irei mais longe: Marta para Presidente do Brasil !

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SENTIMENTO VERDADEIRO

Do Wartão, com certeza com o coração. Sou testemunha do seu sentimento pela terrinha.
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Eu não sou itajubense de nascimento, mas sou itajubense por adoção, portanto resolvi mandar esse comentário: Fiquei pensando outro dia: o que faz com que a gente ame uma cidade? Penso que é assim como o lar da gente. Aprendemos que tem um cheiro especial, que só de sentir já relaxa o corpo. Quando a gente vai chegando perto, a emoção acalma, se alegra e começa a cantar. Nossa vida, entrelaçada com memórias de ruas e janelas, se torna intimamente ligada ao que acontece no pulsar das histórias. Aos antepassados enviamos gratidão, conservando importantes aprendizados. Aos descendentes, reservamos nossos sonhos mais profundos de uma vida digna, justa e feliz. Amamos uma cidade não porque ela é famosa, universitária, pequena, cosmopolita, conservadora, moderna, calma, bonita, turística, industrial, limpa ou qualquer outro adjetivo que se possa imaginar. Amamos simplesmente porque aprendemos a nos sentir parte dela. Amamos... Porque a vida das calçadas é também a vida da gente... Porque respiramos o mesmo ar... Porque nos importamos com o que lhe possa acontecer... Porque queremos ver as crianças crescerem saudáveis... Porque nos sentimos singelamente orgulhosos quando a elogiam... Porque pudemos escrever nossa história nas páginas de suas ruas. Porque cultivamos amizades e apreços sem preço... Porque nosso álbum está cheio de fotos de momentos inesquecíveis... Porque ela nos oferece o que precisamos... Porque sentimos gratidão... Amamos uma cidade como amamos o nosso lar. Sem raízes, perdemos a história. Sem asas, perdemos os sonhos. Uma cidade que nos acolhe é assim, oferece tudo isso. Penso que para aprender a amar uma cidade, temos que primeiramente amar o nosso lar. Saber quem somos. Ter um compromisso com nossa própria vida. Saber que nossas ações importam. Compreender que somos energia em movimento, e que afetamos positiva ou negativamente qualquer ser vivo ao nosso redor. Diante dessa consciência, sabemos que podemos escolher onde, como e porque viver. Amar uma cidade não tem nada a ver com ter nascido nela. Porque a vida é feita de escolhas. Podemos escolher sair ou ficar em busca do que nos chama. O que importa mesmo é ouvir o chamado. O que importa mesmo é não fazer da vida uma sucessão de dias repetitivos e sem graça, culpando a cidade por não oferecer o que deveria. Isso não tem nada a ver com a cidade, isso tem a ver com o que somos. Assim, aprendemos a amar uma cidade não pelo que ela é, mas pelo percurso do nosso caminhar. E não existe regra para o amor. Ele simplesmente acontece, de qualquer jeito e sem avisar. Mas a gente sabe quando ele bate à nossa porta. Portanto, sabemos exatamente quando amamos uma cidade.
É o que eu sinto com relação a Itajubá.

Walter Bianchi

É DISCO QUE EU GOSTO



I´M SO HAPPY

1970/1971 - Primeiro lugar nas paradas da Rádio Universitária. A famosa rádio Rutz (Rádio Universitária Theodomiro Santiago), com o gigante Kid na técnica de som. O Trio (com quatro?) argentino Galleta, com "I´m So Happy" estourou. Muitos namoros, que terminaram em casamentos que já passaram dos trinta anos, começaram com essa música.

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AS NEVES DE ITAJUBÁ VELHO

Delfim Moreira, que já foi conhecida como Itajubá Velha. Foi lá que tudo começou. Fotografia histórica enviada pelo Dr. Aldo. Para quem duvida que não nevou naquela cidade.
A história conta que a decisão do Padre Lourenço da Costa em descer o rio junto com sua esposa e filhos (naquele tempo os padres tinham), em busca de clima mais ameno, foi uma terrível nevasca acontecida no inverno daquele ano.

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ESCUTANDO OS SENTIMENTOS...

Dá Bah,

Estava eu atravessando uma galeria de uma rua famosa, quando me deparei com uma jovem senhora que veio sorrindo em minha direção.
Ao se aproximar e simular um abraço, a reconheci. Abraçamos-nos forte como se fôssemos velhas amigas dos anos70. Na verdade, falei algumas vezes com ela durante nossa juventude, mas nada que nos aproximasse muito.
Mas... Eu sempre a admirei. Sua beleza era estonteante. Sua presença era marcante e sua fama ia além da cidade em que morávamos.
Sempre imaginei sua vida como um conto de fadas, pois se casou com um rapaz reconhecidamente inteligente, bem sucedido na profissão, dono de um QI invejável e tão charmoso quanto ela. Aquela jovem era para mim o retrato de uma mulher linda, feliz e realizada.
No meio da multidão que passava apressada por nós ficamos paradas conversando durante uma hora. À medida que a conversa evoluía fui passando a ser ouvinte.
Ela, do alto de sua elegância se desnudava interiormente para mim e contava-me sua vida.
Com os olhos marejados de lágrimas falou-me da solidão íntima em que se encontrava. Das desilusões, das frustrações com a não concretização dos sonhos tão sonhados na juventude e dos conflitos familiares que causaram o afastamento da família e de muitos amigos.
Eu, ali parada ouvindo aquela exposição dos seus sentimentos mais íntimos, não sabia o que dizer. Não tinha intimidade para conselhos nem questionamentos. Fiquei observando-a enquanto se abria comigo. Ela não tinha mais o frescor da juventude, não tinha o corpo escultural que a deixava tão sedutora, não tinha a alegria que era constante em seu rosto.
O máximo que consegui dizer foi: Que bom que você se livrou de todos esses sentimentos que lhe causavam tanto mal. Fique tranqüila que o tempo é o Senhor da razão e resolve tudo. Quando pensamos que estamos sós, Deus está carregando-nos no colo e quando ele percebe que estamos fortes Ele nos coloca no chão novamente.
Ela me olhou dentro dos olhos, sorriu e me disse: - Obrigada por ouvir-me. Abraçou-me fortemente e nos despedimos.
Voltei caminhando para casa pensando:
Éh! A vida não é o que parece.
Veio-me à mente a música do Gonzaguinha: É o carinho de um cofre guardado num coração que voou. É a certeza da eterna presença da vida que foi, na vida que vai, é saudade da boa, feliz a cantar, que foi, foi, foi...foi bom e pra sempre será. Mais, mais, mais maravilhosamente Amar.

Bah

MEMÓRIA CURTA

A ligação entre o final do Bairro BPS e a Rodovia Itajubá-Maria da Fé não existe mais.
Um pequeno detalhe que alguns insistem em esquecer. O trecho mencionado foi construido "a toque de caixa" no final da administração Benedito Pereira dos Santos.
Com poucas semanas já estava intransitável. Responsabilidades? Transparência? Câmara? Ninguém tocou no assunto.
O nosso atual prefeito, embora "de mal", era o 2º homem da administração passada.
No tradicional "empurra com a barriga", o Conselho de Desenvolvimento local aprovou a sugestão de se aguardar a definição do projeto Parctec para que a reconstrução do trecho seguisse os padrões (?) a serem determinados.
Pode?
Memória curta. Outro fosse o ex-prefeito, o mesmo estaria sendo responsabilizado nas barras da lei.
Enrolam muitos, mas nem todos.

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NUVENS NEGRAS


Ouvi hoje um grande trecho do programa "Itajubá Notícias" na Futura FM. Os jornalistas Júlio Anselmo e Ângela Collares trataram das perspectivas de Itajubá para 2011.
A coisa foi "braba". Só escaparam o Juiz Willis Vilas Boas (que fez um esclarecimento por telefone) e o Renato da Mineira.
O Reitor Renato Nunes, pelo que entendi, está condenado a guilhotina. O Prefeito Jorge dificilmente escapará da cadeira elétrica.
Tudo porém será salvo se colocarem nas entradas da cidade placas identificando o município. 
O bom da democracia é isso: os críticos não estão isentos de crítica.
Já que a questão foi muito comentada, registro: São de fundamental importância os que aqui aportaram e contribuem com suas atuações para o nosso desenvolvimento. Tenho certeza que aprenderam a amar nossa terrinha. Talvez até igual, mas não mais dos que aqui nasceram. Igual ficaria mais justo. 

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LIVROS DE PAULO COELHO PROIBIDOS NO IRÃ

Qualquer censura a livros é um atraso. Entra na livraria e compra quem quer. No caso específico, o zelador lamenta pela censura, não pelos livros que nunca leu e não gostou. Quem sabe o Lula ou o Amorim não resolvem essa questão com o amigo Ahmadinejad.
O escritor Paulo Coelho foi informado  que a publicação de seus livros foi proibida no país persa pelo Ministério da Cultura e das Diretrizes Islâmicas.
Paulo Coelho disse contar com o governo brasileiro para resolver o caso, o que considerou como "um mal-entendido". "Espero que o Itamaraty e a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, não se omitam em relação a essa medida arbitrária pois, caso contrário, estarão assinando embaixo", disse o escritor.
Segundo Coelho, jamais, em seus livros, fez alguma ofensa ao islamismo. "Minha obra é publicada no Irã desde 1998, já vendeu milhares de exemplares e, em 2000, eu estive naquele país, sendo esperado por aproximadamente 5 mil pessoas no aeroporto".

Do Paulo Coelho, gosto das letras que fez em parceria com o Raul Seixas.

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PASSAR DO TEMPO

(Paixão - Gazeta do Povo)

ESPEREM PARA VER